Mestrado Profissional em Administração em Governança Corporativa

Inscrições Abertas

de 07/05/2018 a 03/08/2018


Mensalidade

Apresentação

Objetivos

O MPA-GC estabelece como objetivo central construir para a sociedade, em geral, e para as organizações, em particular, novos e avançados conhecimentos sobre Governança Corporativa, por meio da capacitação de profissionais e da divulgação de produção intelectual e técnica, embasados em fundamentos científicos e metodologias pertinentes.

Objetivos acadêmicos específicos
Para contribuir com esses ideais o MPA-GC define como seus objetivos específicos:

1) Formar profissionais capacitados a partir da pesquisa aprofundada e aplicada, orientada ao mercado de trabalho e às instituições que promovem a governança corporativa;
2) Criar um ambiente propício ao aumento da capacidade crítica e analítica de docentes e alunos acerca das ações que interfiram na governança corporativa e na sustentabilidade dos processos organizacionais;

3) Criar uma profícua aproximação para a construção, disseminação e compartilhamento de conhecimentos sobre o tema que resultem em melhoria contínua dos processos de gestão nas empresas;
4) Construir uma ambiência capaz de gerar novos conhecimentos aplicados à governança corporativa por meio do debate de experiências profissionais, pesquisa e produção científica aplicada e técnica pertinente;
5) Promover o estabelecimento de uma rede de pesquisadores e profissionais voltados ao tema, potencializando sua inserção no mercado de forma qualificada;
6) Provocar o pensamento analítico e reflexivo, estimulando a pesquisa e o desenvolvimento de equacionamentos sustentáveis com soluções criativas e novas técnicas de gestão;
7) Capacitar o profissional para que promova a gestão aderente aos princípios da governança corporativa com pensamento científico sistemático e criativo, observando as exigências relacionadas às questões éticas das boas práticas profissionais.

Público Alvo

Destinados a profissionais de administração ou áreas afins.

Perfil do Egresso

O perfil do Mestre em Administração em GC a ser formado deverá apresentar as seguintes competências exigidas pelo mercado:

a) Capacidade reflexiva, analítica e crítica sobre a realidade da sociedade e as estruturas organizacionais modernas;
b) Potencial para a articulação mobilização e aplicação de recursos e conhecimentos voltados à área de concentração e linhas de pesquisa nas organizações;
c) Competência para a identificação de situações e apresentação de propostas realistas e sustentáveis para as organizações;
d) Aperfeiçoamento profissional contínuo e constante, com o reconhecimento de instrumentos e desenvolvimento de sólidas competências profissionais;
e) Capacidade de produção científica aplicada às necessidades das organizações, com conhecimento acerca das diversas técnicas que estão envolvidas no campo da administração e da governança corporativa;
f) Capacidade de perceber, dentro de uma visão abrangente e culta, a organização e a sinergia entre as partes que a compõem, mantendo os interesses coletivos acima dos individuais.
g) Conhecer a formalização das políticas, códigos e guias de governança corporativa;
h) Identificar as funções do conselho de administração e suas relações com os executivos;
i) Identificar o perfil da esfera comportamental entre gestores e proprietários;
j) Compreender como alinhar e fortalecer os direitos dos shareholders;
k) Ter ferramentas para melhorar o ambiente de controladoria nas organizações;
l) Lidar com a transparência e “disclosure” as informações;
m) Assegurar a sustentabilidade dos negócios.

O aluno egresso poderá assumir ocupações nos seguintes segmentos de mercado:

a) Consultorias. Atuação para estruturação e aprimoramento da GC das organizações, trabalhando junto não só a empresas de capital aberto, mas também em empresas que demandam conhecimentos aprofundados de governança, incluindo pequenas e médias empresas de diferentes segmentos econômicos, organizações em processo de sucessão, fusões e aquisições, entre outras situações;
b) Corporações. Os egressos estarão capacitados a trabalhar em várias frentes: montagem e estruturação da GC; elaboração de políticas de governança, ética, transparência para o público interno e externo;

 

 

funções da alta administração ou diretoria, para a as quais o conhecimento específico em GC apoiará a tomada de decisão; instruções sobre códigos de conduta e legislação específica para a governança; aprimoramento de auditoria, certificação, advocacia, recursos humanos e outras atividades correlatas;
c) Proprietários e Sucessores. Dentre o público interessado no curso de MPA-GC, estão também proprietários de empresas e herdeiros de várias gerações que possam se capacitar para estruturar a governança de sua empresa, resolvendo problemas como: sucessão dos proprietários e do CEO; governança familiar; estabelecimento de um conselho de administração; aspectos legais da governança; códigos de ética; boas práticas; sustentabilidade; treinamento de pessoal; liderança; empreendedorismo; gestão de pessoas, entre outras;
d) Conselheiros. Dentre o público interessado no curso, estão também conselheiros de administração, comumente profissionais com ampla experiência profissional. Estes profissionais podem buscar conhecimentos mais avançados em governança corporativa – assunto de grande demanda aos conselhos – ou mesmo uma formação voltada à pesquisa nesta área, o que os capacitaria a lecionar, escrever artigos e materiais de ensino e desenvolvimento da governança;
e) Setor Educacional. O MPA-GC irá formar docentes com alta experiência profissional, alinhada à formação acadêmico-científica, podendo lecionar o tema “governança corporativa”, que vem demandando cada vez mais docentes especializados, em: MBAs, cursos de graduação em Administração, Contabilidade, Finanças e Direito, cursos de formação in-company e universidades corporativas, além de Mestrados Profissionais stricto sensu;
f) Carreira de Pesquisa. Neste sentido, há ainda a possibilidade do egresso seguir a carreira de pesquisa neste amplo campo, com a complementação de programas de doutorado, embora não seja esta a finalidade do MPA-GC. A carreira de pesquisa pode ocorrer no âmbito da universidade, em organizações de pesquisa públicas e privadas e organismos ou agências de regulação. Esta frente de trabalho precisa ainda de melhor compreensão científica por meio, por exemplo, da Teoria da Agência ou perspectivas outras como a Teoria de Stewardship e outras técnicas e instrumentos;
g) Governo. Muitas organizações do governo demandam gerenciamento moderno que incorpore os princípios de governança corporativa e podem ser objeto de atuação de especialistas neste tema.

Infraestrutura

As cinco salas de aula destinadas ao programa, possuem, de forma permanente, 5 projetores multimídia, TVs com respectivo DVD e flip-charp. Necessidades de outros equipamentos como aparelho de som, gravadores ou instrumentos adicionais de vídeo conferencia podem ser supridas por meio dos serviços institucionais de audiovisuais da instituição. Adicionalmente, a comunidade acadêmica tem à sua disposição, para realização de atividades acadêmicas, palestras e eventos, auditórios com capacidade para 150, 250 e 350 lugares, que podem ser utilizados sempre que for necessário. Estão disponíveis também laboratórios dedicados exclusivamente às atividades do stricto sensu, composto por 20 máquinas de última geração ligadas em rede à Internet.

Os equipamentos possibilitam o desenvolvimento de diversas atividades de ensino e de extensão, que estão em processo de rápido crescimento na instituição. O programa de mestrado acadêmico em administração pode contar com o acesso à ampla base de dados PROQUEST, EBSCO e CAPES, o que facilita sobremaneira a qualidade do referencial teórico nos artigos e dissertações. Outras bases estão disponíveis para pesquisa conforme listadas no item “bibliotecas”. Os laboratórios de informática estão devidamente programados para o ensino de métodos quantitativos e qualitativos e buscas bibliográficas nas bases de dados digitais, além de ambiente adequado para estudo nas bibliotecas. A FMU dispõe de laboratório e espaços exclusivos para funcionamento dessas necessidades.

INFORMAÇÕES GERAIS SOBRE O PROGRAMA

O Programa de Mestrado Profissional em Administração (MPA) – Governança Corporativa é o primeiro mestrado aprovado neste tema no Brasil pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – CAPES. O programa vem a suprir uma oferta de conhecimento ainda incipiente no ambiente acadêmico paulista e nacional. Este tema tem sua raiz na evolução das corporações e diz respeito à complexa relação entre propriedade e gestão das empresas, particularmente aquelas que operam com capital aberto, sem excluir outras formas de partilha dos recursos gerados pela acumulação de capital. De fato, o tema ganha corpo para redimir conflitos entre a propriedade e a gestão empresarial e os interesses mais gerais do mercado de capitais.

CONCEPÇÃO GERAL DO MPA

O mestrado profissional está concebido para ser um curso importante, voltado para uma profissão de mercado fora da academia, embora sem restringir ou inibir tal carreira. Este é o caso do MPA – Governança Corporativa – GC, focado para o profissional que atua neste campo de conhecimento ou que nele pretende adentrar.

O foco do que se pretende atingir envolve necessariamente a formação de profissionais que, embora com habilidades de docência e pesquisa, possa agregar valor do conhecimento científico e teórico às atividades externas à academia, estando apto a utilizar a forma de raciocinar típica do método científico no quotidiano de trabalho das organizações.

No campo profissional a necessidade de especificar a demanda a ser atendida nas atividades práticas é maior que no campo acadêmico, delimitando por este critério a área de conhecimento a ser ofertada, como é o caso em Governança Corporativa.

CONHECIMENTO PROFISSIONAL COMO ATIVO

O MPA deve reconhecer que o conhecimento profissional acumulado na área de sua vocação é um ativo relevante. Nos mestrados acadêmicos, este ativo é relativamente depreciado. No profissional, ele deve ser devidamente lapidado pela metodologia científica para ganhar dimensão que incorpore valor na prática profissional, esta eminentemente prática e aplicada. Sendo assim, o perfil ideal do candidato é marcado também pela experiência acumulada em gestão, além do treinamento formal, que é condição necessária, mas não suficiente, para uma prática profissional socialmente útil e responsável como é o caso de GC.

A GOVERNANÇA CORPORATIVA – GC

Além de ter demanda focada e de se constituir em um campo de aplicação prática, o curso de MPA-GC busca uma clara identificação da especialização profissional do gestor, com um corpo de conhecimentos bem delineado, mais comumente identificado com códigos e manuais de boas práticas, mas que tem profundas implicações nas funções administrativas. Embora tributário principalmente da administração, da economia e da contabilidade, este corpo de conhecimentos está restrito a um conjunto de teorias, métodos, técnicas e ferramentas voltadas a atividades definidas exatamente pelas variáveis que dizem mais respeito à regulamentação que busca dirimir conflitos entre proprietários e gestores, na busca constante por construir organizações sustentáveis em termos econômico-financeiro, social e ambiental. O conhecimento e as práticas da GC têm uma enraizada evolução no contexto da administração, particularmente nos últimos anos.

O Programa de Mestrado Profissional em Administração com área de concentração em Governança Corporativa – MPA/GC foi recomendado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – CAPES, em 2013.

Processo Seletivo

Informações Gerais
O Mestrado Profissional em Administração – Governança Corporativa é um Programa de estudos Stricto Sensu recomendado pela CAPES. Anualmente, o MPA-GC oferece 20 vagas e o curso tem a duração de 2 anos. As aulas são ministradas predominantemente as quintas e sextas-feiras, das 19h às 23h e aos sábados das 8h às 12h. Após o cumprimento dos créditos de disciplinas, as atividades concentram-se, sobretudo em orientação e no desenvolvimento da dissertação. Atividades de orientação, estudos, pesquisas e eventos complementares à formação do mestrando poderão demandar a presença em algumas tardes.

As exigências para o candidato participar do processo seletivo para ingresso no mestrado são sempre descritas em edital próprio, disponibilizado nesse site. Fique atento!

Descritivo de Bolsas

Regulamento para concessão de bolsa institucional do programa de suporte aos mestrados acadêmico e profissional – Descritivo de Bolsas

Integração com a Graduação

Todos os Professores do Programa também atuam na Graduação e Professores e alunos mesmo da graduação integram os Grupos de Pesquisa cadastrados no CNPq e certificados pela Instituição. Participam igualmente dos Grupos os mestrandos e alunos da graduação que desenvolvem projetos de pesquisa em iniciação científica nas mesmas linhas do programa. Além disso, o Programa integra-se com a Graduação por diversos outros meios: 1 – pela atuação obrigatória dos Professores do Programa na Graduação; 2 – por meio do Programa de Iniciação Científica que oferece bolsa de iniciação científica aos alunos que desenvolvem suas pesquisas relacionadas à área de concentração do Programa e às suas linhas de pesquisa; 3 – por meio do incentivo ao desenvolvimento das pesquisas visando ao TCC na área de concentração do Programa; 4 – por meio da política institucional de acesso preferencial ao corpo docente da Graduação, de mestres formados pelo Programa; 5 – pela participação ativa dos docentes do Programa na revisão e atualização dos conteúdos programáticos e no estabelecimento de eventos da Graduação, tais como palestras, conferências, entre outras atividades, relacionadas com a área de concentração do programa; 6 – pela participação de docentes da Graduação tanto na orientação de Iniciação Científica, Trabalhos de Conclusão de Curso sobre temas relativos à área de concentração do Programa quanto por sua integração nos Projetos de Pesquisa e no Grupo de Pesquisa, cadastrados no CNPq sobre temas relativos ao Programa; 7 – pela participação dos discentes da Graduação em atividades e pesquisas do programa, tais como palestras, seminários e demais eventos acadêmicos, inclusive pela possibilidade que têm de assistirem às defesas de dissertação de mestrado, com atribuição de horas para validação de atividades complementares a que estão sujeitos na graduação; 8- pela ocorrência de política institucional favorecendo a participação de professor do programa no NDE- Núcleo Docente Estruturante da Graduação; 9-pelo incentivo à produção científica em coautoria de professores do programa com professores da graduação. Assim, por meio desses procedimentos e estratégias tanto a Graduação quanto o Programa de Mestrado têm sido reciprocamente beneficiados com as atividades conjuntas, as interações e, sobretudo, com as pesquisas e produções comuns, resultantes em publicações, trabalhos de Iniciação Científica e Trabalho de Conclusão de Curso.

Fórum de Administração FMU

O Fórum Integrado de Pesquisas em Administração é uma iniciativa dos Programas de Pós-graduação Scrito Sensu em Administração (Mestrado em Administração e Mestrado Profissional em Administração em Governança Corporativa) do Centro Universitário das Faculdades Metropolitanas Unidas. Este fórum acadêmico e científico tem como objetivo promover o intercâmbio de conhecimento entre pesquisadores. Nesse espaço são facilitadas as discussões de tópicos contemporâneos pertinentes à administração e às áreas afins, com destaque às boas práticas de pesquisa. No Fórum os pesquisadores, alunos de Graduação, Especialização e MBA, Mestrado e Doutorado tanto da FMU como das Instituições externas estão convidados a apresentar seus projetos de pesquisas e artigos científicos. As sessões, em formato de Apresentação de Pôsteres,  possibilitam a discussão de temas de interesse dos participantes com a comunidade científica. São realizadas também Mesas Redondas com pesquisadores de referência na área de Administração que promoverão debates sobre a qualidade da pesquisa científica.

Recursos de Informática

Estão disponíveis também laboratórios dedicados exclusivamente às atividades do stricto sensu, composto por 20 máquinas de última geração ligadas em rede à Internet, com sistema operacional Microsoft Windows XP, Microsoft Office 2007, Linguagens de Programação, @Risk, SPSS, entre outros softwares para uso dos alunos e docentes.

As salas de aula contam ainda com tecnologia wi-fi, com acesso à internet, que detém link dedicado às pesquisas necessárias.

O MPA-GC conta com acesso à ampla base de dados PROQUEST, EBSCO e CAPES, o que facilita sobremaneira a qualidade do referencial teórico nos artigos e dissertações. Os laboratórios de informática estão devidamente programados para o ensino de métodos quantitativos e qualitativos e buscas bibliográficas nas bases de dados digitais, além de promover um ambiente adequado para o estudo nas bibliotecas.

Periódicos FMU em Administração

A Revista Metropolitana de Sustentabilidade – RMS
A RMS é fruto de um trabalho coletivo de pesquisadores atuantes em diversas áreas acadêmicas, notadamente em temas voltados para o Desenvolvimento Sustentável, baseado nas três dimensões ou esferas da sustentabilidade: ambiental, social e econômica. Em 2011, o projeto foi concebido por um núcleo de professores de Administração, Direito, Economia, Engenharias e Ciências Ambientais das Faculdades Metropolitanas Unidas – FMU, com o intuito de ofertar a comunidade científica um veículo de comunicação digital, de estudos e pesquisas referenciados ao Desenvolvimento Sustentável. A revista RMS se apoia em seu Comitê Científico e em seu Conselho Editorial para a condução da proposta editorial.

Mais informações acesse o site www.revistaseletronicas.fmu.br/index.php/rms

Revista Metropolitana de Governança Corporativa – RMGC
A revista RMGC teve sua concepção iniciada em março de 2014. O maior objetivo dessa revista é o de gerar produção intelectual e acadêmica nas áreas de administração e afins que discutam a governança corporativa.

A RMGC se destina a publicação de contribuições científicas e práticas na temática Governança corporativa, tais como sucessão dos proprietários e do CEO; governança familiar; estabelecimento de conselhos de administração; aspectos legais da governança; códigos de ética; modelos de gestão, recursos tecnológicos, sustentabilidade; treinamento de pessoal; liderança; empreendedorismo; gestão de pessoas, entre outras.

Mais informações acesse o site:

www.revistaseletronicas.fmu.br/index.php/RMGC

INOVAE – Journal of Engineering and Technology Innovation
Tem como objetivo responder aos problemas da engenharia mundial, valorizando principalmente a engenharia brasileira com um escopo de publicações focada na inovação, tecnologia e sustentabilidade. Edita três números anuais, quadrimestralmente, publicando estudos inéditos e originais de pesquisadores acadêmicos e profissionais atuantes em organizações públicas e privadas, nacionais ou internacionais. Sua principal missão é a de criar um organismo de discussão sob a luz da engenharia, em áreas como a logística, saneamento, energia e a ciência dos dados. Abordando os seguintes temas:

a difusão do conhecimento experimental;
ensaios voltados a concepção de novos modelos matemáticos;
a criação de simulações preditivas;
a combinação de ideias em projetos para novos processos, produtos, serviços ou métodos de operação.
A INOVAE dá espaço a engenharia de projeto, significativamente para amparar e apoiar o legado técnico científico brasileiro, fomentando a atualização do conhecimento nas empresas de engenharia, estimulando o desenvolvimento de um repositório de conteúdo local. Promovendo a socialização antecipada do conhecimento para fortalecer a demanda sustentável futura da engenharia de projeto brasileira.

 

Fale Conosco

Secretaria do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu
Fone: +55 (11) 3346-6233 – Ramal:1521
Horário de atendimento: Segunda a Sexta das 8h às 21h – Sábado das 8h às 16h
Endereço: Rua Vergueiro, 101/107 – 1º Andar – Liberdade
CEP: 01504-001 – São Paulo – SP
E-mail: joelma.silva@fmu.br

Área de Concentração

Áreas de Concentração

Governança Corporativa: A Governança Corporativa é o sistema pelo qual as empresas são dirigidas e controladas, almejando o equilíbrio entre a busca de lucratividade e os objetivos de sustentabilidade. Sua estrutura encoraja o uso eficiente de recursos e requer a promoção da transparência para aqueles que os empossam. As práticas de governança têm como objetivo alinhar os interesses dos indivíduos, das empresas e da sociedade. Este tema tem grande relevância para mercado de capitais e o profissional de administração, em diferentes funções nas organizações.

 

Há uma crescente demanda para a formação teórica e prática neste tema, não havendo um curso stricto sensu voltado a esta disciplina, embora no país e no exterior a produção acadêmica e técnica tenha aumentado e contado com a promoção de organizações empresariais, oficiais e não governamentais para sua difusão. Esse tema é de importância para todos os tipos de empresas, de diferentes os setores de atividades e particularmente relevante aos países emergentes.

Matriz Curricular

Bloco I – (Metodologia Cientifica e Técnicas de Pesquisa)

Área(s) de Concentração: Governança Corporativa

Ementa: Perfil e histórico da administração como ciência. Desenho de pesquisa, amostragem e questões éticas. O uso de teoria, hipóteses, questões de pesquisa e variáveis em pesquisa. Softwares e ferramentas em pesquisa científica. Instrumentalização para a pesquisa bibliográfica. Elaboração de proposta de pesquisa. Ética na pesquisa científica.

Bibliografia:
VOLPATO, G. Ciência: da filosofia à publicação. São Paulo: Editora Cultura Acadêmica, 2013.
VOLPATO, G. Administração da Vida Científica. 1st ed. São Paulo: Editora Cultura Acadêmica, 2009.
CRESWELL, J. W. Projeto de pesquisa: método qualitative, quantitative e misto. São Paulo: Bookman, 2010.
EISENHARDT, K. M.; GRAEBNER, M. E. Theory building from cases: opportunities and challenges. Academy of Management Journal, v. 50, n. 1, p. 25-32, 2007.
DYER, W. G.; WILKINS, A. L. Better stories, not better constructs, to generate better theory: a rejoinder to Eisenhardt. The Academy of Management Review, v. 16, n. 3, p. 613-620, 1991.
MURRAY, D. That’s Interesting!: Towards a Phenomenology of Sociology and a Sociology of Phenomenology. Philosophy of the Social Sciences, v. 1, n. 309, 1971.
COOPER, H. M. The integrative research review. Beverly Hills, CA, 1984.
FAPESP. Código de boas práticas científicas. São Paulo, 2011.
PRATT, M. G. For the lack of a boilerplate: tips on writing up (and reviewing) qualitative research. Academy of Management Journal, v. 52, n. 5, p. 856-862, 2009.
SLAVIN, R. E. Educational research in the age of accountability. New York: Pearson, 2006.
ACEVEDO, C. R.; NOHARA, J. Monografia no curso de administração. São Paulo: Atlas, 2007.
TELLES, R. A efetividade da matriz de amarração de Mazzon nas pesquisas em Administração. Revista de Administração da Universidade de São Paulo, v. 36, n. 4, 2001.
RIBEIRO, H.C.M., MURITIBA, S. N., MURITIBA, P. M.. Perfil e Crescimento dos Temas “Governança Corporativa” e “Estratégia”: Uma Análise dos Últimos 11 Anos nos Periódicos da Área de Administração no Brasil. Revista Gestão e Regionalidade, v. 28, n. 82, 2012.
SILVEIRA, A. M., BARROS, L. A. B. C., FAMA, R. Qualidade da Governança Corporativa no Brasil e os fatores que a determinam. Anais do Encontro da Associação Nacional de Programas de Pós-Graduação em Administração. (Anais). São Paulo: ENANPAD, 2004.
GIL, Antonio Carlos. Métodos e Técnicas de Pesquisa Social. São Paulo: Atlas, 1994.
HAIR JR, JOSEPH F.; BABIN BARRY; MONEY ARTHUR H.; SAMOUEL PHILLIP. Fundamentos de Métodos de Pesquisa em Administração. 1. ed. Porto Alegre, RS, Bookman, 2005.
MARTINS, Gilberto de Andrade. Metodologia da investigação científica para ciências sociais aplicadas. São Paulo: Atlas, 2009.
SELLTIZ, C. et. al. Métodos de pesquisa nas relações sociais. 2.ed. São Paulo: E.P.U., v. 2, 3. 1987.

Área(s) de Concentração: Governança Corporativa

Ementa: Medidas de tendência central e dispersão. Distribuições de frequência. Distribuições amostrais. Conceitos de amostragem. Estimação intervalar. Testes de significância Paramétricos. Testes de significância não-paramétricos. Análise de Variância. Aplicações em negócios com o software Microsoft Excel e SPSS (Statistical Package for Social Sciences).

Bibliografia:
ANDERSON, D.R.; SWEENEY, D.J.; WILLIAMS, T.A. Estatística Aplicada à Administração e Economia. 2 ed. São Paulo: Cengage Learning, 2008. 597 p.
BUSSAB, W.O.; MORETTIN, P.A. Estatística Básica. 5 ed. São Paulo: Editora Saraiva, 2003. 521 p.
COCHRAN, W.G. Sampling techniques. 3rd ed. New York: John Wiley & Sons, 1977. 428 p.
DIMOFTE, C.V.; GOODSTEIN, R.C.; BRUMBAUGH, A.M. A social identity on aspirational advertising: implicit threats to collective self-esteem and strategies to overcome them. Journal of Consumer Psychology, v.25, n.3, p.426-430, 2015.
DOWNING, D.; CLARK, J. Estatística Aplicada. 2 ed. São Paulo: Editora Saraiva, 2002. 351 p.
LAPPONI, J.C. Estatística usando Excel. 4 ed. Rio de Janeiro: Editora Campus, 2005. 496 p.
MAGNIER, L.; SCHOORMAN, J. Consumer reactionsto sustainable packinging: the interplay of visual appearance, verbal claim and environmental concern. Journal of Environmental Psychology, v.44, 53-62, 2015.
MARTINHO, G.; PIRES, A.; PORTELA, G.;FONSECA, M. Factors affecting consumers´choices concerningsustainable packingduring product purchase and recycling. Resources, Conservationg and Recycling, v. 103, p. 58-68, 2015.
SIEGEL, S.; CASTELLAN JR, N.J. Estatística não-paramétrica para ciências do comportamento. 2 ed. Porto Alegre: Artmed, 2006. 448 p.
STEVENSON, W.J. Estatística Aplicada à Administração. São Paulo: Editora Harbra, 1981. 495 p.
YAMANE, T. Elementary sampling techniques. New Jersey: Prentice Hall, 1967. 405p.

Área(s) de Concentração: Governança Corporativa

Ementa: A pesquisa científica e qual é o objetivo da ciência. A compreensão e compreensão do problema de pesquisa: hipóteses, variáveis, constructos, definições operacionais, fidedignidade, validade e escalas. Discussão de métodos de pesquisa, como pesquisa experimental, descritivas, exploratórias, explicativas, documental, expost facto, pesquisas quantitativas e qualitativas (observação participante, estudo de caso, entrevistas em profundidade, técnicas Delphi, entre outras).

Bibliografia:

BARDIN, L. Análise de conteúdo (L. de A. Rego & A. Pinheiro, Trads.). Lisboa: Edições 70, 2009
MARCONI, M. A. & LAKATOS, E. M. Técnicas de pesquisa. SP: Ed. 7ª. Edição, Atlas, 2012.
ACEVEDO, C, NOHARA, Jouliana Jordan. Como Fazer Monografias. TCC – Dissertações – Teses. 4 ed. São Paulo: Atlas, 2013.
HAIR JR, JOSEPH F.; BABIN BARRY; MONEY ARTHUR H.; SAMOUEL PHILLIP.Fundamentos de Métodos de Pesquisa em Administração. 1. ed. Porto Alegre, RS, Bookman, 2005.
Hughes, Michael A; Hayhoe, George F. A Research Primer for Technical Communication: Methods, Exemplars, and Analyse, Taylor & Francis Group, LLC, 2009
GIL, Antonio Carlos. Métodos e Técnicas de Pesquisa Social. São Paulo: Atlas, 1994.
KERLINGER, F. Metodologia da pesquisa em ciências sociais: um tratamento conceitual. São Paulo: EPU/EDUSP, 1980.
MARTINS, Gilberto de Andrade. Estudo de Caso. Uma estratégia de Pesquisa. 2o edição. Atlas. 2008.
SELLTIZ, C. et. al. Métodos de pesquisa nas relações sociais. 2.ed. São Paulo: E.P.U., v. 2, 3. 1987.
VIEIRA, S. Como escrever uma tese. 2.ed. São Paulo: Pioneira, 1994.
YIN, R. Estudo de Caso – Planejamento e Métodos. 3. ed. São Paulo: Bookman, 2005.
BERELSON, Bernard. Content Analysis in communication research. New York: Hafner Press, 1952.
BROWN, Stevenson R.; MELAMED, Lawrence E. Experimental design and analysis. California: Sage Publications, 1990.
CAMPBELL, Donald T.; STANLEY, Julian C. Delineamentos experimentais e quase experimentais de pesquisa. São Paulo: E.P.U. /EDUSP, 1979.
GOODE, W.J.; Hatt, P.K. Métodos em Pesquisa Social. São Paulo, Cia Editora Nacional, 1968.
GIL, Antonio Carlos. Estudo de Caso. São Paulo: Atlas, 2009.
HICKS, Charles R. Fundamental concepts in the Design of Experiments. New York: Oxford University Press, 1993.
McGUIGAN, F. J. Experimental Psychology Methods of research. New Jersey: Prentice-Hall, 1997.
MARTINS, Gilberto de Andrade. Metodologia da investigação científica para ciências sociais aplicadas. São Paulo: Atlas, 2009.
VERGARA, S. Projetos e Relatórios de Pesquisa em Administração. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2004.
VERGARA, S. MÉTODOS DE PESQUISA EM ADMINISTRAÇÃO. São Paulo: Atlas, 2005.

GODOY.Arilda schmidt. A pesquisa qualitativa e sua utilização em administração de empresas. Revista de administração de empresas são paulo, v. 35, n. 4, p. 65-71 jul./ago. 1995
GODOY.Arilda schmidt. Pesquisa qualitativa tipos fundamentais. Revista de administração de empresas São Paulo, v. 35, n.3, p, 20-29 Mai./Jun. 1995
KASSARJIAN, H. Content analysis in consumer research. Journal of Consumer Research, v. 4, issue, 1, p. 8-18, Jun. 1977.
KOLBE, R. H.; BURNETT, M. Content analysis research: an examination of applications with directives for improving research reliability and objectivity. Journal of Consumer Research, v. 18, n. 2, p. 243-248, Sept. 1991.
NEVES, J. L. Pesquisa Qualitativa: características, usos e possibilidades. SP: Caderno de Pesquisas em Administração. V. 1, N. 3, 2º Sem. 1996.
SILVA. Cristiane Rocha, GOBBI. Beatriz Christo, SIMÃO. Ana Adalgisa. O uso da análise de conteúdo como uma ferramenta para a pesquisa qualitativa: descrição e aplicação do método. Organ. rurais agroind., Lavras, v. 7, n. 1, p. 70-81, 2005
TERENCE, Ana Cláudia Fernandes. ESCRIVÃO FILHO. Edmundo. Abordagem quantitativa, qualitativa e a utilização da pesquisa-ação nos estudos organizacionais. XXVI ENEGEP – Fortaleza, CE, Brasil, 9 a 11 de Outubro de 2006
SILVA, C. R.; GOBBI, B. C.; SIMÃO, A. A. O uso da análise de conteúdo como uma ferramenta para a pesquisa qualitativa: descrição e aplicação do método. Lavras: Organ. Rurais Agroind., v. 7, n. 1, 2005, p. 70 – 81.
YUNES, M. A. M.; SZYMANSKI, H. Entrevista reflexiva e grounded-theory. Revista Interamericana de Psicologia, v. 39, n. 3, 2005.

Área(s) de Concentração: Governança Corporativa

Ementa: Atividades voltadas para a discussão teórica, metodológica e técnica sobre o desenvolvimento das dissertações em elaboração: pesquisa científica; ciência e seu objetivo; o trabalho científico; contribuição teórica; componentes de uma dissertação; técnicas de coleta dos dados; amostragem; validade e confiabilidade.

Bibliografia
COOPER, D.R. & SCHINDLER, P.S. Métodos de Pesquisa em Administração. Porto Alegre. Bookman, 2003.
COZBY, P.C. Métodos de Pesquisa em Ciências do Comportamento. São Paulo. Editora Atlas, 2003.
LIMA, M. C. Monografia: a engenharia da produção acadêmica. São Paulo: Saraiva, 2ª ed., 2008.
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LIMA, M. C. Monografia: a engenharia da produção acadêmica. São Paulo: Saraiva, 2ª ed., 2008.
ACEVEDO, C. Monografia no Curso de Administração. 3 ed. São Paulo: Atlas, 2007.
CALDAS, M. Contribuição Teórica: como assim, cara pálida? RAE – Revista de Administração de Empresas. V. 43, n. 3, p. 65-68, julho/setembro 2003.
DOOLEY, D. Social Research Methods. 4th edition. New Jersey: Prentice Hall International, 2001.
SELLTIZ, C. et. al. Métodos de pesquisa nas relações sociais. 2.ed. São Paulo: E.P.U., v. 2, 3. 1987.
SELLTIZ, C et al. Métodos de pesquisa nas relações sociais. São Paulo: Herder, 1967
SUMMERS, J. Guidelines for conducting research and publishing in marketing: from conceptualization through the review process, Journal of the Academy of Marketing Science, v. 29, no. 4, p. 405-415, 2001.
SUTTON, R. I.; STAW, B. M. O que não é teoria? RAE – Revista de Administração de Empresas. V. 43, n. 3, p. 74-84, julho/setembro 2003.
VERGARA, S. Projetos e Relatórios de Pesquisa em Administração. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2004.
VERGARA, S. MÉTODOS DE PESQUISA EM ADMINISTRAÇÃO. São Paulo: Atlas, 2005.
VIEIRA, S. Como escrever uma tese. 2.ed. São Paulo: Pioneira, 1994.
WHETTEN, D. O que constitui uma contribuição teórica? RAE – Revista de Administração de Empresas. V. 43, n. 3, p. 69-73, julho/setembro 2003.
YIN, R. Estudo de Caso – Planejamento e Métodos. 3. ed. São Paulo: Bookman, 2005.

Total Bloco I 8 cred. 120h

Bloco II – (Capacitação na Área de Concentração)

Área(s) de Concentração: Governança Corporativa

Ementa: Estrutura de governança corporativa. Relações entre proprietários, conselho consultivo, conselho de administração e alta administração.
Manuais e códigos de boas práticas, leis de proteção aos investidores, transparência contábil e financeira, auditoria independente e relações fiscais. Implicações da governança sobre as funções administrativas. Principais pressupostos teóricos da governança, como a teoria da agência, stewardship theory, stakeholders e teoria institucional da firma.

Bibliografia:
FERNANDES. Aguinaldo Aragon; ABREU, Vladimir Ferraz. Implantando a Governança de TI: da estratégia à gestão dos processos e serviços, Brasport. 4ª.edição, 2014.
ANDRADE, A.; ROSSETTI, J. P. Governança corporativa: fundamentos, desenvolvimento e tendências. Atlas, 2004.
SOLOMON, J.; SOLOMON, A. Corporate governance and accountability. 3rd ed. London: John Wiley & Sons Inc, 2004.
TRICKER, B. Corporate governance: principles, policies and practices. Oxford: Oxford University Press, 2009.
SUNDARAMURTHY, C., LEWIS, M. Control and collaboration: Paradox of governance, Academy of Management Review, 2003, v.28, n.3,
EISENHARDT, K.M. Agency Theory: An Assessment And Review, Academy of Management. The Academy of Management Review, 1989, V.14, N.1, PP.57-74
Código das Melhores Práticas de Governança Corporativa. 4. ed./ Instituto Brasileiro de Governança Corporativa. São Paulo, SP: IBGC, 2009.
AGUILERA, R. V.; CUERVO-CAZURRA, A. Codes of Good Governance. Corporate Governance, v. 17, n. 3, p. 376-387, 2009.
HARRIS, J. E. A review of Latin American corporate governance literature: 2000-2009. Corporate Governance, v. 9, n. 5, p. 635-648, 2009.
Disponível em: http://www.emeraldinsight.com/10.1108/14720700910998193.
JENSEN, M. C.; MECKLING, W. H. Theory of the firm: Managerial behavior, agency costs and ownership structure. Journal of financial economics, v. 3, n. 4, p. 305-360, 1976. Elsevier.
DUTRA, M. G. L.; SAITO, R. Conselhos de administração: análise de sua composição em um conjunto de companhias abertas brasileiras. RAC -Revista de Administração Contemporânea, v. 6, n. 2, p. 09-27, 2002.
LEAL, R. P. C.; SILVA, A. L. C. D.; VALADARES, S. M. Estrutura de controle das companhias brasileiras de capital aberto. RAC – Revista de Administração Contemporânea, v. 6, n. 1, p. 07-18, 2002.
CAMARGOS, M. A. D.; COUTINHO, E. S. A teoria da firma e a fundamentação teórica para fusões e aquisições: uma análise de suas Interfaces. RAC Eletrônica, v. 2, n. 2, p. 273-295, 2008.
MICHAEL C. JENSEN; WILLIAM H. MECKLING. Teoria da firma: comportamento dos administradores, custos de agência e estrutura de propriedade. RAE – Revista de Administração de Empresas, v. 48, n. 2, p. 87-125, 2008.
SILVEIRA, A. D. M. D.; LEAL, R. P. C.; BARROS, L. A. B. D. C.; CARVALHAL-DA-SILVA, A. L. Evolution and determinants of firm-level corporate governance quality in Brazil. Rausp – Revista de Administarção da USP, v. 44, n. 3, p. 173-189, 2009.
LEAL, R. C., FONTES FILHO, J. R. Governança corporativa em empresas familiares. São Paulo: Saint Paul, 2011.
MATIAS-PEREIRA, J. Governança no setor público. São Paulo: Atlas, 2010.
VALENTE, P. G. Governança corporativa: a capacitação básica do conselheiro. São Paulo: LTC, 2009.

Total Bloco II 4 cred. 60h

Bloco III – (Formação em Linhas de Pesquisa)

Área(s) de Concentração: Governança Corporativa

Ementa: Seminários de governança corporativa destinados às linhas de pesquisa do curso, com colaboração de palestrantes convidados. Governança e estratégia. Aspectos contábeis da governança. Aspectos jurídicos da governança. Governança e avaliação do valor das empresas. Governança e tecnologia da informação. Gestão de pessoas e questões comportamentais na governança corporativa. Sustentabilidade e governança corporativa.

Bibliografia:
ANDRADE, A.; ROSSETTI, J. P. Governança corporativa: fundamentos, desenvolvimento e tendências. Atlas, 2004.
BETZ, Frederick. Technology and corporate governance – lessons learnt. International Journal of Innovation and Technology Management. Vol. 1, No. 1 (2004) 115-126
COIMBRA, Marcelo de Aguiar e BINDER, Vanessa Alessi Manzi. (Org.) Manual de Compliance. 1ª ed. São Paulo: Atlas, 2010.
HENDRY, K.; KIEL, G. C. The Role of the Board in Firm Strategy: integrating agency and organisational control perspectives. Corporate Governance: An International Review, v. 12, n. 4, p. 500-520, 2004. John Wiley & Sons.
HENKE JR, J. W. Involving the board of directors in strategic planning. Journal of Business Strategy, v. 7, n. 2, p. 87-95, 1993.
KONZELMANN, S.; CONWAY, N.; TRENBERTH, L.; WILKINSON, F. Corporate Governance and Human Resource Management. British Journal of Industrial Relations, v. 44, n. 3, p. 541-567, 2006. Disponível em: http://doi.wiley.com/10.1111/j.1467-8543.2006.00512.x.
LA PORTA, R.; LOPEZ-DE-SILANEZ, F.; SCHLEIFER, A.; VISHNY, R. Investor p. 3-28, 2000.
PEREIRA, R. S.; FARIA, A. C.; SOUZA, M. T. S. Análise de indicadores de sustentabilidade no segmento químico e petroquímico. In: ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA EM ADMINISTRAÇÃO. XXXI EnANPAD. Anais Eletrônicos… São Paulo:
ANPAD, 2009. Disponível em:http://www.anpad.org.br/. Acesso em: 15 mar. 2012. protection and corporate governance. Journal of Financial Economics, vol. 58, n 1 e 2,
SOLOMON, J.; SOLOMON, A. Corporate governance and accountability. 3rd ed. London: John Wiley & Sons Inc, 2004.
ST-HILAIRE, W. G. A. Organization Dynamics and Contemporary Corporate Governance: Strategy & Mecanism. LAP LAMBERT Academic Publishing, 2012.
TRICKER, B. Corporate Governance: Principles, Policies and Practices. Oxford: Oxford University Press, 2012.

 

Total Bloco III 4 cred. 60h

Bloco IV – (Disciplinas Eletivas)

Linha de Pesquisa 1 – Estruturação da Governança Corporativa

Ementa: Os padrões internacionais de Contabilidade e o Impacto nas Normas Brasileiras de Contabilidade e de Auditoria. Tendências e desafios da área contábil no Brasil para atender as Normas Brasileiras de Contabilidade nos diferentes portes empresariais. Demonstrações Contábeis e Financeiras. Análise de Demonstrações e a tomada de decisão. Normas Contábeis para os profissionais de Auditoria. Prevenção a lavagem de dinheiro e a corrupção. Gestão de Risco e Controles internos. Informações de Natureza Social e Ambiental.Relato Integrado.

Bibliografia:
BERINDE, Sorin ; RACHISAN, Paula Ramona ; GROSANU, Adrian. Qualitative Study Recarding The Relationship Between Corporate Governance And Creative Accounting. Annals of the University of Oradea : Economic Science. Vol.1, p.642, 2012. Disponível em:http://ideas.repec.org/a/ora/journl/v1y2012i2p642-647.html.
BROMLEY, Robert G. ; HARRAST, Steven A. The Whonka Chocolate Company: Corporate governance and controls over financial reporting. Journal of Accounting Education. Vol.29, pp.295-314. 2011. Disponível em: http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0748575112000371
BROWN, Philip ; BEEKES, Wendy ; VERHOEVEN, Peter. Corporate governance, accounting and finance. Accounting and Finance, March. Vol.51, p.96, 2011.
COIMBRA, Marcelo de Aguiar e BINDER, Vanessa Alessi Manzi. (Org.) Manual de Compliance. 1ª ed. São Paulo: Atlas, 2010.
CFC – Conselho Federal de Contabilidade. Normas Brasileiras de Contabilidade. Disponível em: http://www.cfc.org.br/conteudo.aspx?codMenu=116
EFFIONG, Sunday A.; AKPAN, Emmanuel I.; OTI, Peter A.Corporate governance, wealth creation and social responsibility accounting. Management Science and Engineering.Vol.6, p.110. ., Dec, 2012. Disponível em: http://www.cscanada.net/index.php/mse/article/view/j.mse.1913035X20120604.559
FIPECAFI (Org.). IUDÍCIBUS, Sérgio de; MARTINS, Eliseu; GELBCKEE, Ernesto Rubens e SANTOS, Ariovaldo. MANUAL DE CONTABILIDADE SOCIETÁRIA: Aplicável a todas as Sociedades de Acordo com as Normas Internacionais e do CPC. 1ª ed. São Paulo: Atlas, 2010.
FLEURY, M.T.L. Brazilian Multinationals – Competences for Internationalization. 1ª ed. Cambridge: Cambridge, 2011.
IASB – International Accounting Standard Board. IFRS for SMEs: Adoption and Implementation. Disponível em: http://www.iasb.org/NR/rdonlyres/2E9A6554-83FD-4B50-9D34-3822374F059C/0/presentationAdoptionandImplementationSMEs.pdf
IIRC – INTERNATIONAL INTEGRATED REPORTING COUNCIL. Disponível em http://www.theiirc.org/
JO, Hoje ; HARJOTO, Maretno. The Causal Effect of Corporate Governance on Corporate Social Responsibility. Journal of Business Ethics. Vol.106, pp.53-72, 2012. Disponível em: http://link.springer.com/content/pdf/10.1007/s10551-011-1052-1
KIRCH, Guilherme; LIMA, João Batista Nast de e TERRA, Paulo Renato Soares. Determinantes da defasagem na divulgação das demonstrações contábeis das companhias abertas brasileira. Revista Contabilidade & Finanças. vol.23. Nº.60. São Paulo, set./dez. 2012. Disponível em: http://dx.doi.org/10.1590/S1519-70772012000300003
MAIA, Henrique Araújo; FORMIGONI, Henrique e SILVA e Adilson Aderito da. Empresas de Auditoria e o Compliance com o Nível de Evidenciação. Obrigatório Durante o Processo de Convergência às Normas Internacionais de Contabilidade no Brasil. RBGN – Revista Brasileira de Gestão de Negócios. vol.14. Nº.44, 2012. Disponível em: http://200.169.97.104/seer/index.php/RBGN/article/view/1047/894
MARKS, Norman. Auditing governance processes: internal auditors should strongly consider a risk-based approach to audits of governance. Internal Auditor. Vol.69, p.39, Feb, 2012. Cengage Learning, Inc.
MATHUR, Ike ; SINGH, Manohar ; THOMPSON, Fred; NEJADMALAYERI, Ali. Journal of Business Research, April. Vol.66, p.547, 2013. Corporate governance and lobbying strategies. Disponível em: http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0148296312000070
NEEDLES, Belverd E. e POWERS, Marian. Principles of Financial Accounting. 12 ed. Stamford: Cengage Learning, 2013.
NOBES, Christozher; PARKER, Robert. Comparative international accounting.10.ed. London: Prentice – Hall International, 2008.
PHILIPPI JR, Arlindo; MALHEIROS, Tadeu Fabrício et al.. Indicadores de Sustentabilidade e Gestão Ambiental.(org.). Indicadores de Sustentabilidade e Gestão Ambiental. 1ª ed. Barueri: Manole, 2012.
REYNA, Juan Manuel San Martin. A Interação entre Mecanismos Internos e Externos da Governança como Propulsor na Criação de Valor: Um Estudo Internacional. RBGN – Revista Brasileira de Gestão de Negócios. vol.14. Nº.43, 2012. Disponível em: http://200.169.97.104/seer/index.php/RBGN/article/view/678/854
ROMANO, Giulia.; GUERRINI, Andrea. Corporate governance and accounting enforcement actions in Italy. Managerial Auditing Journal. Vol.27, p.622-638, 2012. Disponível em: http://link.springer.com/content/pdf/10.1007/s10551-011-1195-0.
SANTOS, Edilene Santana, CIA, Joanília Neide Sales; CIA, Josilmar Cordenonsi. US GAAP x Contabilidade na América Latina: Impacto das diferenças de normas no lucro reportado das empresas com ADRs na NYSE. BASE – Revista de Administração e contabilidade da UNISINOS. vol.9. Nº.4. Porto Alegre, 2012. Disponível em: http://unisinos.br/_diversos/revistas/ojs/index.php/base/article/view/base.2012.94.04/1266
SANTOS, Fernando de Almeida. Cenário Político-Econômico-Social para as MPE no Brasil In: BARROS NETO, João Pinheiro de; SOUZA, Gerson de. Manual do Empreendedor: De Micro a Pequenas Empresas. 1 ª ed.Rio de Janeiro : Qualitymark, 2012, p. 483-508.
SANTOS, Fernando de Almeida. Ética Empresarial. Políticas de Responsabilidade Social em 5 dimensões: Sustentabilidade, Respeito à Multicultura, Aprendizado Contínuo, Inovação e Governança Corporativa. São Paulo: Atlas, 2014.
SANTOS, Fernando de Almeida e VEIGA, Windsor Espenser. Contabilidade: com ênfase em Micro, Pequenas e Médias Empresas – Atualizado pela legislação até julho de 2012 (Leis N° 11.638/07, 11.941/09 e LC N° 139, de 10/1/2011 e NBC TG 1.000/CPC-PME). 2ª ed. São Paulo: Atlas, 2012.
SANTOS, Fernando de Almeida, GONÇALVES, Luiz Cláudio e SILVA, Orlando Roque da Silva (organizadores). Ética. Experiências Corporativas em Sustentabilidade e Responsabilidade Social. São Paulo: Baraúna, 2015.
SANTOS, José Luiz dos, FERNANDES, Luciane Alves e SCHMIDT, Paulo.Contabilidade Avançada: Aspectos Societários e Tributários. 3ª ed.. São Paulo: Atlas, 2013.
SILVA, Diego Henrique Lima de, RODRIGUES, Jomar Miranda SILVA, César Augusto Tibúrcio e SILVA, José Dionísio Gomes da. Impacto do Nível de Evidenciação de Informações Contábeis sobre a Precificação de Ações no Contexto de Seleção Adversa: Uma Pesquisa Experimental. RBGN – Revista Brasileira de Gestão de Negócios. vol.14. Nº.43, 2012. Disponível em: http://200.169.97.104/seer/index.php/RBGN/article/view/748/857
WANDERLEY. Cláudio de Araújo e CULLEN, John. Um caso de mudança na contabilidade gerencial: a dinâmica política e social. Revista Contabilidade & Finanças. vol.23. Nº.60. São Paulo, set./dez. 2012.Disponível em: http://dx.doi.org/10.1590/S1519-70772012000300002
WEITZNER, David ; PERIDIS, Theo. Corporate Governance as Part of the Strategic Process: Rethinking the Role of the Board. Journal of Business Ethics. Vol.102, pp.33-42, 2011. Disponível em: http://link.springer.com/content/pdf/10.1007/s10551-011-1195-0
YONEKURA, Akira ; GALLHOFER, Sonja ; HASLAM, Jim. Accounting disclosure, corporate governance and the battle for markets: The case of trade negotiations between Japan and the U.S.Critical Perspectives on Accounting, June. Vol.23, p.312, 2012. Disponível em:http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S1045235412000093

Ementa: Apontamentos históricos sobre regulação. A evolução da governança corporativa nos Estados Unidos. A evolução da governança corporativa no Brasil. Arcabouço normativo da governança corporativa. As bases do direito societário. Divulgação de informações. Responsabilidade de sócios e administradores. A CVM e a Bolsa de valores. As Inovações da Lei Sarbanes-Oxley. Comparação entre diferentes modelos de regulação. Países de direito consuetudinário. Países de direito codificado com influência francesa, alemã e escandinava.

Bibliografia:
BERLE, A.A.; MEANS. G.C. The Modern Corporation and Private Property. New Brunswick: transaction Publishing, 1932/1991.
BLAIRBLAIR, M. W. Ownership and Control: Re-thinking Corporate Governance for the twenty-First Century. Washington: Brookings Inst, 1995.
BORGERTH, V. M. C. SOX: Entendendo a Lei Sarbanes-Oxley: um caminho para a informação transparente. São Paulo: Thomson, 2007.
FLIGSTEIN, N.; CHOO, J. Law and Corporate Governance. Annual REview of Law and Social Sciences, vol. 1, p. 61-84, 2005.
SILVEIRA, Alexandre Di Michelli. Governança Corporativa e Valor da Empresa no Brasil. Dissertação FEA-USP. São Paulo, 2002.
CVM. Cartilha de Recomendações sobre Governança Corporativa – Jun/2002.
LA PORTA, R.; LOPEZ-DE-SILANES, F.; SHLEIFER, A. Corporate Governance around the World. Journal of Finance, vol. 54, n. 2, p. 471-517, 1999.
LA PORTA, R.; LOPEZ-DE-SILANEZ, F.; SCHLEIFER, A.; VISHNY, R. Investor protection and corporate governance. Journal of Financial Economics, vol. 58, n 1 e 2,p. 3-28, 2000.
LA PORTA, R.; SILANEZ, F. L.; SCHLEIFER, A.; VISHNY, R.W. Law and Finance, Journal of Political Economy, 1998, vol 106, n. 6, pp 1113-1155
OECD. The OECD principles of Corporate Governance., Draft Revised Principles 2004. OECD, 1999.
OKIMURA, Rodrigo T. Estrutura de Propriedade, Governança Corporativa, Valor e Desempenho das Empresas no Brasil. Dissertação. FEA-USP. São Paulo, 2003.
IBGC. Código Brasileiro das Melhores Práticas de Governança Corporativa. CVM


Estruturação da Governança Corporativa para Implementação da Estratégia

Obrigatória: Não
Carga Horária: 30
Creditos: 2

Ementa: Estruturação da governança corporativa: conselho de administração. Governança corporativa e diferentes níveis da estratégia. Formulação da estratégia e governança. Implementação da estratégia e governança. Avaliação da estratégia e governança. Envolvimento dos conselhos na estratégia da organização. Modelos de negócios e governança.

Bibliografia:
COHEN, S.S., BOYD, G. Corporate Governance and Globalization: Long Range Planning Issues. London: Edward Elgar Pub, 2000. CONGER, J. A., LAWLER III, E. Corporate Boards: New Strategies for Adding Value at the Top. Boston, MA.: Jossey-Bass, 2001.
DEN BERGHE, L. A. A. VAN; BAELDEN, T. The Monitoring Role of the Board: one approach does not fit all. Corporate Governance: An International Review, v. 13, n. 5, p. 680-690, 2005. Wiley Online Library.
FURRER, O.; THOMAS, H.; GOUSSEVSKAIA, A. The structure and evolution of the strategic management field: A content analysis of 26 years of strategic management research. International Journal of Management Reviews, v. 10, n. 1, p. 1-23, 2008.
HENDRY, K.; KIEL, G. C. The Role of the Board in Firm Strategy: integrating agency and organisational control perspectives. Corporate Governance: An International Review, v. 12, n. 4, p. 500-520, 2004. John Wiley & Sons.
KIM, B.; BURNS, M. L.; PRESCOTT, J. E. The Strategic Role of the Board: The Impact of Board Structure on Top Management Team Strategic Action Capability. Corporate Governance: An International Review, v. 17, n. 6, p. 728-743, 2009.
MARTINS, H. C.; RODRIGUES, S. B. Atributos e papéis dos conselhos de administração das empresas brasileiras. RAE – Revista de Administração de Empresas, v. 45, n. Edição Especial, p. 23-35, 2005.
MINTZBERG, H. The fall and rise of strategic planning. Harvard Business Review, v. 72, n. 2, p. 107, 1994.
MORI JR., R.; FRANKS, D. M.;ALI, S. H. Sustainability certification schemes: evaluating their effectiveness and adaptability, Corporate Governance, Vol. 16 Iss: 3, pp.579 – 592, 2016.
OMRI, W.;,BECUWE, A.; MATHE, J. Ownership structure and innovative behavior: Testing the mediatory role of board composition, Journal of Accounting in Emerging Economies, Vol. 4 Iss: 2, pp.220 – 239, 2014.
PADIN, C.; FERRO, C.; WAGNER,B.; VALERA, J. C. S.; HOGEVOLD, Nils M.; SVENSSON, G. Validating a triple bottom line construct and reasons for implementing sustainable business practices in companies and their business networks, Corporate Governance: The International Journal of Business in Society, Vol. 16 Iss: 5, pp. 2016.
PARO, R. M.; BOECHAT, C. B. Strategic planning and millennium development goals in Brazilian companies, Corporate Governance: The international journal of business in society, Vol. 8 Iss: 4, pp.532 – 545, 2008.

Ementa: Estruturação da governança corporativa: conselho de administração. Governança corporativa e diferentes níveis da estratégia. Formulação da estratégia e governança. Implementação da estratégia e governança. Avaliação da estratégia e governança. Envolvimento dos conselhos na estratégia da organização. Modelos de negócios e governança.

Bibliografia:
COHEN, S.S., BOYD, G. Corporate Governance and Globalization: Long Range Planning Issues. London: Edward Elgar Pub, 2000. CONGER, J. A., LAWLER III, E. Corporate Boards: New Strategies for Adding Value at the Top. Boston, MA.: Jossey-Bass, 2001.
DEN BERGHE, L. A. A. VAN; BAELDEN, T. The Monitoring Role of the Board: one approach does not fit all. Corporate Governance: An International Review, v. 13, n. 5, p. 680-690, 2005. Wiley Online Library.
FURRER, O.; THOMAS, H.; GOUSSEVSKAIA, A. The structure and evolution of the strategic management field: A content analysis of 26 years of strategic management research. International Journal of Management Reviews, v. 10, n. 1, p. 1-23, 2008.
HENDRY, K.; KIEL, G. C. The Role of the Board in Firm Strategy: integrating agency and organisational control perspectives. Corporate Governance: An International Review, v. 12, n. 4, p. 500-520, 2004. John Wiley & Sons.
KIM, B.; BURNS, M. L.; PRESCOTT, J. E. The Strategic Role of the Board: The Impact of Board Structure on Top Management Team Strategic Action Capability. Corporate Governance: An International Review, v. 17, n. 6, p. 728-743, 2009.
MARTINS, H. C.; RODRIGUES, S. B. Atributos e papéis dos conselhos de administração das empresas brasileiras. RAE – Revista de Administração de Empresas, v. 45, n. Edição Especial, p. 23-35, 2005.
MINTZBERG, H. The fall and rise of strategic planning. Harvard Business Review, v. 72, n. 2, p. 107, 1994.
MORI JR., R.; FRANKS, D. M.;ALI, S. H. Sustainability certification schemes: evaluating their effectiveness and adaptability, Corporate Governance, Vol. 16 Iss: 3, pp.579 – 592, 2016.
OMRI, W.;,BECUWE, A.; MATHE, J. Ownership structure and innovative behavior: Testing the mediatory role of board composition, Journal of Accounting in Emerging Economies, Vol. 4 Iss: 2, pp.220 – 239, 2014.
PADIN, C.; FERRO, C.; WAGNER,B.; VALERA, J. C. S.; HOGEVOLD, Nils M.; SVENSSON, G. Validating a triple bottom line construct and reasons for implementing sustainable business practices in companies and their business networks, Corporate Governance: The International Journal of Business in Society, Vol. 16 Iss: 5, pp. 2016.
PARO, R. M.; BOECHAT, C. B. Strategic planning and millennium development goals in Brazilian companies, Corporate Governance: The international journal of business in society, Vol. 8 Iss: 4, pp.532 – 545, 2008.

Total Bloco IV 6 cred. 90h

Bloco IV – (Disciplinas Eletivas)

Linha de Pesquisa 2 – Governança Corporativa e Dinâmica Organizacional

Ementa: Disciplina voltada à discussão do conceito de desenvolvimento sustentável, englobando as suas principais dimensões: ambiental, econômica e social. A ênfase é para com os modelos de organização sustentável, indicadores de sustentabilidade empresarial, tais como: Índice de Sustentabilidade Empresarial da Bovespa, Global Reporting Initiative (GRI), Indicadores Ethos e Balanço Social.

Bibliografia:

BARBIERI, J. C.; VASCONCELOS, I. F. G. DE; ANDREASSI, T.; VASCONCELOS, F. CARVALHO DE. Inovação e sustentabilidade: novos modelos e proposições. Revista de Administração de Empresas, v. 50, n. 2, p. 146-154, 2010.
BEATO, R.; SOUZA, M. T. S.; PARISOTTO, I. S. Rentabilidade de Índices de Sustentabilidade em Bolsa de Valores: um estudo do ISE Bovespa. Revista de Administração e Inovação – RAI, v. 6, n. 3, p. 108-127, set./dez., 2009.
BENITES, L. L. L.; POLO, E. F. A sustentabilidade como ferramenta estratégica empresarial: governança corporativa e aplicação do Triple Bottom Line na Masisa. Revista Administração – UFSM, Santa Maria, v. 6, Edição Especial, p. 827-841, 2013.
BERTOLINI, G. R. F.; ROJO, C. A.; LEZANA, A. G. R. Modelo de análise de investimentos para fabricação de produtos ecologicamente corretos. Gestão & Produção. v. 19, n. 3, p. 575-588, 2012.
BEUREN, I. M.; DALLABONA, L. F.; DANI, A. C. Disclosure de informações sobre gestão de riscos e controle interno pelas empresas listadas na BM&FBOVESPA. Revista de Economia e Administração, v. 10, n. 1, p. 44-65, 2011.
BIRDEMAN, R.; MACEDO, L. S. V.; MONSONI, M.; MAZON, R. Guia de Compras públicas sustentáveis: uso do poder de compra do governo para a promoção do desenvolvimento sustentável. Rio de Janeiro: FGV, 2006.
CHEN, L.; FELDMANN, A.; TANG, O. The relationship between disclosures of corporate social performance and financial performance: Evidences from GRI reports in manufacturing industry. International Journal of Production Economics, v. 170, p. 445-456, 2015.
CLARO, P. B. O.; CLARO, D. P.; AMÂNCIO, R. Entendendo o conceito de sustentabilidade nas organizações. Revista de Administração – RAUSP, v. 43, n. 4, p. 289-300, 2008,
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Ementa: Foco na gestão da informação, da inovação, nos indicadores de gestão, no conhecimento e a observância das melhores práticas de gestão da governança corporativa no âmbito e cenários da tecnologia da informação. Diminuição na Gestão de Riscos corporativos de TI e a Sustentabilidade da TI corporativa. As tecnologias de informação e a sua função estratégica em cenários competitivos. A importância do cumprimento dos processos de TI a fim de garantir a efetividade dos negócios institucionais e legais das organizações. Estudo da relação e discussão do conhecimento e aprendizagem organizacional, do uso das tecnologias da informação nas organizações, os aspectos da educação corporativa, da inovação da aprendizagem organizacional.

Bibliografia:
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Ementa: O campo teórico da estratégia de gestão de pessoas. Estratégia e gestão por competências no contexto da alta administração. Influências da alta administração sobre os funcionários: motivação, comprometimento. Justiça, OCB e confiança na alta administração. Cultura organizacional. Gestão internacional de pessoas. Alta administração, sucessão e dilemas de gestão de pessoas.

Bibliografia:
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Ementa: Técnicas de pesquisa e métodos para produção de conhecimento. Organização e desenvolvimento de artigos para congressos e periódicos.

Bibliografia:
FEITOSA, Vera Cristina. Redação de textos científicos. Campinas: Papirus, 1991.
FUCHS, Juliana Thiesen; SOUZA, Juliana Alles de Camargo. Como escrever (sem medo) o artigo acadêmico. Curso de Extensão EaD. Edição 2009/2. São Leopoldo: UNISINOS, 2009.
SWALES, John M. Genre analysis: english in academic and research settings. Madrid: Cambridge University Press, 1990.
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Total Bloco IV 16 cred. 240h

Estrutura de pesquisa

Área de concentração GOVERNANÇA CORPORATIVA

Linha de Pesquisa: 1

Estruturação da Governança Corporativa

Grupo (G) e Projetos de Pesquisa (P)

GP. 1: Estruturação da Governança Corporativa

Vice-líder: Ilene Patricia de Noronha Najjarian

 


P1. 1 – Legislação e Normas para Gestão Contábil e Corporativa

Participantes: Ilene Patricia de Noronha Najjarian


P1. 2 – Estratégia e Governança Corporativa


P1. 3 – Transparência da informação, responsabilidade social e ética


P1. 4 – Governança Corporativa e Políticas Públicas

Líder: Ilene Patricia de Noronha Najjarian
Participantes: Gabrielle Kolling


P1. 5 – Complexidade nas organizações


Linha de Pesquisa: 2

Governança Corporativa e Dinâmica Organizacional

Grupo (G) e Projetos de Pesquisa (P)

GP.2 Governança Corporativa e Dinâmica Organizacional

Vice-líder: Celso Machado Junior


P2.1 – Tecnologias da informação e Governança Corporativa

Líder: Orlando Roque da Silva
Participantes: Daielly M. N. M. Ribeiro


P2.2 – Sustentabilidade Ambiental nas Organizações

Líder: Celso Machado Junior


P2.3 – Estratégia e alinhamento organizacional


P2.4 – Gestão de Pessoas para a Alta Administração

Líder: Elza Fatima Rosa Veloso
Participantes: Daielly M. N. M. Ribeiro


Descrição dos Projetos

ndereço para acessar este espelho: dgp.cnpq.br/dgp/espelhogrupo/0658722416458312
Estruturação da Governança Corporativa analisa os aspectos essenciais da governança corporativa como tema central, que trata da concepção de gestão, bem como os mecanismos de operação e controle das organizações, visando harmonizar a busca de lucratividade e os objetivos sociais e de sustentabilidade nas economias de mercado. O grupo engloba estudos e pesquisas da estrutura de governança da empresa, as relações entre proprietários, conselho consultivo, conselho de administração, alta administração e auditoria independente e a estratégia das organizações. Seu escopo também incorpora os códigos e manuais de boas práticas de governança, as leis de proteção aos investidores, a transparência contábil, financeira e fiscal, as normas contábeis e de auditoria e os acordos nacionais e internacionais que tratam do tema.

Endereço para acessar este espelho: dgp.cnpq.br/dgp/espelholinha/065872241645831237011
Objetivo: Este projeto avalia, mensura e monitora a eficiência, eficácia e impacto dos mais diversos tipos de politicas publicas e sua relação com a governança corporativa: introdução de tributos e impostos, implantação de programas de habitação, segurança publica, saúde e educação, implementação de politicas de transferência de renda, elevação dos gastos públicos, tipos de financiamentos de divida publica, introdução de créditos para pequenos e médios produtores ou empreendedores.

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Objetivo: O Objetivo é identificar quais as práticas corporativas de finanças, contabilidade e auditoria que estão sendo adotadas, a fim de verificar a aplicação das Normas Brasileiras de Contábeis, com destaque à primazia da essência sobre a forma, à convergência das ações empresariais, à harmonização contábil internacional e as formas de implantar as Normas, pois há aspectos subjetivos e divergentes formas de execução. O projeto busca identificar se tais práticas estão sendo adotadas, com destaque à primazia da essência sobre a forma, à convergência das ações empresariais, à harmonização contábil internacional e as formas de implantar estas políticas globais, pois há aspectos subjetivos e divergentes formas de execução.

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Objetivo: O projeto consiste em descrever e analisar as ações empresariais voltadas à transparência, sustentabilidade, responsabilidade social e ética. Entre essas experiências serão verificados os relatórios de sustentabilidade, construção e divulgação de indicadores, balanço social e informações de natureza social e ambiental. Como resultado deste trabalho se objetiva analisar, identificar tendências e propor melhorias, auxiliar na construção de indicadores e de políticas sobre os temas tratados.

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Objetivo: O objetivo deste projeto é o estudo do pensamento complexo, de Edgar Morin, que tece críticas ao pensamento redutor e fragmentado e, propõe outro modo de interpretar os fenômenos organizacionais, sociais, históricos, educacionais.

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Este grupo está focado na dinâmica organizacional envolvendo a governança corporativa da empresa. Implica em organizar e definir as estratégias funcionais considerando os objetivos de governança corporativa das organizações e as práticas adotadas. Assim, as estratégias funcionais das empresas sofrem influências da governança corporativa praticadas pela mesma e também as influenciam. Além disso, tais estratégias funcionais assumem um contorno diferente ao serem discutidas no âmbito da alta administração da empresa, proprietários, conselho e diretoria. A linha engloba, então, as relações da governança corporativa com funções diversas, dentre as quais alguns exemplos merecem destaque: gestão de pessoas, sustentabilidade, gestão da informação e práticas de contabilidade.

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Objetivo: O objetivo é investigar a relação entre a Governança Corporativa – GC e a implantação de estratégias organizacionais. Questões sobre como obter vantagem competitiva ou quais recursos impactam o desempenho da organização e atraem a atenção dos pesquisadores e executivos.

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Objetivo: Este projeto analisa os aspectos estratégicos da gestão de pessoas (ou recursos humanos) com questões voltadas aos proprietários das empresas, seus representantes (conselho de administração e outros conselhos) e alta administração (presidente e diretores). Assim, os sistemas de gestão de pessoas são analisados sob a ótica destes atores, considerando-se as decisões relacionadas a pessoas que podem impactar na capacidade da organização em implementar suas estratégias.

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Objetivo: Este projeto de pesquisa estabelece como foco de investigação as variáveis envolvidas na sustentabilidade ambiental e as respectivas inter-relações existentes com o conjunto de fatores que estruturam a organização, em um contexto favorável a Governança Corporativa.

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Objetivo: Esse estudo tem como objetivo a análise da utilização das tecnologias de informação nas organizações, sob o olhar da governança corporativa, envolvendo questões sistêmicas e complexas, voltadas às questões não só das ferramentas de TIC, mas sim a consecução de objetivos estratégicos de governança nas organizações.

Parcerias

Caracterizam-se por estudos, pesquisas e produções conjuntas e em rede, participações em atividades de ensino, produções de eventos na área e em áreas afins, tais como conferências, colóquios, congressos, reuniões de trabalho, grupos de pesquisa interinstitucionais, realização de parecer em papers, comunicações, participações em comitês científicos nacionais e internacionais.

O colegiado do Programa tem também experiência em captação de recursos em agências de fomento nacionais e internacionais para desenvolvimento de pesquisas. Desenvolvem ainda troca de informações, cooperação e intercâmbio com instituições oficiais e privadas de ensino e pesquisa, além de estabelecer parcerias institucionais para pesquisas em empresas de diversos setores, nacionais e multinacionais.
Há que se destacar que todos os membros do colegiado são pareceristas de revistas científicas e vários professores têm experiência de editoria, o que também permite estabelecer novos contatos e produções conjuntas.
As parcerias são estabelecidas e expressas por meio de estudos, pesquisas em rede, missões acadêmicas, produções e publicações conjuntas, especificados na plataforma Sucupira e no Currículo Lattes de cada docente.

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