Mestrado Profissional em Bem Estar Animal

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Inscrições Encerradas


Campus


Mensalidade

Estrutura do Programa

Duração: 24 meses

Aulas: A grande maioria das aulas ocorrem no período da noite entre segunda-feira e quinta-feira. Algumas aulas ocorrem aos sábados.

Mensalidade:  R$ 1.650,75

Local:

Apresentação

O Mestrado em Saúde e Bem-Estar Animal é o único mestrado profissional, no Brasil reconhecido pela CAPES/MEC, que desenvolve estudos sobre Bem-Estar Animal. O Bem-Estar Animal é uma ciência nova que estuda tanto a dimensão física quanto mental e comportamental dos animais; e é uma das prioridades da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE).

A sociedade tem se estruturado de maneira a formar a família multiespécie, e tem apresentado interesse por produtos que venham de uma cadeia produtiva em que houve incorporação de medidas de bem-estar animal. Entretanto, por ser uma ciência nova, muitos profissionais não tiveram formação na sua graduação em bem-estar e, no seu dia-a-dia de trabalho, se deparam com situações que não conseguem solucionar. Esta é a função primeira do Mestrado Profissional, acolher diferentes profissionais, com nível superior, que precisam se qualificar em temática específica; no caso em questão, o bem-estar animal.

Apresentação

O Programa de Mestrado Profissional em Saúde e Bem-Estar Animal tem como meta atender a demanda e as exigências crescentes da área de bem-estar animal, particularmente àquelas que envolvem a clínica médica, a medicina veterinária preventiva, defesa sanitária e saúde pública, a produção animal, os animais silvestres, a gestão/empreendedorismo, a educação em saúde e a inspeção e tecnologia de alimentos, podendo, ao longo do tempo e necessidade, incorporar novas áreas de atuação.

Objetivos

O objetivo geral é estimular o espírito crítico de profissionais, capacitando-fomentando e aprimorando suas habilidades na análise dos diferentes sistemas que envolvam animais, elaborando soluções de mitigação do comprometimento do bem-estar deles, com vistas à inovação.

Como objetivos específicos capacitar o profissional a:

  1. identificar de maneira técnica, crítica e científica (não passional) os sistemas que comprometam o bem-estar animal;
  2. elaborar e implantar programas de bem-estar animal nos sistemas de criação animal, sendo eles de produção, de companhia, de laboratório ou silvestres;
  3. elaborar e implantar programas de bem-estar animal nos atendimentos aos animais de companhia, seja em relação ao animal ou em relação ao seu proprietário;
  4. elaborar e implantar medidas de bem-estar animal em relação aos pacientes de doenças crônicas e aqueles hospitalizados;
  5. identificar métodos substitutivos ao uso de animais no ensino, na pesquisa e indústria, com a elaboração de material consultivo e de divulgação;
  6. identificar e desenvolver técnicas de comunicação que permitam a transferência de tecnologia de bem-estar animal;
  7. identificar e avaliar, rotineiramente, as tendências tecnológicas e de inovação na área de bem-estar animal;
  8. identificar e compreender a legislação como ferramenta fundamental para o estabelecimento do bem-estar animal;
  9. incorporar novas atitudes, amadurecer o espírito crítico pessoal, se tornando, além de um conhecedor técnico da área, um educador em bem-estar animal.

Histórico

Em maio de 2015 a CAPES autorizou o funcionamento do Programa e, em agosto de 2016, a primeira turma de mestrandos deu início aos trabalhos efetivos do Programa de Mestrado Profissional em Saúde e Bem-Estar Animal.

Público-Alvo

O Mestrado Profissional em Saúde e Bem-Estar Animal direciona-se aos profissionais que precisam se capacitar incorporando em sua área de atividade conhecimento relacionado ao Bem-Estar Animal.

Dissertações e Defesas

As dissertações defendidas são enviadas para a biblioteca e ficam disponíveis para consulta de todos no formato digital. As dissertações também estão listada no blog do programa, no link: mestradobemestaranimalfmu.wordpress.com

As defesas são públicas e anunciadas com antecedência. Veja as próximas defesas:
mestradobemestaranimalfmu.wordpress.com

Processo Seletivo

Ingresso de novos Alunos

O processo seletivo para ingresso de novos alunos consiste basicamente em 4 etapas.

  1. Inscrição on-line (sendo efetivada apenas após o pagamento da taxa)
  2. Entrega dos documentos presencialmente na secretaria
  3. Realização das provas
    • Prova de conhecimento específico
    • Prova de segundo idioma
  4. Entrevista

Após passar por essas etapas, a banca examinadora irá avaliar e validar o material entregue e disponibilizarão o resultado na data indicada no edital.

Mais detalhes estarão disponíveis nos editais publicados.

Matriz Curricular

Disciplinas Obrigatórias

Ementa:

A disciplina apresenta e discute os princípios de ética, moral, bem-estar animal e os paradigmas quanto à visão do homem sobre os animais no caminhar do tempo. E, ainda os aspectos bioéticos das relações entre os seres humanos nos usos e costumes da atualidade.

Bibliografia:

Bentham J. Uma introdução aos princípios da Moral e da Legislação. São Paulo: Abril Cultural; 1984. p. 63. (Os Pensadores)

BROOM, D.M; FRASIER, A.F. Comportamento e bem-estar de animais domésticos.São Paulo: Manole. 2012. 452p.

CUBAS, Z.S., SILVA, J.C.R.; CATÃO-DIAS, J.L. (Eds), Tratado de Animais Selvagens: medicina veterinária. São Paulo:Roca.1997.

DEL-CLARO, K. Comportamento Animal. Uma Introdução à Ecologia Comportamental. Jundiaí: Livraria Conceito. 2004. v.1. 132p.

DEL-CLARO, K.; PREZOTO, F. As distintas faces do comportamento Animal. São Paulo: Sociedade Brasileira de Etologia/Editora e Livraria Conceito. 2003. v. 1. 276 p.

Dias E. C. A defesa dos animais e as conquistas legislativas do movimento de proteção animal no Brasil. Fórum de Direito Urbano e Ambiental.Belo Horizonte: Editora Fórum; 2004. p. 1918-26.

ECKERT, C. Fisiologia animal. Mecanismos e adaptação. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000.

Feijó A. Utilização de animais na investigação e na docência: uma reflexão necessária. Porto Alegre: EDIPUCRS; 2005. p. 145.

Felipe S. T. Ética e Experimentação Animal: fundamentos abolicionistas. Florianópolis: UFSC; 2007. p. 45.

GRADIN T; JOHNSON, C. O Bem-Estar dos animais: proposta de uma vida melhor para todos os bichos. São Paulo: Rocco. 2010. 336 p.

Guimarães M. A., Mázaro R. Princípios Éticos e Práticos do Uso de Animais de Experimentação. São Paulo: UNIFESP; 2004.

HARRISON, R. Animal Machines. London:CABI., 2013.

HARKNESS, J.E.;WAGNER, J.E. Biologia e clínica de coelhos e roedores. São Paulo: Roca, 1993.

HELLEBREKERS, L.J. Dor em animais. São Paulo: Manole,2002. 172p

JENSEN, P. The ethology of domestic animals-an introductory text. London:CABI. 218p.

MARTIN, P. and BATESON, P. Measuring behaviour: an introductory guide. Cambridge:Cambridge University Press, 1993. 221p.

Naconecy C.M. Ética e Animais: um guia de argumentação filosófica. Porto Alegre: EDIPUCRS; 2006. p. 234.

Rodrigues D. T. O direito dos animais: uma abordagem ética, filosófica e normativa. Curitiba: Juruá; 2005.

Ementa:

Objetivos: Transmitir os conceitos modernos de empreendedorismo e liderança para demonstrar a necessidade dos temas no desenvolvimento econômico e social brasileiros. Conscientizar da importância do empreendedorismo para o país, e contextualizar o empreendedorismo como ferramenta fundamental à criação de novos negócios. Viabilizar o aprendizado dos alunos, colocando em prática os conteúdos aprendidos. Construir portifólio de soluções. Ementa: a disciplina apresenta os conceitos modernos de empreendedorismo e liderança, fomentando a mudança de comportamento, o empresário dever ser empreendedor, a competição deve se transformar em cooperação e o indivíduo deve abstrair de si e considerar a sociedade. – PROGRAMA: – Empreendedorismo e o empreendedor. – Empreendedorismo e as organizações. – Empreendedorismo no Brasil e no mundo. – Características empreendedoras. – Auto-avaliação das características empreendedoras. – Novos negócios e tendências. – Plano de negócios e modelos de negócios Forma de avaliação: Apresentação de seminários, apresentação de trabalho e prova dissertativa.

Bibliografia:

BORGES, C. FERREIRA, V. R. S.; TETE, M. F. Empreendedorismo sustentável: proposição de uma tipologia e sugestões de pesquisa. Revista de Empreendedorismo e Gestão de Pequenas Empresas, v. 2, n.1, p. 77-100, 2013.

BERNARDI, L. A. Manual de Empreendedorismo e Gestão. São Paulo: Editora Atlas, 2003. 314p.

COLLINS, J. Empresas feitas para vencer. São Paulo: HSM, 2013. 368p.

DOLABELA, F. Oficina do Empreendedor – A metodologia de ensino que ajuda a transformar conhecimento em riqueza. Rio de Janeiro: Cultura, 2008.

DOLABELA, F. O Segredo de Luísa. Rio de Janeiro: Cultura, 1999. 304p.

DORNELAS, J. C. A. Empreendedorismo Corporativo. Rio de Janeiro: Campus, 2011.

DORNELAS, J. C. A. Empreendedorismo na Prática – Mitos e Verdades do Empreendedor de Sucesso. Rio de Janeiro: Campus, 2011.

DORNELAS, J. C. A. Empreendedorismo – Transformando idéias em negócios. Rio de Janeiro: Campus, 2013.

DORNELAS, J. C. A. TIMMONS, J. A. ZACHARAKIS, A. SPINELLI, S. Planos de Negócios que Dão Certo – Um guia para pequenas empresas. Rio de Janeiro: Campus, 2007.

Pedrozo, E. A.; PEREIRA, B. A. D. Empreendedorismo coletivo é possível? uma análise do processo de constituição de relacionamentos cooperativos em rede. Revista da Administração, v. 12, p. 204-228, 2013.

Introdução aos conceitos básicos da metodologia científica. A investigação científica. Projeto de pesquisa: pergunta, problema, hipótese, objetivos, material e métodos, cronograma. Análise estatística, análise dos resultados. Discussão dos resultados contrapondo com a literatura científica. Conclusões. Linguagem científica. Como montar uma apresentação.

Bibliografia:

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14724: informação e documentação, trabalhos.

BRENNER, E. de M.; JESUS, D. M. N. Manual de planejamento e apresentação de trabalhos científicos. São Paulo: Atlas. 2007. 66 p.

CERVO, A.L.; BERVIAN, P.A.; DA SILVA, R. Metodologia científica. 6. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall. 2007. 242 p.

DE ANDRADE, M. M. Introdução a Metodologia do Trabalho Científico. 10. ed. Atlas. 2010. 174 p.

DE CASTRO, F. L. Pesquisa para iniciantes. 2. ed. Lumen Juris. 2013. 97 p.

DYNIEWICCZ, A. M. Metodologia da pesquisa em saúde para iniciantes. Difusão. 2010. 92 p.

ESTEVAM, I. Manual de Métodos e Técnicas de pesquisa científica. 10. ed . Impetus. 2013. 382 p.

FAZENDA, I. C. A. Metodologia da pesquisa educacional. 12. ed. Cortez, 2010. 216 p.

FLICK, U. Introdução à metodologia de pesquisa – Um guia para iniciantes. Penso. 2012. 256 p.

MATIAS-PEREIRA, J. Metodologia e Técnicas de Pesquisas. 3. ed. Atlas. 2012. 151 p.

MONTEIRO, G.T.R.; DA HORA, H.R.M. Pesquisa em Saúde Pública- Como desenvolver e validar instrumentos de coleta de dados. Appris. 2014. 110 p.

NOBREGA, M.H. Estratégias de Comunicação em grupo: Como se apresentar em eventos empresariais e acadêmicos. São Paulo: Atlas. 2007. 160 p.

SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Cortez, 2000. 304 p.

Ementa:

Introdução à medicina baseada em evidências. Pesquisa de material relevante nas principais bases de dados. Bireme e Scielo: a iniciativa brasileira. Leitura crítica de artigos selecionados (seminários).

Bibliografia:

BERNARDO, W.M. Prática clínica baseada em evidência. Rio de Janeiro: Elsevier, 2006.

CALLEGARI-JACQUES, S.M. Bioestatística: Princípios e aplicações. Artmed, 2007

GIL A.C. Como elaborar projetos de pesquisa. 5ª. Ed. Editora Atlas, 2010.

GOMES, M.M. Medicina baseada em evidências: princípios e práticas. Rio de Janeiro: Reichmann & Affonso, 2001.

KEENE, B.W. Towards evidence-based veterinary medicine. J. Vet. Intern. Med, v. 14, n. 2, 118–119, 2000.

RAMEY, D.W.; ROLLIN, B.E. Ethical aspects of proof and “alternative” therapies. J. Am. Vet. Med. Assoc, v. 218, n. 3, p. 343–346, 2001.

ROSENTHAL, R.C. Evidence-based medicine concepts. Veterinary Clinics of North America: Small Animal Practice, v. 34, n. 1, p. 1-6, 2004.

SCHMIDT, P.L. Evidence-based veterinary medicine. Veterinary Clinics of North America: Small Animal Practice. v.37, n.3, 2007.

TUFTE, E.R. The visual display of quantitative information. 2a Ed., Graphics Pr., 2001.

A disciplina apresenta e discute métodos e recursos de educação e comunicação, estratégias socioeducativas, ferramentas de pesquisa participativa a serem utilizados na promoção da saúde e bem-estar dos animais.

Bibliografia:

ALBUQUERQUE, C. Educação sanitária: planejamento, avaliação dos resultados, método SOMA. Goiânia: Kelps, 2012. 223p.

BIEGING, P., BUSARELLO, R. I., ULBRICHT, V. R., OLIVEIRA, L. Tecnologia e novas mídias: da educação às práticas culturais de de consumo. São Paulo: Pimenta Cultural, 2013. 274p.

BUSARELLO, R. I., BIEGING, P., ULBRICHT, V. R. Mídia e educação: novos olhares para a aprendizagem sem fronteiras. São Paulo: Pimenta Cultural, 2013. 172p.

CITELLI, A. O. ; COSTA, M. C. C. (ORGS.). Educomunicação: construindo uma nova área do conhecimento. São Paulo: Paulinas, 2011.

FRANÇA, V. V. HOHLFEIDT. A. Teorias da comunicação. Conceito, escolas e tendências. Rio de Janeiro: Vozes, 2011.

GRAMIGNA, M. R. Jogos de empresa. São Paulo, Pearson, 2010. 180p.

GRAMIGNA, M. R. Jogos de empresa e técnicas vivênciais. São Paulo, Pearson, 2010. 142p.

LUPERINI, R. Dinâmica e jogos nas empresas: método, instrumento e práticas de treinamento. Petrópolis: Vozes, 2008, 175p.

MARTINS, F. J. Uma experiência de formação continuada na educação do campo. Revista Ciência em Extensão, São Paulo, v.3, n.2, p.20-26, 2007.

NOBREGA, M. H. Estratégias de comunicação em grupo: como se apresentar em eventos empresariais e acadêmicos. São Paulo: Atlas, 2007.

PENTEADO, H. D. Pedagogia da comunicação. São Paulo: Cortez, 1998.

RIBEIRO, F. P. Paulo Freire na Comunicação e os meios de “comunicados”. Rizoma, v. 1, n. 2, p. 78, 2013.

Total Disciplinas Obrigatórias 14 cred. 210h

Disciplinas Eletivas

Linha 1:  Bem Estar Animal e Bioética

Estudo das doenças de caráter crônico abrangendo cães e gatos com doenças endócrinas, dermatológicas, gastrentéricas, renais, cadiológicas, neurológicas e oftálmicas.

Bibliografia:

Andrade, S.F. Manual de Terapêutica Veterinária. Editora Rocca. 2a ed. 2000.

Bichard, S.J.; Scherding, R.G. Saunders Manual of Small Animal Practice. WB Saunders Company . 2nd ed, 2000.

Bonagura, J. et al. Kirk´s Current Veterinary Therapy XIII. WB Saunders Company. 12th ed. 2000.

Di Bartolla, S.P. Fluid Therapy in Small Animal Practice. 1st ed. Philadelphia, Saunders Company, 2005.

Ettinger SJ, Feldman EC (ed) Textbook of Veterinary Internal Medicine: Diseases of the Dog and Cat. W B Saunders Co, 5th ed, 2000.

Feldman, E.C., Nelson, R.W. Canine and Feline Endocrinology and Reproduction. WB Saunders Co. 3rd ed, 2004.

Fox, P.R. Textbook of canine and feline cardiology. WB Saunders Company. 2nd ed, 1999.

Greene, C. Infectious diseases of the dog and cat. WB Saunders Company. 2nd ed, 2005.

Guilford, W.D. et al. Strobeck´s Small Animal Gastroenterology. WB Saunders Company. 3rd ed, 1996.

Nelson RW, Couto CG. Small Animal Internal Medicine. Mosby-Year Book. 2nd ed, 1998.

Scott, D.; Muller, D.W. Griffin, C.E. Muller and Kirk’s Small Animal Dermatology. WB Saunders Co. 6th ed, 2000.

Particularidades dos cães e gatos gravemente enfermos e do ambiente hospitalar. Práticas e terapias comuns na internação.

Bibliografia:

Hackett, T. B.; Mazzaferro, E. M. Veterinary Emergency and Critical Care Procedures. Blackwell Publishing. 2006

Kirk, Bistner´s. Handbook of Veterinary Procedures and Emergency Treatment. Ed Elsevier. 8th Ed, 2010

Bichard, S.J.; Scherding, R.G. Saunders Manual of Small Animal Practice. WB Saunders Company . 2nd ed, 2000.

Di Bartolla, S.P. Fluid Therapy in Small Animal Practice. 1st ed. Philadelphia, Saunders Company, 2005.

Guilford, W. D. et al. Strobeck´s Small Animal Gastroenterology. WB Saunders Company. 3rd ed, 1996.

Objetivo: Ao final da disciplina o pós-graduando deve ser capaz de reconhecer os mecanismos fisiológicos que permeiam o estresse do animal. Saber reconhecer comportamentos relacionados ao estresse fisiológico. Conteúdo: Bem-estar animal. Mecanismos fisiológicos que desencadeiam o estresse: sistema nervoso autônomo e eixo hipófise-hipotálamo-adrenal. Comportamentos estereotipados relacionados ao estresse. Estresse em animais atletas. Estresse em animais de companhia. Estresse em animais de produção.Estresse em animais confinados. Influência do estresse na qualidade dos subprodutos de origem animal. Justificativa: Um baixo nível de estresse é necessário e saudável para que o animal possa desempenhar diferentes atividades, porém, é a sobrecarga de estresse, chamada de distresse, que é relevante para a medicina, uma vez que, esse nível pode se tornar prejudicial. A sobrevivência de um animal frente a uma situação ameaçadora desencadeia respostas de estresse, que consiste em uma rede complexa de sistemas biológicos, que incluem componentes neurovegetativos, endócrinos e comportamentais. A sensação de bem-estar e a interação social dos animais é consequência de uma harmonização das respostas adequadas desses mecanismos biológicos. Entretanto, uma resposta inadequada pode desencadeiar uma série de alterações endócrinas, metabólicas, auto-imunes e psiquiátricas, caracterizando o distresse. Muitos profissionais desconhecem os comportamentos relacionados ao estresse. É de suma importância para o profissional da área a capacidade de reconhecer as manifestações periféricas que os animais apresentam quando estão em um quadro de distresse. Vários erros da terapêutica ou do manejo dos animais devem-se àfalta de conhecimento conciso de comportamentos relacionados ao estresse. Nesse sentido, o aprofundamento desse conhecimento proporciona uma eficiência no tratamento e no manejo baseados em evidências científica. Forma de Avaliação Prova dissertativa, estudos dirigidos, apresentação de seminários.

 

Bibliografia:

ADAMS, H. R. Booth: Farmacologia e terapêutica em veterinária.8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003.

BARROS, C.M.; DI STASI, L.C. Farmacologia Veterinária. 1 ed. Manole, 2012.

BROOM, D.M.; FRASER, A.F. Domestic Animal Behaviour and Welfare. 4ed. Oxford: CABI, 2013.

BROOM; D.M.; JOHNSON, K.G. Stress an Animal Welfare. London: Chapman & Hall, 1993.

BRUNTON, L.L.; LAZO, J.S.; PARKER, K.L. Goodman e Gilman: As bases farmacológicas da terapêutica. 12 ed. McGraw-Hill, 2012.

CONSTANZO, L.S. Fisiologia. 2.ed. Rio de Janeiro:Elsevier, 2004

FUCHS, F.D.; WANNMACHER, L. Farmacologia Clínica. 3 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2010.

GRANDIN, T.; DEESING.M.J. Genetics and the Behavior of Domestic Animals. 2 ed. Elsevier, 2013.

HALL, J.E.; GUYTON, A.C. Guyton e Hall: Tratado de Fisiologia Médica. 12. ed. Elsevier, 2011.

KLEIN, B.G. Cunningham Tratado de Fisiologia Veterinária. 5 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,2014.

MOYES, C. D.; SCHULTE, P. M. Princípio de Fisiologia Animal. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2010.

PARDI, M. C.; SANTOS, I. F.; SOUZA, E. R. e PARDI, H. S. Ciência, Hiegiene e Tecnologia da Carne. 1. ed. Goiânia: UFG, 1996.

RANG, H.P.; RITTER, J.M.; FLOWER, R. Farmacologia Rang. 7 ed. Elsevier. 2012.

REECE, W.O.Dukes Fisiologia dos animais domésticos.12. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007.

SPINOSA, H.S.; GÓRNIAK, S.L.; BERNARDI, M.M. Farmacologia aplicada à medicina veterinária. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2011.

Total Disciplinas Eletivas 10 cred. 150h

Disciplinas Eletivas

Linha 2:  Bem Estar Animal e Bioética

A disciplina aborda a relação parasita/hospedeiro, as consequências dela para o animal, o ambiente e o homem. Discute os principais indicadores da área da saúde e as estratégias de profilaxia.

Bibliografia:

AMORIM, M.M.; TOMAZI,L.; SILVA,R.A.A.;GESTINARI, R.S.;FIGUEIREDO,T.B. Avaliação das condições habitacionais e de saúde da comunidade quilombola boqueirão, Bahia, Brasil. Bioscience Journal, Uberlândia, v. 29, n 4, p. 1049 a 1057, 2013.

BERNE, A. C.; SCAINI, C. J. ; VILELLA, M. ; PEPE, M.S.; HAUPENTHAL L.E.; GATTI, F.A. A ; BERNE, M. E. A. Presença de coccídios e outros enteroparasitos em uma população de crianças no município de Rio Grande do Sul, Brasil. Revista de Patologia Tropical, v. 41, p. 93-96, 2012.

CABRAL, M.G.C.; DATTOLI, V.C.C.; LIMA,A.D. Enteroparasitoses e condições socioeconômicas e sanitárias em uma comunidade Quilombola. Revista de Patologia Tropical, v 39, p. 48-55, 2010.

ELSHEIKA,H.M; KHAN,N.A. Parasitism: The Diversity and Ecology of Animal Parasites. 1 ed. Caister Academic Press, UK, 2011.

LOGES, L. A.; CADEMARTORI, B,.G.; FARIAS,N.A.R. Seroprevalence and associated factors to Toxoplasma gondii infection in blood donors in Southern Brazil. Revista Panamericana de Infectologia, v. 14, p. 27-31, 2012.

LUDWIG, K.M.; RIBEIRO,A.L.T.; CONTE, A.O.C.; DECLEVA, D.V.; RIBEIRO,J.T.D. Ocorrência de enteroparasitoses na população de um bairro da cidade de Cândido Mota-SP. Journal Health Sciences Intitute, v 30,n 3, p 271-276, 2012.

MARCONDES, C. B. Entomologia Médica e Veterinária. 2º ed., Atheneu, Rio de Janeiro, 2011.

MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância Epidemiológica. Doenças infecciosas e parasitárias: guia de bolso, 8. ed. rev., Brasília (DF): Ministério da Saúde, 2010.

NEVES, D. P. Parasitologia Humana. 12. ed. São Paulo: Atheneu, 2011.

REY, L. Bases da parasitologia médica. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010.

ROBERTS,L.S.; JANOVY,J.J. Foundations of Parasitology. 9 ed. Mc Graw-Hill Science,USA, 2012.

ROCHA, A. Parasitologia. Editora Rideel, São Paulo, 2013.

SANGENIS, L. H. C.; SEBASTIÃO, R. A. L.; MELLO,C. X., CARDOSO, D. T.; MELLO, J. N.; SANTO, M. C. C. E.; TAVARES, W. Expansão da leishmaniose visceral no estado do Rio de Janeiro, Brasil: relato do primeiro caso autóctone no município de Volta Redonda e a dificuldade de diagnóstico, São Paulo. Revista do Instituto de Medicina Tropical de São Paulo, v.56, n3, junho 2014.

VERONESI, R., FOCACCIA, R. Tratado de Infectologia, 4ª ed. Atheneu, São Paulo, 2010.

TAVARES, W; MARINHO, L. A. C. Rotinas de diagnóstico e tratamento das doenças infecciosas e parasitárias. 3ª ed. São Paulo: Atheneu; 2012.

A disciplina apresenta os conceitos de saúde, relação parasita/hospedeiro, a cadeia de transmissão das doenças e o sistema de atendimento à saúde do Brasil.

Bibliografia:

AITH F.M.A. Marcos legais da promoção da saúde no Brasil / Legal framework of health promotion in Brazil. Rev Med (São Paulo), v.92, n.2, p. 148-154, 2013.

ALEXANDRE, L.B.S.P. Epidemiologia aplicada nos serviços de saúde. 1ª ed, São Paulo: Martinari, 2012, 310p.

JULIANO, E.F.G.A.; FEUERWERKER, L.C.M.; COUTINHO, S.M.V.; MALHEIROS , T.F. Racionalidade e saberes para a universalização do saneamento em áreas de vulnerabilidade social. Ciência e Saúde Coletiva, v.17, n.11, p. 3037-3046, 2012.

MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância Epidemiológica. Doenças infecciosas e parasitárias: guia de bolso, 8. ed. rev., Brasília (DF): Ministério da Saúde, 2010.

RAZZOLINE, M.T.; GUNTHER, W.M.R. Impactos na saúde das deficiências de acesso a água. Saúde e Sociedade São Paulo, v.17, n.1, p. 21-32, 2008.

ROCHA, A. Parasitologia. São Paulo: Rideel, São Paulo, 2013, 448p.

ROQUETE, F., AMORIM, M., BARBOSA, S., SOUZA, D., CARVALHO, D.. Multidisciplinaridade, interdisciplinaridade e transdisciplinaridade: em busca de diálogo entre saberes no campo da saúde pública. Revista de Enfermagem do Centro-Oeste Mineiro, 2013. Disponível em: http://seer.ufsj.edu.br/index.php/recom/article/view/245/361. Acesso em: 02 Jun. 2014.

SAMICO, I.; FELISBERTO, E. FIGUEIRÓ, A.C.; FRIAS, P.G. Avaliação em saúde: Bases conceituais e operacionais. Rio de Janeiro: MedBook, 2010, 196p.

THRUSFIELD, M. Veterinary Epidemiology. 3 ed., Oxford: Blackwell Science, 2007, 584p. TORRES, R.M.C.; BITTENCOURT, S.A.; OLIVEIRA, R.M.; SIQUEIRA, A.S.P.; SABROZA, P.C.; TOLEDO, L.M. Uso de indicadores de nível local para análise espacial da morbidade por diarreia e sua relação com as condições de vida. Revista Ciência e Saúde Coletiva, v. 18, n.5, p.1441-1450, 2013.

VERONESI, R., FOCACCIA, R. Tratado de Infectologia, 4ª ed., v.1 e v. São Paulo: Atheneu, 2010.

Total Disciplinas Eletivas 7 cred. 105h

Coordenação e Corpo Docente

Profa. Paula Andrea de Santis Bastos

Estrutura de pesquisa

Área de Concentração Mestrado Profissional em Bem Estar Animal

Linha de Pesquisa 1 - Bem-Estar Animal e Bioética


Os animais de produção tiveram uma grande importância no desenvolvimento das civilizações humanas, especialmente para a obtenção de roupas, alimentos e transporte. Cães e gatos, entre outros animais de pequeno porte, assim como muitos animais de fazenda, foram domesticados e tratados como animais de companhia, tendo muitas vezes desenvolvido uma relação mais próxima e até mesmo de afeto com seus donos (Broom; Fraser, 2007). Com a revolução industrial, no início do século 20, e a crescente necessidade de produtos de origem animal, somados à visão cartesiana vigente na época, desenvolveram-se, no mundo, sistemas de criação animal que pareciam ser extremamente eficientes e produtivos, com alta concentração de animas por área, chamados sistemas industriais. Todavia esse modelo de produção começou a ser questionado, especialmente a partir da publicação do livro Animal Machines de Ruth Harrison (1964), onde estudos mostraram que os animais não se adaptavam à intensificação, e que essa falha de ajuste a este sistema trazia sérios comprometimentos a estes. Os resultados foram então ratificados em estudos mais modernos que culminaram também com o desenvolvimento na sociedade, em geral, de uma visão mais crítica sobre o uso de animais tanto para produção, ensino e pesquisa. De forma contrária, mas também preocupante, ao que aconteceu com os animais de produção, uma crescente antropormofização vem acontecendo com os animais de companhia, fenômeno este que infere ao animal características humanas, tratando-o como se assim o fosse. Esta condição também tem trazido comprometimento ao bem estar dos animais, que mesmo em situação aparente de conforto, não conseguem ter suas necessidades atendidas, apresentando com frequência desvios de comportamento, estereotipias e saúde comprometida. Assim, para que haja uma adequação e/ou substituição desse paradigma no uso e convívio com os animais, sejam eles de companhia, produção ou silvestres, é necessário a incorporação de conceitos técnicos e mais aprofundados de bem-estar e de bioética na atividade diária do profissional, estimulando-o a atuar de forma diferente e transformando-o em educador, um multiplicador e um agente de mudanças para a melhoria do bem estar dos animais e da relação homem-animal.

Linha de Pesquisa 2 - Saúde Animal e Saúde Pública


Uma das cinco liberdades que devem ser respeitadas para um animal estar em bom estado de bem-estar é “estar livre de lesões e doenças”. Entretanto, o critério de saúde da Organização Mundial de Saúde (OMS) relata que o indivíduo deve estar em relativo equilíbrio físico, social e mental, o que vem de encontro ao conceito de bem-estar animal em que devem ser respeitadas as cinco liberdades. Portanto, o animal deve estar livre de fome e sede, livre de lesão e doença, livre de desconforto e dor, livre para expressar o comportamento natural e livre de medo e angústia. O atendimento às cinco liberdades, conferindo alto grau de bem-estar, propicia, ao animal, condição de equilíbrio físico, comportamental e mental. Entretanto, nem sempre é possível manter esse estado, e o desequilíbrio na relação parasita/hospedeiro se estabelece propiciando a ocorrência de doença. No estreito contato dos animais com o homem, fato este mais comum nas últimas duas décadas, pela incorporação dos animais de companhia para junto do núcleo familiar, e a convivência com as pessoas dentro de casa, estabelecesse uma contínua proximidade que facilita, em muito, a propagação de agentes infecciosos patogênicos dos animais para o homem. Dessa forma as doenças de caráter zoonótico ocorrem. Deve-se considerar também, que as alterações de comportamento, o stress resultando das relações homem/animal, havendo humanização de cães coadunam para a ocorrência de doença no animal, pois os estados mental/emocional dele interfere diretamente a função do sistema imune, havendo, então, imunossupressão. Outro ponto a ser levantado é a ocorrência de processos patológicos relacionados ao avanço da idade do animal. Pela incorporação de técnicas diagnósticas que permitiram a intervenção terapêutica de maneira mais precoce, pela melhora da alimentação, pelo resultado de pesquisas que possibilitaram um maior tempo de vida dos animais, particularmente os de companhia, é possível conviver com cães e gatos de idade bastante avançada. Situação essa, apesar de muito confortante, pois é muito bom conviver com os animais que amamos, é difícil do ponto de vista da ocorrência de doenças, de caráter crônico, relacionadas ou não à senilidade. Dentro da área de concentração Saúde e Bem-Estar Animal, a linha de pesquisa Saúde Animal e Saúde Pública tem a incumbência de acolher os projetos que atuam diretamente com o os processos de doença, independente da natureza etiológica deles, sendo ou não de interesse em saúde pública. Assim, o profissional deverá estender o olhar sobre o paciente crônico e/ou terminal, sobre aquele com doença psicossomática, sobre a relação com o proprietário e com a população geral. Neste contexto, a interdisciplinaridade das áreas de saúde animal, saúde pública e bem-estar contribuirá para o desenvolvimento de pesquisas, que melhorem a qualidade de vida dos animais e do homem.

Descrição dos Projetos

Os proprietários de cães atópicos responderão a um questionário que terá como objetivo caracterizar o temperamento desses pacientes, comparando-os a cães não atópicos para avaliação de correlação entre ansiedade e prurido.

O transtorno da acumulação de animais, é uma psicopatologia caracterizada pela aquisição de muitos animais, que por sua vez, são mantidos em espaços inadequados, onde os cuidados básicos de saúde, alimentação e bem-estar são negligenciados. As pessoas que sofrem deste transtorno agem por sentimentos de compaixão e pena por animais errantes e vítimas de maus tratos, e por este motivo, acabam levando-os para casa, apresentando intensa dificuldade em posteriormente, doá-los. Porém, as condições de vida que os acumuladores oferecem a estes animais e o ambiente em que vivem também são caracterizadas como maus tratos. Este projeto de pesquisa tem por objetivo geral caracterizar o perfil de acumuladores de animais no município de São Paulo, bem como as interferências deste relacionamento sobre o bem-estar dos animais envolvidos.

O conceito de bem-esta vem sendo aprimorado e atualmente entende-se que este vai além do animal ter boa saúde e expressar comportamentos naturais ou estar livre de fome, sede, lesões e doenças, condições descritas nas cinco liberdades. Assim, o termo bem-estar está relacionado com o atendimento das necessidades comportamentais dos animais e o alívio das consequências negativas de fatores de estresse, aumentando a qualidade de vida e promovendo sentimentos positivos. O convívio mais estreito com as pessoas, em especial em grandes metrópoles, promoveu um aumento de problemas comportamentais e estresse nos animais, sendo necessária, assim, a identificação das necessidades destes, neste novo contexto, e de alternativas para supri-las. O objetivo neste projeto é avaliar o comportamento e parâmetros fisiológicos relacionados ao bem-estar de animais tanto no atendimento veterinário, canis, abrigos, domicílios, esporte, em condições de confinamento em geral, de forma a criar alternativas para minimizar as condições de estresse, priorizando o bem-estar destes.

As raças compostas Brangus-Ibagé e Canchim foram desenvolvidas no Brasil em fazendas governamentais que atualmente são Unidades da Embrapa e abrigam, ainda, os rebanhos originais. São importantes opções em sistemas de cruzamento e há demandas do setor produtivo por melhorias em algumas de suas características. O objetivo geral portanto, é ampliar a base de fenótipos, de genótipos e os estudos de características não convencionais para a aplicação futura no desenvolvimento de linhagens das referidas raças. Características não convencionais são aquelas relacionadas à resistência aos parasitas (carrapatos e helmintos), temperamento, qualidade de carne e carcaça, eficiência reprodutiva, emissão de metano e eficiência alimentar residual.

A saúde é um estado de completo bem-estar, físico, mental, social e espiritual. A medicina integrativa objetiva a melhoria da qualidade de vida, considerando todos os fatores que influenciam a manutenção da saúde do corpo, da mente e do espírito. O objetivo foi avaliar a eficácia na qualidade de vida da associação da vibração à distância, segundo técnica de apometria, como complementar ao tratamento convencional das diferentes neoplasias em cães.

Com esse projeto procuramos enriquecer informações acerca de ocorrência de parasitas e/ou doenças parasitárias em diversas regiões do Estado de São Paulo.

 

Este projeto foi delineado com o objetivo de avaliar alternativas de utilização de recursos genéticos e estratégias de manejo visando à melhoria da eficiência de produção e da qualidade da carne e do couro de ovinos produzidos na região Sudeste do Brasil. Os planos de ação que o compõem contemplam estratégias de cruzamento entre raças e atividades de várias outras disciplinas (bioclimatologia, comportamento animal, ciência da carne, nutrição animal, reprodução animal e sanidade animal), delineadas de maneira a se complementarem, visando gerar informações com foco na produção eficiente de carne e de pele ovinas de qualidade. Em médio prazo esperasse definir estratégias de cruzamento entre raças ovinas e estratégias de manejo de animais de diferentes grupos genéticos para a produção eficiente de carne e de pele ovinas de qualidade. Em longo prazo espera-se obter estimativas de efeitos aditivos e heteróticos para características de importância econômica e grupos compostos com elevada retenção de heterose para características de importância econômica, que poderão ser avaliados, selecionados.

Avaliação dos comportamentos empreendedores em médicos veterinários com objetivo de analisar a atividade empreendedora na área.

Quinze cavalos adultos terão a veia cefálica canulada por um cateter totalmente implantado de silicone, modelo Life-Port® Titânio Infantil 7,5 Fr. Após a implantação, serão realizados exames radiográficos para visualização da disposição do cateter (radiopaco) na veia cefálica, identificação de sua proximidade com a articulação metacarpofalangeana e avaliação da dispersão, durante 30 minutos, de soluções contendo contraste radiopaco não iônico infundidas através do cateter.

O projeto Medicina Veterinária do Coletivo é um desdobramento do grupo de Medicina Veterinária do Coletivo da FMU. Este projeto visa a estruturação e execução de ações técnicas de apoio zoosanitário e bem-estar animal em atenção ao indivíduo ou situação de vulnerabilidade. Estas situações têm por base a complexidade envolvendo o acúmulo de animais, a superpopulação de cães e gatos errantes ou semidomiciliados, o abandono de cães, cavalos, jegues, entre outros pelos seus proprietários, os cães e gatos em abrigos entre tantas outras situações que envolvem animais em situação de vulnerabilidade.

Analise do fluxo de atendimento no hospital veterinário para avaliar indicadores de desempenho e o impacto da adoção de procedimentos de bem-estar animal no hospital.

A evolução do tratamento por fisioterapia será avaliada em relação a parâmetros de dor e conforto em um grupo de animais.

Perfil laboratorial das endoparasitoses de cães e gatos manejados com BEA em um abrigo do município de São Paulo.

Projeto de pesquisa em que grupos são selecionados para trabalhos (ações) de educação em saúde e os dados (informações) são meticulosamente registrados dando origem a trabalhos tipicamente acadêmicos. A pesquisa e a ação acontecem simultaneamente.

A atividade de criação de peixes está entre os setores de produção primária que apresentam maior potencial de crescimento no território brasileiro, todavia os impactos que esta pode trazer ao meio ambiente, à sociedade e ao bem-estar desses animais devem ser considerados. Desta forma este projeto tem como objetivo principal estudar as necessidades e demandas dos sistemas de criação e das diversas espécies, desenvolvendo técnicas de manejo que tenham como princípio o bem-estar animal, o equilíbrio agroecológico e a sustentabilidade da criação.

A visão de proprietário/cuidador de animais sobre possíveis intoxicações alimentares e uma comparação

entre proprietários/cuidadores de animais que frequentam clínicas particulares e hospital escola.

É um projeto transferência de tecnologia em educação em saúde e bem-estar animal. À partir do diagnóstico de situação, avaliação de prioridades há desenvolvimento de técnicas e práticas educativas e de comunicação direcionadas às atividades a serem desempenhadas, adequando-se a mensagem produzida para uma linguagem internalizada pelo público envolvido, com posterior aferição e avaliação da incorporação das medidas de bem estar. Ressalta-se o trabalho associado e complementar com alunos, do ensino fundamental ou médio, como agentes disseminadores das informações no núcleo familiar e na sociedade.

Comparação da visão de proprietário/cuidador de cadelas submetidas a mastectomia completa ou parcial antes e diferentes meses após a cirurgia.

Produção

A produção bibliográfica do Programa está relacionada direta e/ou indiretamente ao bem-estar dos animais, sejam eles de companhia, de produção ou selvagens. Desta maneira uma diversidade de temas compõem os artigos publicados, como os aspectos relacionados à saúde animal, à saúde pública, a vulnerabilidade de determinados animais e situações, a eficiência da gestão e empreendedorismo, a produção animal e entre outros.

Tanto produções bibliográficas quanto produções técnicas estão disponíveis no blog do programa no endereço: https://mestradobemestaranimalfmu.wordpress.com

Secretaria

Coordenação Profa. Dra. Paula A. S. Bastos
E-mail: paula.bastos@fmu.br

Horário de atendimento: Segunda a Sexta das 8h às 21h;
Sábado das 8h às 16h Fone: +55 (11) 3346-6233
Ramal:1521 Endereço: Rua Vergueiro, 101/107 – 1º Andar – Liberdade
CEP: 01504-001 – São Paulo – SP E-mail: joelma.silva@fmu.br

Blog do programa Acesse o blog do programa com novidades e notícias: mestradobemestaranimalfmu.wordpress.com

Página atualizada em 07/11/2018 às 11h23