Mestrado Profissional em Saúde Ambiental

Inscrições Abertas

de 07/05/2018 a 03/08/2018


Mensalidade

Apresentação

A partir do intercâmbio estabelecido entre os cursos de Medicina Veterinária e Direito nasce a proposta do curso de Mestrado profissional em Saúde Ambiental, que, integrando as áreas da tutela jurídica do meio ambiente, da eficiência e sustentabilidade na cadeia produtiva e do monitoramento da saúde ambiental, visa formar profissionais que atuem na Medicina da conservação, uma ciência com princípios e objetivos semelhantes aos da Biologia da conservação, mas acrescida de informações ecológicas com aspectos de saúde individual e populacional, aumentando a amplitude das análises do mosaico de dados que compõem a saúde ambiental. O Programa de Mestrado profissional em Saúde Ambiental da FMU é recomendado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), do Ministério da Educação (MEC).

Produção

A produção técnica e científica desenvolvida pelos docentes do programa estão disponíveis no blog do mestrado.

Objetivos

O Programa de Mestrado Profissional em Saúde Ambiental tem como objetivo geral formar e qualificar profissionais de diferentes áreas do conhecimento para analisar as relações ambiente-saúde, bem como mitigar, elaborar soluções e previsões sobre os efeitos decorrentes das alterações ambientais na saúde humana e animal e no ecossistema, contribuindo para a redução de situações de vulnerabilidade socioambiental e de iniquidades em saúde.

Histórico

A fim de promover com maior solidez o tripé formado pelo ensino, pesquisa e extensão nas temáticas envolvendo Saúde e Ambiente, nasceu, em 2012, o Programa de Mestrado Profissional em Saúde Ambiental. Inicialmente formado pelo intercâmbio dos cursos de graduação de Direito e de Medicina Veterinária e com as linhas de pesquisa: Tutela jurídica do meio ambiente, Eficiência e sustentabilidade na cadeia produtiva e Monitoramento da saúde ambiental, o Programa foi construindo seus alicerces e ampliando suas áreas de atuação de acordo com as demandas sociais e regionais em que está inserido. Assim, em 2014, formou-se a primeira turma de mestres em Saúde Ambiental. Dentro do contexto multi e interdisciplinar, o Programa formou mestrandos graduados nas mais diversas áreas, engenharia, direito, enfermagem, biologia, veterinária, administração, pedagogia, entre outras, que durante o mestrado, sob orientação de professores experientes desenvolveram propostas e soluções por meio de um olhar interdisciplinar para questões envolvendo as áreas da Saúde e Ambiente. Em 2017, com a experiência adquirida e com o objetivo de evidenciar a dimensão de sua área de atuação, as três linhas do Programa foram ampliadas para: 1) Direito e educação na interface saúde, animal e ambiente; 2) Biossegurança, eficiência e sustentabilidade; 3) Monitoramento e atenção à saúde humana, animal e do ambiente. Assim, o Programa avança de maneira gradual em seu aprimoramento, buscando atender um novo mercado profissional que requer novas competências, formadas a partir de uma visão sistêmica, integrada e por uma equipe de profissionais de diferentes especialidades e áreas do conhecimento.

Público-Alvo

Sendo o curso inter e multidisciplinar, o Programa é voltado para profissionais com formação superior, atuantes nas várias áreas do conhecimento passiveis de integração à temática: Saúde e Ambiente.

Descritivo de Bolsas

• Regulamento para concessão de bolsa institucional do programa de suporte aos mestrados acadêmico e profissional – Descritivo de Bolsas

• Conheça os programas de bolsas disponíveis em nossa instituição – Bolsas e financiamentos 

Processo Seletivo

Ingresso de novos Alunos

O processo seletivo consiste basicamente em 4 etapas.

  1. Inscrição on-line (sendo efetivada apenas após o pagamento da taxa)
  2. Entrega presencial e avaliação dos documentos na secretaria
  3. Realização das provas
    1. Prova de conhecimento específico
    2. Prova de segundo idioma
  4. Entrevista

Após passar por essas etapas, a banca examinadora disponibilizará o resultado na data indicada no edital.

Mais detalhes estarão disponíveis nos editais publicados.

Dissertações e Defesas

As dissertações defendidas uma vez defendidas são enviadas para a biblioteca e ficam disponíveis para consulta de todos de forma digital. As dissertações também estão listadas no blog do programa.

As defesas são publicar e são anunciadas com antecedência. Detalhes sobre as próximas defesas.

Periódicos

ATAS DE SAÚDE AMBIENTAL – ASA

O periódico Atas de Saúde Ambiental – ASA, ISSN 2357-7614, é uma iniciativa do corpo docente do Curso de Mestrado Profissional em Saúde Ambiental das Faculdades Metropolitanas Unidas – FMU, com interesse multidisciplinar nas áreas diversas que compõem a temática central do Curso: Saúde e Ambiente. O projeto editorial tem como objetivo disponibilizar, por meio de um veículo de comunicação digital e de livre acesso, resultados de pesquisa de qualidade e excelência à comunidade acadêmica e profissional, abrindo um canal de discussão sobre questões atuais e emergentes.

Acesse a revista eletrônica

Contato

Coordenação

Andrea Roberto Bueno Ribeiro – andrea.ribeiro@fmu.br

Secretaria

Fone: +55 (11) 3346-6233 – Ramal:1521
Horário de atendimento: Segunda a Sexta das 8h às 21h – Sábado das 8h às 16h
Endereço: Rua Vergueiro, 101/107 – 1º Andar – Liberdade – CEP: 01504-001 – São Paulo – SP
E-mail: joelma.silva@fmu.br

Blog do programa

Fique por dentro de todas as novidades e notícias sobre o Mestrado em Saúde Ambiental, acessando nosso blog.

Matriz Curricular

PROJETOS MULTIDISCIPLINARES EM SAÚDE AMBIENTAL

Ementa: Apresentação do Programa de Mestrado Profissional em Saúde Ambiental, docentes e linhas de pesquisa. Normas e Regulamentos do Mestrado Profissional em Saúde Ambiental. Abordagem quantitativa e qualitativa: origem e características. Problematização e formalização da pergunta de pesquisa no contexto do Mestrado Profissional. Etapas da pesquisa e de projetos. Métodos de busca de informações bibliográficas e pesquisa em base de dados. Ética na pesquisa. Plágio acadêmico-científico. Fontes de informação teórica e uso do Mendeley Introdução à Análise estatística. Plataforma Brasil e CEUA. Qualificação e defesa: elaboração de uma apresentação. Redação científica. Ferramentas de formatação: uso do word para normatização dos projetos. Complexidade Ambiental. Multidisciplinaridades, interdisciplinaridade e transdisciplinaridade. Propriedade Intelectual – INPI + Protocolos de Pesquisa. Plataforma lattes. Apresentação de projetos pelos alunos com a presença de professores das diferentes linhas de pesquisa.

Bibliografia:

CAVALCANTI, C. (org.) Meio Ambiente, Desenvolvimento e Políticas Públicas. 3ª ed., São Paulo: Cortez: Recife: Fundação Joaquim Nabuco, 2001.

DOMINGUES, I (org). Conhecimento e Transdisciplinaridade II: aspectos metodológicos. Belo Horizonte: editora UFMG, 2005

HORGAN, J. O fim da ciência: uma discussão sobre os limites do conhecimento científico. São Paulo: companhia das Letras; 1998.

JACOBI, P. Ciência ambiental: os desafios da interdisciplinaridade. São Paulo: Programa de Pós Graduação em Ciência Ambiental da USP; 1999.

LEFF, E. (coord.) Complexidade Ambiental, A São Paulo: Cortez – EDIFURB – 2003

GIL, AC. Como elaborar projetos de pesquisa. 4ª ed. São Paulo: Atlas, 2002

KORMONDY, E.J.; BROWN, D.E. Ecologia Humana. Tradução Max Blum, Coordenador EditorialW alter A. Neves, São Paulo: Atheneu,2002.

PHILIPPI JUNIOR, A.C.E.M.; TUCCI, D.J.; HOGAN, R. – Interdisciplinaridade em Ciências Ambientais – São Paulo: Signus Editora, 2000

SANTOS, BS. Um Discurso sobre as Ciências. 7ª ed. São Paulo: Cortez Editora, 2010

SOMMERMAN, A. Inter ou Transdisciplinaridade? Da fragmentação disciplinar ao novo diálogo entre os saberes. São Paulo: Paulus, 2006

Periódicos atuais sugeridos e disponibilizados na ocasião da realização da disciplina.

Total PROJETOS MULTIDISCIPLINARES 5 cred. 0h

LINHA DE PESQUISA 1: DIREITO E EDUCAÇÃO NA INTERFACE SOCIEDADE, ANIMAL E AMBIENTE

Ementa: Representações sociais. Pensamentos não lineares. Crítica do discurso. Subjetividade e Transversalidade. Ecologia de Saberes. Complexidade e educação. Educação crítica e transformadora. Comunicação e Educação. Organizações de aprendizagem. Planejamento e elaboração de projetos educativos. Estratégias de pesquisa e intervenção socioeducativa. Metodologias ativas de ensino-aprendizagem.

Bibliografia

CECCIM, RB; FERLA AA. Educação e saúde: ensino e cidadania como travessia de fronteiras. educ. saúde [online]. 2008, vol.6, n.3, pp.443-456.

CITELLI, A. Comunicação e educação: convergências educomunicativas. Comunicação, mídia e consumo. São Paulo. v. 7, n.19, p. 67-85, jul. 2010.

DIAS, S.R.; VOLPATO, A.N. (orgs.). Práticas Inovadoras em Metodologias Ativas. Florianópolis, SC: Contexto Digital, 2017.

FREIRE, P. Pedagogia do oprimido. 17 ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987.

MEYER D.E.E., MELLO D.F., VALADÃO M.M., AYRES J.R.C.M. “Você aprende. A gente ensina?”: interrogando relações entre educação e saúde desde a perspectiva da vulnerabilidade. Saúde Pública. 2006; 22 (6): 1335-1342.

PELICIONI, M.C.F.; PELICIONI, A.F. ; TOLEDO, R.F. A Educação e a comunicação para a Promoção da Saúde. In: Rocha, A.A.; Cesar, C.L.G; Ribeiro, H.. (Org.). Saúde Pública: Bases Conceituais. 2a edição. São Paulo: Atheneu, 2013, v. único, p. 199-211.

PELICIONI, M.C.F. e MIALHE, F. L. Educação e Promoção da Saúde: Teoria e Prática. São Paulo: Santos, 2012.

PETRAGLIA, I. Educação complexa para uma nova política de civilização. Educar, Curitiba, n. 32, p. 29-41, 2008. Editora UFPR.

TOLEDO, R.F. ; PELICIONI, A. F. ; ZOMBINI, E.V. Práticas educativas no contexto da Promoção da Saúde. In: Ohara, E.C.C; Saito, R.X.S. (Org.). Saúde da família: considerações teóricas e aplicabilidade. 3ed.São Paulo: Martinari, 2013, v. 1, p. 457-483.

SANTOS, B.S. A Universidade no século XXI: para uma reforma democrática e emancipatória da Universidade. São Paulo: Cortez; 2011.

SANTOS, B.S. Para além do pensamento abissal: das linhas globais a uma ecologia de saberes. Novos Estudos CEBRAP, 79,novembro 2007. pp. 71-94

SANTOS GNS, SILVEIRA, EL, SILVA, JPL. (Des)naturalizando Sujeitos e Práticas na Escola: Foucault para além de vigiar e punir. Educ. Real. [online]. 2016, v.41, n.4, p.1275-1287.

Ementa: Direito à saúde e ao meio ambiente no sistema jurídico brasileiro. Princípios constitucionais do direito ambiental. Direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado no âmbito constitucional e infraconstitucional: as normas constitucionais em face da lei 6938/81 e 9605/98. Bens ambientais e sua natureza jurídica. Tutela constitucional do patrimônio genético, Lei 11.105/05 e MP 2186-16. Tutela constitucional dos recursos ambientais. A flora como recurso ambiental e sua tutela jurídica infraconstitucional (sementes e mudas). Código Florestal. Gestão de florestas em face da Lei n. 11.284/2006 e a produção sustentável. A fauna como recurso ambiental. Criação e utilização de animais em atividades de ensino e pesquisa científica em face do direito ambiental constitucional: Lei n. 11.794/2008. Fundamentos constitucionais da agropecuária como atividade econômica: agricultura e pecuária e sua tutela jurídica. Pecuária com o emprego de técnicas que comportem risco para o meio ambiente e pecuária orgânica. Tutela jurídica dos Recursos Hídricos. Direito da energia e meio ambiente. Agrotóxicos e sua tutela jurídica no contexto da saúde. A disciplina do Código de Defesa do Consumidor em relação aos agrotóxicos. Lei dos Agrotóxicos. Lei n. 7.802/89.

 

Biblliografia

AITH, F.. Curso de Direito Sanitário – a proteção do direito à saúde no Brasil. São Paulo: Quartier Latin, 2007.

ALMEIDA FILHO, N. O conceito de saúde e a Vigilância Sanitária: notas para a compreensão de um conjunto organizado de práticas de saúde. In: Costa AE, organizadora. Vigilância Sanitária desvendando o enigma. Salvador: EDUFBA, 2008.

CARVALHO, D. W. Dano ambiental futuro: a responsabilização civil pelo risco ambiental. Rio de Janeiro: Forense, 2008.

DE GIORGI, R. O risco na sociedade contemporânea. Tradução de Cristiano Paixão. Revista CCJ – UFSC, n. 28, ano 15, junho de 1994, p. 45-54.

CARVALHO, D. W. “Bases Estruturantes da Política Nacional de Proteção e Defesa Civil a partir de um Direito dos Desastres Ambientais.” Revista de Direito Ambiental, v. 72, p. 13-38, 2013.

CARVALHO, D. W. As mudanças climáticas e a formação do Direito dos Desastres. Novos Estudos Jurídicos (Online), v. 18, p. 397-415, 2013.

CARVALHO, D. W. Sistema Constitucional Brasileiro de Gerenciamento de Riscos Ambientais. Revista de Direito Ambiental, v. 55, p. 52-75, 2009.

CARVALHO, D. W. A sociedade do risco global e o meio ambiente como um direito personalíssimo intergeracional. Revista de Direito Ambiental, v. 52, p. 27-36, 2008.

DALLARI, S. O direito à saúde. Rev. Saúde Pública, v.22 n.1 São Paulo Feb. 1988. Disponível em http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-89101988000100008

DALLARI, S. A construção do direito à saúde no Brasil. Revista de Direito Sanitário, v. 9, n. 3, 2008, p.9-34. Disponível em http://www.revistas.usp.br/rdisan/issue/view/1051

MACHADO, P. A. L. Direito ambiental brasileiro. 3. ed. São Paulo: Revista dos Tribunais, 1991.

MORIN, E. Cabeça bem-feita. Tradução Eloá Jacobina. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2008.

ODUM, E.P. Fundamentos de ecologia. 4. ed. Lisboa: Calouste-Gulbenkian, 1988. OLIVEIRA, Waldemar Mariz de. Tutela jurisdicional dos interesses coletivos. In: A tutela… Max Limonad, 1984. SILVA, José Afonso da. Curso de direito constitucional positivo. 5. ed. São Paulo: Revista dos Tribunais, 1989.

SCHWARTZ, G. O tratamento jurídico do risco no direito à saúde. Porto Alegre: Livraria do Advogado Editora, 2004.

Ementa:

Ecologia. Recursos naturais. Legislação ambiental específica. Diagnóstico de danos ambientais e noções de passivo ambiental. Análise de riscos de acidentes ambientais. Técnicas de sensoriamento remoto e sistemas de informação geográfica aplicadas a perícia e avaliação de impacto ambiental. Valoração econômica do meio ambiente. Laudos periciais e pareceres técnicos. Fundamentos de avaliação de impacto ambiental. Processo de licenciamento ambiental. Etapas do planejamento e da elaboração de um estudo de impacto ambiental. Metodologia de identificação e avaliação de impactos ambientais, e de proposição de medidas ambientais (mitigadoras, compensatórias, etc.). Planos de gestão ambiental e monitoramento. Realização de audiências públicas. Acompanhamento e análise de processos de avaliação de impacto ambiental.

 

Referências:

CUNHA, S.B.; GUERRA, A.J.T. (organizadores). Avaliação e Perícia Ambiental. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1999.

INTERNATIONAL ASSOCIATION FOR IMPACT ASSESSMENT. Principles of Environmental Impact Assessment Best Pratice. Fargo: IAIA, Special Publication v. 1. 1999.

MACHADO, P.A.L. Direito Ambiental Brasileiro. 5°ed., SP. Malheiros. 2001.

MARTINS JÚNIOR, O.P. Perícia Ambiental e Assistência Técnica: Instrumentos de Defesa dos Direitos Individuais e Coletivos. Goiânia: Kelps/Ed. UCG, 2006.

MEA – MILLENNIUM ECOSYSTEM ASSESSMENT. Ecosystem and human well-being: a framework for assessment. Island Press, Washington, DC. 2003.

MECHI, A.; SANCHES, D.L. Impactos ambientais da mineração no Estado de São Paulo. Estudos Avançados 24(68): 209-220. 2010.

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE/IBAMA. Manual de normas e procedimentos para licenciamento ambiental no setor de extração mineral. Brasília: Ministério do Meio Ambiente.

MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL. Deficiências em estudos de impacto ambiental: síntese de uma experiência. Brasília: Escola Superior do Ministério Público da União, 2004.

MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE SÃO PAULO. Relatório Final do Grupo de Trabalho criado pelo Ato PGJ nº 36/2011. São Paulo, 2012.

ODUM, E.P.; BARRETT, G.W. Fundamentos de Ecologia. São Paulo: Cengage Learning, 2008.

PHILIPPI JR, A.; ROMÉRO, M.A.; BRUNA, G.C. (editores). Curso de Gestão Ambiental. Barueri, SP: Manole, 2004.

PRIMACK, R.B.; RODRIGUES, E. Biologia da Conservação. Londrina, PR: Editora Planta. 2008.

RAGGI, J.P.; MORAES, A.M.L. Perícias Ambientais: soluções de controvérsias e estudos de casos. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2005.

SÁNCHEZ, L.E. Avaliação de impacto ambiental: conceitos e métodos. (2º ed.). São Paulo: Oficina de Textos, 2013.

TOCCHETTO, D. (coordenador). Perícia ambiental criminal. 3º ed. Campinas, SP: Millenium Editora, 2014.

Ementa: Nanotecnologia como tecnologia convergente. Economia sustentável. Processo do conhecimento e inovação de novas tecnologias. Nanotecnologia, fronteira tecnológica e efeito multiplicativo para os diversos setores. Propagação da tecnologia nano nos sistemas e indústrias da economia. Utilização de produtos e processos da nanotecnologia, riscos e vantagens, mecanismos de intervenção e sustentabilidade no contexto da agricultura. Nanoalimentos. Aspectos regulatórios.

 

Bibliografia

AITH, F. Curso de Direito Sanitário – a proteção do direito à saúde no Brasil. São Paulo: Quartier Latin, 2007.

ALMEIDA FILHO, N. O conceito de saúde e a Vigilância Sanitária: notas para a compreensão de um conjunto organizado de práticas de saúde. In: Costa AE, organizadora. Vigilância Sanitária desvendando o enigma. Salvador: EDUFBA, 2008.

BATISTA, A. J. S.; PEPE, V. L. E. Os desafios da nanotecnologia para a vigilância sanitária de medicamentos. Ciênc. saúde coletiva, v.19, n.7, Rio de Janeiro, Julho de 2014. Disponível em: http://dx.doi.org/10.1590/1413-81232014197.02462013 .

BRASIL, Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Comitê Interno de Nanotecnologia. Diagnóstico institucional de nanotecnologia. Brasília, 25 de março de 2014.

BRASIL, Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI). Panorama Nanotecnologia. Série Cadernos da Indústria ABDI. Volume XIX. Brasília; 2010. Disponível em:

http://www.abdi.com.br/Estudo/PanoramadeNanotecnologia.pdf.

BRASIL, Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. Estratégia Nacional de Ciência,Tecnologia e Inovação 2012-2015. Disponível em: http://www.mct.gov.br/upd_blob/0218/218981.pdf .

CAPRA, F.. O ponto de mutação. Tradução de Álvaro Cabral. São Paulo: Editora Cultrix, 2012.

CARVALHO, D. W. Dano ambiental futuro: a responsabilização civil pelo risco

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DE GIORGI, R. O risco na sociedade contemporânea. Tradução de Cristiano Paixão. Revista CCJ – UFSC, n. 28, ano 15, junho de 1994, p. 45-54.

ENGELMANN, W.; FLORES, A. S. As nanotecnologias e os marcos regulatórios. Desafios éticos e possibilidades legais para a construção de um direito que normatize as pesquisas. Revista Jurídica, ed. 61, sem numeração. Disponível em:

http://revistavisaojuridica.uol.com.br/advogados-leis-jurisprudencia/44/artigo162268-1.asp

ENGELMANN, W.; GÓES, M. C. Direito das Nanotecnlogias e o Meio Ambiente de Trabalho. Porto Alegre: Livraria do Advogado, 2015.

ENGELMANN, W.. O diálogo entre as fontes do Direito e a gestão do risco empresarial gerado pelas nanotecnologias: construindo as bases à juridicização do risco. In: STRECK, Lenio Luiz;ROCHA, Leonel Severo; ENGELMANN, Wilson (Orgs.). Constituição, Sistemas Sociais e Hermenêutica: Anuário do Programa de Pós-gradução em Direito da UNISINOS: Mestrado e Doutorado. Porto Alegre: Livraria do Advogado, 2012, n.9, p. 319-344.

FERNANDES, M.F.M., FILGUEIRAS, C. Um panorama da nanotecnologia no Brasil (e seus macrodesafios). Quim. Nova, v. 8, n. 31, 2008, p.2205-2213.

MEDEIROS, E.S.; PATERNO L.G.; MATTOSO L.H.C. Nanotecnologia. In: Durán N, Mattoso LHC, Morais PC, organizadores. Nanotecnologia Introdução, preparação e caracterização de nanomateriais e exemplos de aplicação. São Paulo: Artliber, 2006.

MORIN, E. Cabeça bem-feita. Tradução Eloá Jacobina. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2008.

NUNES, R. Regulação da saúde. Porto: Vida Económica, 2014.

NUNES, J. P.. Pedidos de Patente sobre Nanotecnologia publicados no 1º semestre de 2010. INPI/DART/CEDIN/DIESPRO. Alerta Tecnológico nº 29; 2010. Disponível em: www.inpi.gov.br/menuesquerdo/…em…/alerta_nano_jan_jun_2010.pdf.

NUNES, J. P.; ROHEM-SANTOS P. Pedidos de Patente sobre Nanotecnologia publicados no 2º semestre de 2009. INPI/DART/CEDIN/DIESPRO. Alerta Tecnológico nº20; 2010a. Disponível

em: http://www.inpi.gov.br/menuesquerdo/informacao/alerta_nano_20.pdf.

ROSSI-BERGMAN, B. A nanotecnologia: da saúde para além do determinismo tecnológico. Cienc Cult, v. 2, n. 60, 2008, p.54-57.

SARAIVA, R. Memórias de um átomo: nanotecnologia, percepção do risco e regulação. In: GOMES, Carla Amado. (Org.) Direito(s) dos riscos tecnológicos. Lisboa: Associação Académica da Faculdade de Direito de Lisboa, 2014. p. 485-534.

SCHWARTZ, G. O tratamento jurídico do risco no direito à saúde. Porto Alegre: Livraria do Advogado Editora, 2004.

VON HOHENDORFF R, ENGELMANN W, OSHIROV M. As nanotecnologias no meio ambiente do trabalho: a precaução para equacionar os riscos do trabalhador. Cadernos Ibero-Americanos de Direito Sanitário, 2013, v. 2, n. 2, p.668-683.

VON HOHENDORFF, R.; ENGELMANN, W. Nanotecnologias aplicadas aos agroquímicos no Brasil. A gestão dos riscos a partir do diálogo entre as fontes do direito. Curitiba: Juruá Editora, 2014.

Ementa: Nanotecnologia como tecnologia convergente. Economia sustentável. Processo do conhecimento e inovação de novas tecnologias. Nanotecnologia, fronteira tecnológica e efeito multiplicativo para os diversos setores. Propagação da tecnologia nano nos sistemas e indústrias da economia. Utilização de produtos e processos da nanotecnologia, riscos e vantagens, mecanismos de intervenção e sustentabilidade no contexto da agricultura. Nanoalimentos. Aspectos regulatórios.

 

Bibliografia

AITH, F. Curso de Direito Sanitário – a proteção do direito à saúde no Brasil. São Paulo: Quartier Latin, 2007.

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BATISTA, A. J. S.; PEPE, V. L. E. Os desafios da nanotecnologia para a vigilância sanitária de medicamentos. Ciênc. saúde coletiva, v.19, n.7, Rio de Janeiro, Julho de 2014. Disponível em: http://dx.doi.org/10.1590/1413-81232014197.02462013 .

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CAPRA, F.. O ponto de mutação. Tradução de Álvaro Cabral. São Paulo: Editora Cultrix, 2012.

CARVALHO, D. W. Dano ambiental futuro: a responsabilização civil pelo risco

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DE GIORGI, R. O risco na sociedade contemporânea. Tradução de Cristiano Paixão. Revista CCJ – UFSC, n. 28, ano 15, junho de 1994, p. 45-54.

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ENGELMANN, W.; GÓES, M. C. Direito das Nanotecnlogias e o Meio Ambiente de Trabalho. Porto Alegre: Livraria do Advogado, 2015.

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FERNANDES, M.F.M., FILGUEIRAS, C. Um panorama da nanotecnologia no Brasil (e seus macrodesafios). Quim. Nova, v. 8, n. 31, 2008, p.2205-2213.

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MORIN, E. Cabeça bem-feita. Tradução Eloá Jacobina. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2008.

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ROSSI-BERGMAN, B. A nanotecnologia: da saúde para além do determinismo tecnológico. Cienc Cult, v. 2, n. 60, 2008, p.54-57.

SARAIVA, R. Memórias de um átomo: nanotecnologia, percepção do risco e regulação. In: GOMES, Carla Amado. (Org.) Direito(s) dos riscos tecnológicos. Lisboa: Associação Académica da Faculdade de Direito de Lisboa, 2014. p. 485-534.

SCHWARTZ, G. O tratamento jurídico do risco no direito à saúde. Porto Alegre: Livraria do Advogado Editora, 2004.

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VON HOHENDORFF, R.; ENGELMANN, W. Nanotecnologias aplicadas aos agroquímicos no Brasil. A gestão dos riscos a partir do diálogo entre as fontes do direito. Curitiba: Juruá Editora, 2014.

Ementa:

O perigo nos alimentos. Perecibilidade e as suas implicações para conservação dos alimentos. Doenças emergentes transmitidas por alimentos e a relação com o controle público e o privado. Responsabilidades estatais na promoção do direito à alimentação segura. Contaminantes nos alimentos. O Laboratório como instrumento para avaliação da qualidade dos alimentos. A importância dos diferentes tipos de embalagens na segurança dos alimentos. A Legislação de alimentos como suporte para a segurança desde a produção até o consumo; legislação consumeirista aplicada à alimentação. A Inspeção de alimentos de origem animal e a sua participação histórica na prevenção das doenças transmitidas por alimentos. A utilização das ferramentas da qualidade para obtenção do alimento seguro. APPCC e PPO. Critérios para julgamento e destinação de alimentos impróprios para o consumo direto.

 

Bibliografia

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SILVA JR., E. A. Manual de controle higiênico-sanitário em alimentos. São Paulo: Varela, 2005. 623p

Ementa: Histórico do bem-estar animal; Senciência animal; Evoluindo das cinco liberdades para os cinco domínios; Bases filosóficas da ética;       Relações éticas dos seres humanos e os outros animais; Como podemos melhorar a vida dos animais?; Direito dos animais: histórico e princípios normativos; Principais normativas nacionais e internacionais; Uso de animais no esporte e lazer: movimento em defesa aos direitos dos animais; Bioética e o final da vida: cuidados paliativos; Bioética e eutanásia animal; Normativas sobre eutanásia; Pesquisa científica e normativas específicas: comissões de ética no uso de animais; Prática forense e os direitos dos animais; Bem-estar e comportamento animal ; Avaliação do bem estar animal; Protocolos de auditoria em bem-estar animal.

 

Bibliografia

BEKOFF, M. A vida emocional dos animais: alegria, tristeza e empatia nos animais: um estudo científico capaz de transformar a maneira como os vemos e os tratamos. São Paulo: Pensamento-Cultrix; 2007. 207p.

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SINGER, P. Libertação Animal. São Paulo: WMF Martins Fontes; 2010. 461p.

Total LINHA DE 28 cred. 0h

LINHA DE PESQUISA 2: BIOSSEGURANÇA, EFICIÊNCIA E SUSTENTABILIDADE

Ementa: Ciência e pesquisa: paradigmas e enfoques quantitativo e qualitativo. A combinação de instrumentos em uma pesquisa-ação. Questionário, entrevistas e observação: tipos e elaboração de roteiros. Grupo focal e História oral. Mapa-falante e Oficina de Photovoice. Técnicas de análise: Análise temática de conteúdo; Discurso do Sujeito Coletivo; Triangulação de Métodos; Sistematização de Experiências, Organização e apresentação de dados quantitativos (tabelas, gráficos e cálculo de medidas). Utilização de dados amostrais: métodos de coleta e de análise (testes de hipóteses). Comparação de duas amostras. Comparação de múltiplas amostras. Principais medidas de associação e correlação

Bibliografia

BARDIN, L. Análise de Conteúdo. Lisboa: Edições 70; 2011.

GONDIM, S.M.G. 2003. Grupos focais como técnica de investigação qualitativa: desafios metodológicos. Paidéia, 2003,12(24), 149-161. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/paideia/v12n24/04.pdf

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VIEIRA, S. Introdução à Bioestatística. 5a ed. Elsevier, 2015.

THRUSFIELD, M. Veterinary Epidemiology. 3 ed. Blackwell Science, Oxford, 2007.

Ementa: Meio ambiente, sustentabilidade e gestão ambiental: questões socioambientais contemporâneas. Resíduos sólidos: caracterização, disposição e tratamento. Gestão Integrada e controle social: Política Nacional de Saneamento, Política Nacional de Resíduos Sólidos e Plano de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos da cidade de São Paulo. Gestão ambiental e gerenciamento de resíduos de atividades agropecuárias. Gestão ambiental e gerenciamento de resíduos de serviços de saúde. Responsabilidade socioambiental. Sistema de gestão ambiental – Padrões de gerenciamento. SISNAMA e Principais Leis Ambientais e Instrumentos de Gestão. Limites e desafios do Licenciamento Ambiental: Avaliação de Impactos Ambientais e Relatório de Impactos Ambientais – AIA/RIMA.

Bibliografia

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PHILIPPI JR., A.; ROMÉRO, M.A.; BRUNA, G.C. (editores). Curso de Gestão Ambiental. 2ª edição. Barueri, SP: Manole, 2014. (Coleção Ambiental).

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Ementa: Tecnologias alternativas; Conceitos agroecológicos; Produção de metano a nível mundial e crédito de carbono no meio rural; Uma visão crítica e mitigação de C; Biodigestores e compostagem; Hortas urbanas e possíveis elementos tóxicos; Aquicultura urbana como fonte de alimentos; Competitividade de sistemas agroindustriais, uma discussão sobre a competitividade em sistemas tradicionais versus sistemas agroecológicos; Adequação ambiental de propriedades rurais; Mudanças climáticas globais e a agropecuária brasileira; Energia alternativa em grandes cidades; Crédito de carbono nas indústrias.

Bibliografia:                      

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Ementa: História natural das doenças. Séries históricas. Causalidade. Fatores ambientais como determinantes de doenças. Delineamentos epidemiológicos. Principais tipos de estudos epidemiológicos. Epidemiologia descritiva. Indicadores da ocorrência de doenças em populações. Análises de risco. Vigilância epidemiológica.

Bibliografia
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VIEIRA, S. Introdução à Bioestatística. Rio de Janeiro: Editora Elsevier. 2016.

Ementa: Bem-estar, cinco liberdade, cinco domínios e qualidade de vida; Criação animal, sustentabilidade, biossegurança e o bem-estar animal. Antropormofização e o bem-estar animal. Ambiência e bem-estar na avicultura. Ambiência e bem-estar na suinocultura. Ambiência e bem-estar na bovinocultura. Bem-estar de peixes. Bem-estar dos animais de companhia. Bem-estar do animais usados para esporte. O uso de animais em ensino e pesquisa. Aspectos econômicos relacionados ao bem-estar animal. Transporte,abate e eutanásia.

Bibliografia

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YAMAMOTO, M.E.; VOLPATO, G.L. Comportamento Animal. Natal, RN: Editora da UFRN, 2006.

Ementa: Empreendedorismo e o empreendedor, empreendedorismo e as organizações, empreendedorismo no Brasil e no mundo. Características empreendedoras. Empreendedorismo na área da saúde, negócios ambientais e sustentáveis. Auto-avaliação das características empreendedoras.  Novos negócios e tendências, plano de negócios e modelos de negócios. Tipos de Inovação: produtos, processos, serviços e marketing. Inovação radical ou incremental. O Processo de Inovação Tecnológica. Teorias econômicas e desenvolvimento tecnológico. Economia solidaria e a inovação social. Inovação e Competitividade Empresarial: estratégias tecnológicas empresariais. O papel do Estado no apoio ao desenvolvimento tecnológico. Políticas Públicas para Ciência, Tecnologia e Inovação. Proteção à Propriedade Intelectual. Redes de empresas inovadoras e sociais, incubadoras e parques Tecnológicos e Startups e seu papel no desenvolvimento econômico.

 

Bibliografia

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TIGRE, P.B. Paradigmas Tecnológicos e Teorias Econômicas da Firma. Revista Brasileira de Inovação, v.,n.4, jan./jun., 2005.

TIGRE, P.B. Gestão da inovação – a economia da tecnologia no Brasil. Rio de Janeiro, Editora Campus (capítulos 5 e 9), 2006.

Total LINHA DE 23 cred. 0h

LINHA DE PESQUISA 3: MONITORAMENTO E ATENÇÃO À SAÚDE HUMANA, ANIMAL E DO AMBIENTE

Ementa: Princípios, desenvolvimento e produção de métodos de avaliação da exposição humana a microorganismos, proteínas e patógenos ambientais; definições de bioindicadores ambientais, biomarcadores ambientais, índices de biodiversidade e riqueza, biomassa aérea e caracterização estrutural de cobertura vegetal de ecossistemas; microrganismos indicadores da qualidade ambiental e métodos moleculares utilizados para sua identificação; genotoxidade e sua aplicação como indicador de saúde ambiental; associações na relação saúde-ambiente-sociedade;  comissão sobre determinantes sociais da saúde, vulnerabilidade e sobreposição de riscos; matriz de indicadores.

 

Bibliografia

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Ementa:

Conceitos básicos de imunologia; Teoria da higienização; Imunidade das mucosas; Exposição a alérgenos; Tolerância imunológica; Resposta imune inata; Medidas para identificação de fatores de risco.

 

Bibliografia

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PARHAM, P. O sistema Imune. Artmed, 2011.

Ementa: Conceitos básicos de microbiologia. Introdução das técnicas bacteriológicas básicas. Introdução as técnicas parasitológicas básicas. Conceitos básicos de biologia molecular. Introdução às técnicas moleculares gerais (PCR qualitativa e quantitativa, sequenciamento de ácidos nucleicos e eletroforese). Conteúdo Prático: Técnicas bacteriológica. Isolamento de bacteriano e identificação morfológica. Quantificação de bactérias por nmp (número mais provável). Coliformes fecais. Técnica parasitológica: Técnica de Hoffman adaptada. Técnica de Flutuação de ovos e oocistos. Técnicas moleculares: Extração de ácidos nucleicos. PCR. Eletroforese de gel de agarose.

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TORTORA, G. J.; FUNKE, B. R.; CASE, C. L.  Microbiologia. 12. ed. Porto Alegre: Artmed, 2017.

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WATSON, J. D. et al. Biologia molecular do gene, 5a ed. Artmed, 2006.

Periódicos atuais sugeridos e disponibilizados na ocasião da realização da disciplina.

Ementa:

Definição e caracterização de saúde única (One Health). Surgimento e evolução histórica da saúde única. Relações harmônicas e desarmônicas entre animais, vegetais, pessoas e ambiente e seus impactos à saúde. Espécies vegetais e animais invasoras e as consequências à saúde humana, animal e ambiental.  Saúde do coletivo. Relações entre animais domésticos (de companhia ou Pets), animais de produção (agronegócio) e silvestres (selvagens ou mantidos em recintos criatórios) com saúde e ambiente. Aspectos políticos, econômicos, culturais, hábitos alimentares, geográficos, migrações humanas e rotas migratórias de animais, sociais e globalização que interferem na manutenção da saúde. Esforços e estratégias internacionais da organização mundial da saúde (OMS), Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) e Organizações das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) para a promoção da saúde única e redução da disseminação de doenças. Promoção e Educação em Saúde. Estratégia Saúde da Família, Programa Ambientes Verdes Saudáveis e Escolas Promotoras da Saúde. Caça e consumo de animais silvestres sem inspeção sanitária e os riscos à saúde humana e animal, zoonoses. Antropização, desmatamento, efeito estufa. Descarte e destino dos resíduos sólidos urbanos, de medicamentos e resíduos de saúde e contaminações ambientais. Serviços ecossistêmicos.

 

Bibliografia

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Total LINHA DE 18 cred. 0h

Coordenação

Andrea Roberto Bueno Ribeiro

Possui graduação em Zootecnia pela Universidade de São Paulo (1994), Mestrado em Animal Science pela University of Nebraska, Lincoln (1997), Doutorado em Zootecnia pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (2002) e Pós-doutorado pela Embrapa Pecuária Sudeste (2009). Tem experiência na área de Zootecnia, com ênfase em Comportamento animal, Bem-estar animal, Adaptação e Tolerância ao calor.

Estrutura de pesquisa

Área de concentração Saúde Ambiental

L1: DIREITO E EDUCAÇÃO NA INTERFACE SAÚDE, ANIMAL E AMBIENTE


TUTELA JURÍDICA EM SAÚDE AMBIENTAL (5C)

Líder: Gabrielle Kölling


BIOÉTICA, BEM-ESTAR E DIREITO DOS ANIMAIS (3C)


PERÍCIA E AVALIAÇÃO DE IMPACTO AMBIENTAL: APLICABILIDADE NO CONTEXTO DA SAÚDE AMBIENTAL. (5C)


EDUCAÇÃO E COMUNICAÇÃO (4C)


NANOTECNOLOGIA E SUSTENTABILIDADE APLICADA À SAÚDE AMBIENTAL (3C)


POLÍTICAS PÚBLICAS E RESPONSABILIDADE JURÍDICA EM SAÚDE AMBIENTAL (3C)


L2: BIOSSEGURANÇA, EFICIÊNCIA E SUSTENTABILIDADE


EMPREENDEDORISMO E GESTÃO DA INOVAÇÃO NA ÁREA DA SAÚDE E NEGÓCIOS AMBIENTAIS SUSTENTÁVEIS (4C)


GESTÃO AMBIENTAL, SUSTENTABILIDADE E GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS (5C)


SEGURANÇA DOS ALIMENTOS E SAÚDE DA POPULAÇÃO(5C)


INTRODUÇÃO À ANÁLISE EPIDEMIOLÓGICA (4C)


TÓPICOS AVANÇADOS EM BEM-ESTAR ANIMAL E AMBIÊNCIA (3C)


INSTRUMENTOS DE COLETA E ANÁLISE DE DADOS: ABORDAGENS QUANTITATIVA E QUALITATIVA (4C)


L3: MONITORAMENTO E ATENÇÃO À SAÚDE HUMANA, ANIMAL E DO AMBIENTE


INFLUÊNCIA DA EXPOSIÇÃO AMBIENTAL NA IMUNIDADE (3C)


INDICADORES DE SAÚDE AMBIENTAL (5C)


SAÚDE ÚNICA: ESTRATÉGIA TRANSDISCIPLINAR PARA SAÚDE GLOBAL (4C)


TÉCNICAS LABORATORIAIS APLICADAS AO DIAGNÓSTICO E AO MONITORAMENTO AMBIENTAL (5C)


Descrição dos Projetos

Parcerias

A inserção social no Programa de Mestrado Profissional em Saúde Ambiental se faz pela atuação dos egressos difundindo o conhecimento construído, contribuindo e, muitas vezes, atuando como agentes de transformação para o desenvolvimento de estratégias e soluções na área da Saúde Ambiental, em diferentes instituições e diversos setores do país. Soma-se a estas as atividades, projetos e parcerias em desenvolvimento pelo Programa descritas no blog do Programa.

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