Mestrado Profissional em Administração em Governança Corporativa

Inscrições Abertas

de 01/11/2018 a 08/02/2019

Campus

Centro de Pós-Graduação
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Mensalidade

Estrutura do Programa

Duração: 24 meses

Horário das aulas: Quintas-feiras e Sextas-feiras – 19h às 23h
Sábados – 8h às 12h

Valor da mensalidade: R$ 1.544,00

Local:

Objetivos

O MPA-GC estabelece como objetivo central construir para a sociedade, em geral, e para as organizações, em particular, novos e avançados conhecimentos sobre Governança Corporativa, por meio da capacitação de profissionais e da divulgação de produção intelectual e técnica, embasados em fundamentos científicos e metodologias pertinentes. O MPA-GC define como seus objetivos específicos: Formar profissionais capacitados a partir da pesquisa aprofundada e aplicada, criar um ambiente propício ao aumento da capacidade crítica e analítica de docentes e alunos acerca das ações que interfiram na governança corporativa e na sustentabilidade dos processos organizacionais, criar uma profícua aproximação para a construção, disseminação e compartilhamento de conhecimentos sobre o tema que resultem em melhoria contínua dos processos de gestão nas empresas e construir uma ambiência capaz de gerar novos conhecimentos aplicados.

Histórico

O programa iniciou suas atividades em 2014 quando foi constituído por um corpo docente em parte já existente na IES, que têm experiência tanto acadêmica como profissional na área de concentração. O programa de mestrado em destaque tem evoluído desde ao longo de seu início – março de 2014, tanto por meio do aumento qualitativo das parcerias com instituições nacionais como internacionais, tanto empresas como universidades; na maturidade do corpo docente do curso adquirido ao longo das orientações e publicações e pela maturidade dos processos organizacionais da gestão do curso (colegiado e secretaria do programa).

Público-alvo

Destinados a profissionais de administração ou áreas afins.

Área de concentração

A área de concentração do programa de mestrado profissional em administração é a Governança Corporativa. Essa área trata especificamente da estrutura de poder e de gestão das corporações e empresas capitalistas voltadas ao mercado, ou seja, é o sistema pelo qual as empresas são dirigidas e controladas, almejando o equilíbrio entre a busca de lucratividade e os objetivos de sustentabilidade. Este tema tem grande relevância para mercado de capitais e o profissional de administração, em diferentes funções nas organizações. O tema de GC tem escopo bem definido que engloba a estrutura de gestão, as estratégias das organizações, os relacionamentos entre proprietários, a estrutura do conselho de administração, a alta administração, os sistemas de auditoria e as ações da empresa para alinhar interesses entre a empresa, sociedade e indivíduos.

Inserção Social

O Mestrado Profissional em Administração – Governança Corporativa está proposto dentro de um tema de alta relevância social, particularmente para a Região Metropolitana de São Paulo. De fato, a cidade é ambiente privilegiado por excelência para sediar um mestrado profissional voltado à Governança Corporativa. Esta cidade e seu entorno, num raio de 100 km, compreende a região metropolitana com 37 municípios e polos industriais e de serviços como São José dos Campos, Campinas, Sorocaba e Santos. Este conglomerado se encaixa na concepção de cidade-região global do clássico trabalho do Prof. Sassen (SASSEN, S. The Global city: New York, London, Tokyo. Princeton: Princeton University, 19991), isto é, aquela região que congrega atividades capazes de articular movimentos do capital no plano internacional e nacional, em praticamente todos os segmentos da economia.
Com o fechamento da maioria das bolsas de valores regionais, a BMF&BOVESPA passou a concentrar praticamente todo o mercado acionário nacional, detendo ainda 70% do volume de negócios da América Latina. A concentração também ocorre no âmbito dos serviços voltados às empresas, grandes escritórios de advocacia, auditoria, engenharia, consultoria econômica, seguradoras e informática. Agregam-se as empresas aéreas, órgãos de comunicação, serviços educacionais, médicos, de hotelaria, restaurantes, lazer e diversão. Assim, a cidade de São Paulo apresenta grande concentração de atividades intensivas em conhecimento, tecnologia e inovação, associado à mão de obra de elevada qualificação e à infraestrutura de ensino e pesquisa. Como lembram Diniz e Campolina (DINIZ, C. e CAMPOLINA, B. A Região Metropolitana de São Paulo: reestruturação, reespacialização e novas funções. Revista Eure, v. XXXIII, n. 98, pp. 27-43, Santiago de Chile, 2007), os municípios de São Paulo, São José dos Campos e Campinas possuem a mais avançada infraestrutura de ciência e tecnologia do país e da América Latina. Ao lado de importantes universidades estaduais e federais – USP, UNICAMP, UNESP e UNIFESP– um conjunto de 19 instituições de pesquisa públicas (IPT, ITA, CTA, IAG, entre outros) e um grande parque educacional privado crescem de acordo com a crescente demanda por serviços de conhecimento altamente especializado.
Neste contexto regional e institucional o Programa de Mestrado Profissional em Administração com área de concentração em Governança Corporativa vem a suprir uma oferta de conhecimento ainda incipiente no ambiente acadêmico nacional e paulista. Este tema tem sua raiz na evolução das corporações e diz respeito à complexa relação entre propriedade e gestão das empresas, particularmente aquelas que operam com capital aberto, sem excluir outras formas de partilha dos recursos gerados pela acumulação de capital. De fato, o tema ganha corpo para redimir conflitos entre a propriedade e a gestão empresarial e os interesses mais gerais do mercado de capitais. A passagem da propriedade familiar para a gestão profissional constitui-se em zona de conflito potencial, pois não existe alinhamento automático entre as partes. Pelo contrário, há necessidade de regulamentar tal relação, particularmente quando a propriedade é colocada na forma de ações e o grande público passa a ter interesses diretos na gestão e na sustentabilidade empresarial. Este alinhamento entre gestão e propriedade afeta um rol muito grande de atores e tem repercussões diretas na sociedade e sobre a estruturação do conselho de administração, o sistema de auditoria e o conselho fiscal, com repercussões sobre as funções administrativas diversas.

Grupos de Pesquisa

GCPP – Governança Corporativa e Políticas Públicas
O GCPP – Grupo de Pesquisa em Governança Corporativa e Políticas Públicas desenvolve pesquisas sobre o impacto dos mais diversos tipos de políticas públicas e sua relação com a governança corporativa, tais como: introdução de tributos e impostos, implantação de programas de habitação, segurança pública, saúde e educação, implementação de políticas de transferência de renda, elevação dos gastos públicos, tipos de financiamentos de dívida pública, introdução de créditos para pequenos e médios produtores ou empreendedores.

LNGC – Grupo de Pesquisa em Legislação e Normas para Governança Corporativa
O LNGC – Grupo de Pesquisa em Legislação e Normas para Governança Corporativa desenvolve pesquisas com o objetivo de identificar quais as práticas corporativas de finanças, contabilidade e auditoria que estão sendo adotadas, a fim de verificar a aplicação das Normas Brasileiras de Contábeis, com destaque à primazia da essência sobre a forma, à convergência das ações empresariais, à harmonização contábil internacional e as formas de implantar as Normas, pois há aspectos subjetivos e divergentes formas de execução. O grupo busca identificar se tais práticas estão sendo adotadas, com destaque à primazia da essência sobre a forma, à convergência das ações empresariais, à harmonização contábil internacional e as formas de implantar estas políticas globais, pois há aspectos subjetivos e divergentes formas de execução.

 

SUGC – Grupo de Pesquisa Sustentabilidade e Governança Corporativa
O Grupo de Pesquisa Sustentabilidade e Governança Corporativa (SUGC) desenvolve pesquisas sobre indicadores para auxiliar a governança corporativa analisar as ações empresariais voltadas à transparência, sustentabilidade, responsabilidade social e ética. Desenvolve estudos de valoração econômica ambiental analisando os relatórios de sustentabilidade, construção e divulgação de indicadores, balanço social e informações de natureza social e ambiental. Como resultado deste trabalho se objetiva analisar, identificar tendências e propor melhorias, auxiliar na construção de indicadores e de políticas sobre os temas tratados.

ESMG – Grupo de Pesquisa investigar a relação entre a Governança Corporativa
Este Grupo de Pesquisa investigar a relação entre a Governança Corporativa – GC e a implantação de estratégias organizacionais. Questões sobre como obter vantagem competitiva ou quais recursos impactam o desempenho da organização e atraem a atenção dos pesquisadores e executivos. Analisa os aspectos estratégicos da gestão de pessoas (ou recursos humanos) com questões voltadas aos proprietários das empresas, seus representantes (conselho de administração e outros conselhos) e alta administração (presidente e diretores). Assim, os sistemas de gestão de pessoas são analisados sob a ótica destes atores, considerando-se as decisões relacionadas a pessoas que podem impactar na capacidade da organização em implementar suas estratégias.

Dissertações e Teses

As dissertações defendidas são enviadas para a biblioteca e ficam disponíveis para consulta de todos em formato digital. As dissertações também estão listadas no blog do programa, bem como o anúncio com antecedência de próximas bancas.

Acesse em: mestradoadministracaofmu.wordpress.com

Parcerias

Caracterizam-se por estudos, pesquisas e produções conjuntas e em rede, participações em atividades de ensino, produções de eventos na área e em áreas afins, tais como conferências, colóquios, congressos, reuniões de trabalho, grupos de pesquisa interinstitucionais, realização de parecer em papers, comunicações, participações em comitês científicos nacionais e internacionais.

O colegiado do Programa tem também experiência em captação de recursos em agências de fomento nacionais e internacionais para desenvolvimento de pesquisas. Desenvolvem ainda troca de informações, cooperação e intercâmbio com instituições oficiais e privadas de ensino e pesquisa, além de estabelecer parcerias institucionais para pesquisas em empresas de diversos setores, nacionais e multinacionais.
Há que se destacar que todos os membros do colegiado são pareceristas de revistas científicas e vários professores têm experiência de editoria, o que também permite estabelecer novos contatos e produções conjuntas.
As parcerias são estabelecidas e expressas por meio de estudos, pesquisas em rede, missões acadêmicas, produções e publicações conjuntas, especificados na plataforma Sucupira e no Currículo Lattes de cada docente.

Processo Seletivo e Bolsas

Ingresso de novos Alunos

O processo seletivo é realizado em 3 etapas.

  1. Inscrição on-line (sendo efetivada apenas após o pagamento da taxa)
  2. Entrega dos documentos presencialmente na secretaria
  3. Exame de seleção, abrangendo:
    • Prova de conhecimento específico
    • Prova de proficiência em língua estrangeira
    • Entrevista com comissão de seleção

Mais detalhes estão disponíveis no edital de seleção.

Política de bolsas

Conheça os programas de bolsas disponíveis:
https://portal.fmu.br/bolsas-e-financiamentos/#mestrado

Disciplinas

Bloco I – (Metodologia Cientifica e Técnicas de Pesquisa)

Ementa:

Perfil e histórico da administração como ciência. Desenho de pesquisa, amostragem e questões éticas. O uso de teoria, hipóteses, questões de pesquisa e variáveis em pesquisa. Softwares e ferramentas em pesquisa científica. Instrumentalização para a pesquisa bibliográfica. Elaboração de proposta de pesquisa. Ética na pesquisa científica.

Bibliografia:

  • VOLPATO, G. Ciência: da filosofia à publicação. São Paulo: Editora Cultura Acadêmica, 2013.
  • VOLPATO, G. Administração da Vida Científica. 1st ed. São Paulo: Editora Cultura Acadêmica, 2009.
  • CRESWELL, J. W. Projeto de pesquisa: método qualitative, quantitative e misto. São Paulo: Bookman, 2010.
  • EISENHARDT, K. M.; GRAEBNER, M. E. Theory building from cases: opportunities and challenges. Academy of Management Journal, v. 50, n. 1, p. 25-32, 2007.
  • DYER, W. G.; WILKINS, A. L. Better stories, not better constructs, to generate better theory: a rejoinder to Eisenhardt. The Academy of Management Review, v. 16, n. 3, p. 613-620, 1991.
  • MURRAY, D. That’s Interesting!: Towards a Phenomenology of Sociology and a Sociology of Phenomenology. Philosophy of the Social Sciences, v. 1, n. 309, 1971.
  • COOPER, H. M. The integrative research review. Beverly Hills, CA, 1984.
  • FAPESP. Código de boas práticas científicas. São Paulo, 2011.
  • PRATT, M. G. For the lack of a boilerplate: tips on writing up (and reviewing) qualitative research. Academy of Management Journal, v. 52, n. 5, p. 856-862, 2009.
  • SLAVIN, R. E. Educational research in the age of accountability. New York: Pearson, 2006.
  • ACEVEDO, C. R.; NOHARA, J. Monografia no curso de administração. São Paulo: Atlas, 2007.
  • TELLES, R. A efetividade da matriz de amarração de Mazzon nas pesquisas em Administração. Revista de Administração da Universidade de São Paulo, v. 36, n. 4, 2001.
  • RIBEIRO, H.C.M., MURITIBA, S. N., MURITIBA, P. M.. Perfil e Crescimento dos Temas “Governança Corporativa” e “Estratégia”: Uma Análise dos Últimos 11 Anos nos Periódicos da Área de Administração no Brasil. Revista Gestão e Regionalidade, v. 28, n. 82, 2012.
  • SILVEIRA, A. M., BARROS, L. A. B. C., FAMA, R. Qualidade da Governança Corporativa no Brasil e os fatores que a determinam. Anais do Encontro da Associação Nacional de Programas de Pós-Graduação em Administração. (Anais). São Paulo: ENANPAD, 2004.
  • GIL, Antonio Carlos. Métodos e Técnicas de Pesquisa Social. São Paulo: Atlas, 1994.
  • HAIR JR, JOSEPH F.; BABIN BARRY; MONEY ARTHUR H.; SAMOUEL PHILLIP. Fundamentos de Métodos de Pesquisa em Administração. 1. ed. Porto Alegre, RS, Bookman, 2005.
  • MARTINS, Gilberto de Andrade. Metodologia da investigação científica para ciências sociais aplicadas. São Paulo: Atlas, 2009.
  • SELLTIZ, C. et. al. Métodos de pesquisa nas relações sociais. 2.ed. São Paulo: E.P.U., v. 2, 3. 1987.

Ementa: Medidas de tendência central e dispersão. Distribuições de frequência. Distribuições amostrais. Conceitos de amostragem. Estimação intervalar. Testes de significância Paramétricos. Testes de significância não-paramétricos. Análise de Variância. Aplicações em negócios com o software Microsoft Excel e SPSS (Statistical Package for Social Sciences).

Bibliografia:

ANDERSON, D.R.; SWEENEY, D.J.; WILLIAMS, T.A. Estatística Aplicada à Administração e Economia. 2 ed. São Paulo: Cengage Learning, 2008. 597 p.

BUSSAB, W.O.; MORETTIN, P.A. Estatística Básica. 5 ed. São Paulo: Editora Saraiva, 2003. 521 p.

COCHRAN, W.G. Sampling techniques. 3rd ed. New York: John Wiley & Sons, 1977. 428 p.

DIMOFTE, C.V.; GOODSTEIN, R.C.; BRUMBAUGH, A.M. A social identity on aspirational advertising: implicit threats to collective self-esteem and strategies to overcome them. Journal of Consumer Psychology, v.25, n.3, p.426-430, 2015.

DOWNING, D.; CLARK, J. Estatística Aplicada. 2 ed. São Paulo: Editora Saraiva, 2002. 351 p.

LAPPONI, J.C. Estatística usando Excel. 4 ed. Rio de Janeiro: Editora Campus, 2005. 496 p.

MAGNIER, L.; SCHOORMAN, J. Consumer reactionsto sustainable packinging: the interplay of visual appearance, verbal claim and environmental concern. Journal of Environmental Psychology, v.44, 53-62, 2015.

MARTINHO, G.; PIRES, A.; PORTELA, G.;FONSECA, M. Factors affecting consumers´choices concerningsustainable packingduring product purchase and recycling. Resources, Conservationg and Recycling, v. 103, p. 58-68, 2015.

SIEGEL, S.; CASTELLAN JR, N.J. Estatística não-paramétrica para ciências do comportamento. 2 ed. Porto Alegre: Artmed, 2006. 448 p.

STEVENSON, W.J. Estatística Aplicada à Administração. São Paulo: Editora Harbra, 1981. 495 p.

YAMANE, T. Elementary sampling techniques. New Jersey: Prentice Hall, 1967. 405p.

Ementa: A pesquisa científica e qual é o objetivo da ciência. A compreensão e compreensão do problema de pesquisa: hipóteses, variáveis, constructos, definições operacionais, fidedignidade, validade e escalas. Discussão de métodos de pesquisa, como pesquisa experimental, descritivas, exploratórias, explicativas, documental, expost facto, pesquisas quantitativas e qualitativas (observação participante, estudo de caso, entrevistas em profundidade, técnicas Delphi, entre outras).

Bibliografia:

BARDIN, L. Análise de conteúdo (L. de A. Rego & A. Pinheiro, Trads.). Lisboa: Edições 70, 2009
MARCONI, M. A. & LAKATOS, E. M. Técnicas de pesquisa. SP: Ed. 7ª. Edição, Atlas, 2012.
ACEVEDO, C, NOHARA, Jouliana Jordan. Como Fazer Monografias. TCC – Dissertações – Teses. 4 ed. São Paulo: Atlas, 2013.
HAIR JR, JOSEPH F.; BABIN BARRY; MONEY ARTHUR H.; SAMOUEL PHILLIP.Fundamentos de Métodos de Pesquisa em Administração. 1. ed. Porto Alegre, RS, Bookman, 2005.
Hughes, Michael A; Hayhoe, George F. A Research Primer for Technical Communication: Methods, Exemplars, and Analyse, Taylor & Francis Group, LLC, 2009
GIL, Antonio Carlos. Métodos e Técnicas de Pesquisa Social. São Paulo: Atlas, 1994.
KERLINGER, F. Metodologia da pesquisa em ciências sociais: um tratamento conceitual. São Paulo: EPU/EDUSP, 1980.
MARTINS, Gilberto de Andrade. Estudo de Caso. Uma estratégia de Pesquisa. 2o edição. Atlas. 2008.
SELLTIZ, C. et. al. Métodos de pesquisa nas relações sociais. 2.ed. São Paulo: E.P.U., v. 2, 3. 1987.
VIEIRA, S. Como escrever uma tese. 2.ed. São Paulo: Pioneira, 1994.
YIN, R. Estudo de Caso – Planejamento e Métodos. 3. ed. São Paulo: Bookman, 2005.
BERELSON, Bernard. Content Analysis in communication research. New York: Hafner Press, 1952.
BROWN, Stevenson R.; MELAMED, Lawrence E. Experimental design and analysis. California: Sage Publications, 1990.
CAMPBELL, Donald T.; STANLEY, Julian C. Delineamentos experimentais e quase experimentais de pesquisa. São Paulo: E.P.U. /EDUSP, 1979.
GOODE, W.J.; Hatt, P.K. Métodos em Pesquisa Social. São Paulo, Cia Editora Nacional, 1968.
GIL, Antonio Carlos. Estudo de Caso. São Paulo: Atlas, 2009.
HICKS, Charles R. Fundamental concepts in the Design of Experiments. New York: Oxford University Press, 1993.
McGUIGAN, F. J. Experimental Psychology Methods of research. New Jersey: Prentice-Hall, 1997.
MARTINS, Gilberto de Andrade. Metodologia da investigação científica para ciências sociais aplicadas. São Paulo: Atlas, 2009.
VERGARA, S. Projetos e Relatórios de Pesquisa em Administração. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2004.
VERGARA, S. MÉTODOS DE PESQUISA EM ADMINISTRAÇÃO. São Paulo: Atlas, 2005.

GODOY.Arilda schmidt. A pesquisa qualitativa e sua utilização em administração de empresas. Revista de administração de empresas são paulo, v. 35, n. 4, p. 65-71 jul./ago. 1995
GODOY.Arilda schmidt. Pesquisa qualitativa tipos fundamentais. Revista de administração de empresas São Paulo, v. 35, n.3, p, 20-29 Mai./Jun. 1995
KASSARJIAN, H. Content analysis in consumer research. Journal of Consumer Research, v. 4, issue, 1, p. 8-18, Jun. 1977.
KOLBE, R. H.; BURNETT, M. Content analysis research: an examination of applications with directives for improving research reliability and objectivity. Journal of Consumer Research, v. 18, n. 2, p. 243-248, Sept. 1991.
NEVES, J. L. Pesquisa Qualitativa: características, usos e possibilidades. SP: Caderno de Pesquisas em Administração. V. 1, N. 3, 2º Sem. 1996.
SILVA. Cristiane Rocha, GOBBI. Beatriz Christo, SIMÃO. Ana Adalgisa. O uso da análise de conteúdo como uma ferramenta para a pesquisa qualitativa: descrição e aplicação do método. Organ. rurais agroind., Lavras, v. 7, n. 1, p. 70-81, 2005
TERENCE, Ana Cláudia Fernandes. ESCRIVÃO FILHO. Edmundo. Abordagem quantitativa, qualitativa e a utilização da pesquisa-ação nos estudos organizacionais. XXVI ENEGEP – Fortaleza, CE, Brasil, 9 a 11 de Outubro de 2006
SILVA, C. R.; GOBBI, B. C.; SIMÃO, A. A. O uso da análise de conteúdo como uma ferramenta para a pesquisa qualitativa: descrição e aplicação do método. Lavras: Organ. Rurais Agroind., v. 7, n. 1, 2005, p. 70 – 81.
YUNES, M. A. M.; SZYMANSKI, H. Entrevista reflexiva e grounded-theory. Revista Interamericana de Psicologia, v. 39, n. 3, 2005.

Ementa: Atividades voltadas para a discussão teórica, metodológica e técnica sobre o desenvolvimento das dissertações em elaboração: pesquisa científica; ciência e seu objetivo; o trabalho científico; contribuição teórica; componentes de uma dissertação; técnicas de coleta dos dados; amostragem; validade e confiabilidade.

Bibliografia
COOPER, D.R. & SCHINDLER, P.S. Métodos de Pesquisa em Administração. Porto Alegre. Bookman, 2003.
COZBY, P.C. Métodos de Pesquisa em Ciências do Comportamento. São Paulo. Editora Atlas, 2003.
LIMA, M. C. Monografia: a engenharia da produção acadêmica. São Paulo: Saraiva, 2ª ed., 2008.
LIMA, M. C. Monografia: a engenharia da produção acadêmica. São Paulo: Saraiva, 2ª ed., 2008.
LIMA, M. C. Monografia: a engenharia da produção acadêmica. São Paulo: Saraiva, 2ª ed., 2008.
ACEVEDO, C. Monografia no Curso de Administração. 3 ed. São Paulo: Atlas, 2007.
CALDAS, M. Contribuição Teórica: como assim, cara pálida? RAE – Revista de Administração de Empresas. V. 43, n. 3, p. 65-68, julho/setembro 2003.
DOOLEY, D. Social Research Methods. 4th edition. New Jersey: Prentice Hall International, 2001.
SELLTIZ, C. et. al. Métodos de pesquisa nas relações sociais. 2.ed. São Paulo: E.P.U., v. 2, 3. 1987.
SELLTIZ, C et al. Métodos de pesquisa nas relações sociais. São Paulo: Herder, 1967
SUMMERS, J. Guidelines for conducting research and publishing in marketing: from conceptualization through the review process, Journal of the Academy of Marketing Science, v. 29, no. 4, p. 405-415, 2001.
SUTTON, R. I.; STAW, B. M. O que não é teoria? RAE – Revista de Administração de Empresas. V. 43, n. 3, p. 74-84, julho/setembro 2003.
VERGARA, S. Projetos e Relatórios de Pesquisa em Administração. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2004.
VERGARA, S. MÉTODOS DE PESQUISA EM ADMINISTRAÇÃO. São Paulo: Atlas, 2005.
VIEIRA, S. Como escrever uma tese. 2.ed. São Paulo: Pioneira, 1994.
WHETTEN, D. O que constitui uma contribuição teórica? RAE – Revista de Administração de Empresas. V. 43, n. 3, p. 69-73, julho/setembro 2003.
YIN, R. Estudo de Caso – Planejamento e Métodos. 3. ed. São Paulo: Bookman, 2005.

Total Bloco I 8 cred. 120h

Bloco II – (Capacitação na Área de Concentração)

Ementa: Estrutura de governança corporativa. Relações entre proprietários, conselho consultivo, conselho de administração e alta administração.
Manuais e códigos de boas práticas, leis de proteção aos investidores, transparência contábil e financeira, auditoria independente e relações fiscais. Implicações da governança sobre as funções administrativas. Principais pressupostos teóricos da governança, como a teoria da agência, stewardship theory, stakeholders e teoria institucional da firma.

Bibliografia:
FERNANDES. Aguinaldo Aragon; ABREU, Vladimir Ferraz. Implantando a Governança de TI: da estratégia à gestão dos processos e serviços, Brasport. 4ª.edição, 2014.
ANDRADE, A.; ROSSETTI, J. P. Governança corporativa: fundamentos, desenvolvimento e tendências. Atlas, 2004.
SOLOMON, J.; SOLOMON, A. Corporate governance and accountability. 3rd ed. London: John Wiley & Sons Inc, 2004.
TRICKER, B. Corporate governance: principles, policies and practices. Oxford: Oxford University Press, 2009.
SUNDARAMURTHY, C., LEWIS, M. Control and collaboration: Paradox of governance, Academy of Management Review, 2003, v.28, n.3,
EISENHARDT, K.M. Agency Theory: An Assessment And Review, Academy of Management. The Academy of Management Review, 1989, V.14, N.1, PP.57-74
Código das Melhores Práticas de Governança Corporativa. 4. ed./ Instituto Brasileiro de Governança Corporativa. São Paulo, SP: IBGC, 2009.
AGUILERA, R. V.; CUERVO-CAZURRA, A. Codes of Good Governance. Corporate Governance, v. 17, n. 3, p. 376-387, 2009.
HARRIS, J. E. A review of Latin American corporate governance literature: 2000-2009. Corporate Governance, v. 9, n. 5, p. 635-648, 2009.
Disponível em: http://www.emeraldinsight.com/10.1108/14720700910998193.
JENSEN, M. C.; MECKLING, W. H. Theory of the firm: Managerial behavior, agency costs and ownership structure. Journal of financial economics, v. 3, n. 4, p. 305-360, 1976. Elsevier.
DUTRA, M. G. L.; SAITO, R. Conselhos de administração: análise de sua composição em um conjunto de companhias abertas brasileiras. RAC -Revista de Administração Contemporânea, v. 6, n. 2, p. 09-27, 2002.
LEAL, R. P. C.; SILVA, A. L. C. D.; VALADARES, S. M. Estrutura de controle das companhias brasileiras de capital aberto. RAC – Revista de Administração Contemporânea, v. 6, n. 1, p. 07-18, 2002.
CAMARGOS, M. A. D.; COUTINHO, E. S. A teoria da firma e a fundamentação teórica para fusões e aquisições: uma análise de suas Interfaces. RAC Eletrônica, v. 2, n. 2, p. 273-295, 2008.
MICHAEL C. JENSEN; WILLIAM H. MECKLING. Teoria da firma: comportamento dos administradores, custos de agência e estrutura de propriedade. RAE – Revista de Administração de Empresas, v. 48, n. 2, p. 87-125, 2008.
SILVEIRA, A. D. M. D.; LEAL, R. P. C.; BARROS, L. A. B. D. C.; CARVALHAL-DA-SILVA, A. L. Evolution and determinants of firm-level corporate governance quality in Brazil. Rausp – Revista de Administarção da USP, v. 44, n. 3, p. 173-189, 2009.
LEAL, R. C., FONTES FILHO, J. R. Governança corporativa em empresas familiares. São Paulo: Saint Paul, 2011.
MATIAS-PEREIRA, J. Governança no setor público. São Paulo: Atlas, 2010.
VALENTE, P. G. Governança corporativa: a capacitação básica do conselheiro. São Paulo: LTC, 2009.

Total Bloco II 4 cred. 60h

Bloco III – (Formação em Linhas de Pesquisa)

Ementa:

Seminários de governança corporativa destinados às linhas de pesquisa do curso, com colaboração de palestrantes convidados. Governança e estratégia. Aspectos contábeis da governança. Aspectos jurídicos da governança. Governança e avaliação do valor das empresas. Governança e tecnologia da informação. Gestão de pessoas e questões comportamentais na governança corporativa. Sustentabilidade e governança corporativa.

Bibliografia:
ANDRADE, A.; ROSSETTI, J. P. Governança corporativa: fundamentos, desenvolvimento e tendências. Atlas, 2004.
BETZ, Frederick. Technology and corporate governance – lessons learnt. International Journal of Innovation and Technology Management. Vol. 1, No. 1 (2004) 115-126
COIMBRA, Marcelo de Aguiar e BINDER, Vanessa Alessi Manzi. (Org.) Manual de Compliance. 1ª ed. São Paulo: Atlas, 2010.
HENDRY, K.; KIEL, G. C. The Role of the Board in Firm Strategy: integrating agency and organisational control perspectives. Corporate Governance: An International Review, v. 12, n. 4, p. 500-520, 2004. John Wiley & Sons.
HENKE JR, J. W. Involving the board of directors in strategic planning. Journal of Business Strategy, v. 7, n. 2, p. 87-95, 1993.
KONZELMANN, S.; CONWAY, N.; TRENBERTH, L.; WILKINSON, F. Corporate Governance and Human Resource Management. British Journal of Industrial Relations, v. 44, n. 3, p. 541-567, 2006. Disponível em: http://doi.wiley.com/10.1111/j.1467-8543.2006.00512.x.
LA PORTA, R.; LOPEZ-DE-SILANEZ, F.; SCHLEIFER, A.; VISHNY, R. Investor p. 3-28, 2000.
PEREIRA, R. S.; FARIA, A. C.; SOUZA, M. T. S. Análise de indicadores de sustentabilidade no segmento químico e petroquímico. In: ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA EM ADMINISTRAÇÃO. XXXI EnANPAD. Anais Eletrônicos… São Paulo:
ANPAD, 2009. Disponível em:http://www.anpad.org.br/. Acesso em: 15 mar. 2012. protection and corporate governance. Journal of Financial Economics, vol. 58, n 1 e 2,
SOLOMON, J.; SOLOMON, A. Corporate governance and accountability. 3rd ed. London: John Wiley & Sons Inc, 2004.
ST-HILAIRE, W. G. A. Organization Dynamics and Contemporary Corporate Governance: Strategy & Mecanism. LAP LAMBERT Academic Publishing, 2012.
TRICKER, B. Corporate Governance: Principles, Policies and Practices. Oxford: Oxford University Press, 2012.

 

Total Bloco III 4 cred. 60h

Bloco IV – (Disciplinas Eletivas)

Linha de Pesquisa 1 – Estruturação da Governança Corporativa

Ementa:

Os padrões internacionais de Contabilidade e o Impacto nas Normas Brasileiras de Contabilidade e de Auditoria. Tendências e desafios da área contábil no Brasil para atender as Normas Brasileiras de Contabilidade nos diferentes portes empresariais. Demonstrações Contábeis e Financeiras. Análise de Demonstrações e a tomada de decisão. Normas Contábeis para os profissionais de Auditoria. Prevenção a lavagem de dinheiro e a corrupção. Gestão de Risco e Controles internos. Informações de Natureza Social e Ambiental. Relato Integrado.

Bibliografia:
BERINDE, Sorin ; RACHISAN, Paula Ramona ; GROSANU, Adrian. Qualitative Study Recarding The Relationship Between Corporate Governance And Creative Accounting. Annals of the University of Oradea : Economic Science. Vol.1, p.642, 2012. Disponível em:http://ideas.repec.org/a/ora/journl/v1y2012i2p642-647.html.
BROMLEY, Robert G. ; HARRAST, Steven A. The Whonka Chocolate Company: Corporate governance and controls over financial reporting. Journal of Accounting Education. Vol.29, pp.295-314. 2011. Disponível em: http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0748575112000371
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COIMBRA, Marcelo de Aguiar e BINDER, Vanessa Alessi Manzi. (Org.) Manual de Compliance. 1ª ed. São Paulo: Atlas, 2010.
CFC – Conselho Federal de Contabilidade. Normas Brasileiras de Contabilidade. Disponível em: http://www.cfc.org.br/conteudo.aspx?codMenu=116
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FIPECAFI (Org.). IUDÍCIBUS, Sérgio de; MARTINS, Eliseu; GELBCKEE, Ernesto Rubens e SANTOS, Ariovaldo. MANUAL DE CONTABILIDADE SOCIETÁRIA: Aplicável a todas as Sociedades de Acordo com as Normas Internacionais e do CPC. 1ª ed. São Paulo: Atlas, 2010.
FLEURY, M.T.L. Brazilian Multinationals – Competences for Internationalization. 1ª ed. Cambridge: Cambridge, 2011.
IASB – International Accounting Standard Board. IFRS for SMEs: Adoption and Implementation. Disponível em: http://www.iasb.org/NR/rdonlyres/2E9A6554-83FD-4B50-9D34-3822374F059C/0/presentationAdoptionandImplementationSMEs.pdf
IIRC – INTERNATIONAL INTEGRATED REPORTING COUNCIL. Disponível em http://www.theiirc.org/
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MAIA, Henrique Araújo; FORMIGONI, Henrique e SILVA e Adilson Aderito da. Empresas de Auditoria e o Compliance com o Nível de Evidenciação. Obrigatório Durante o Processo de Convergência às Normas Internacionais de Contabilidade no Brasil. RBGN – Revista Brasileira de Gestão de Negócios. vol.14. Nº.44, 2012. Disponível em: http://200.169.97.104/seer/index.php/RBGN/article/view/1047/894
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MATHUR, Ike ; SINGH, Manohar ; THOMPSON, Fred; NEJADMALAYERI, Ali. Journal of Business Research, April. Vol.66, p.547, 2013. Corporate governance and lobbying strategies. Disponível em: http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0148296312000070
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NOBES, Christozher; PARKER, Robert. Comparative international accounting.10.ed. London: Prentice – Hall International, 2008.
PHILIPPI JR, Arlindo; MALHEIROS, Tadeu Fabrício et al.. Indicadores de Sustentabilidade e Gestão Ambiental.(org.). Indicadores de Sustentabilidade e Gestão Ambiental. 1ª ed. Barueri: Manole, 2012.
REYNA, Juan Manuel San Martin. A Interação entre Mecanismos Internos e Externos da Governança como Propulsor na Criação de Valor: Um Estudo Internacional. RBGN – Revista Brasileira de Gestão de Negócios. vol.14. Nº.43, 2012. Disponível em: http://200.169.97.104/seer/index.php/RBGN/article/view/678/854
ROMANO, Giulia.; GUERRINI, Andrea. Corporate governance and accounting enforcement actions in Italy. Managerial Auditing Journal. Vol.27, p.622-638, 2012. Disponível em: http://link.springer.com/content/pdf/10.1007/s10551-011-1195-0.
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SANTOS, Fernando de Almeida. Ética Empresarial. Políticas de Responsabilidade Social em 5 dimensões: Sustentabilidade, Respeito à Multicultura, Aprendizado Contínuo, Inovação e Governança Corporativa. São Paulo: Atlas, 2014.
SANTOS, Fernando de Almeida e VEIGA, Windsor Espenser. Contabilidade: com ênfase em Micro, Pequenas e Médias Empresas – Atualizado pela legislação até julho de 2012 (Leis N° 11.638/07, 11.941/09 e LC N° 139, de 10/1/2011 e NBC TG 1.000/CPC-PME). 2ª ed. São Paulo: Atlas, 2012.
SANTOS, Fernando de Almeida, GONÇALVES, Luiz Cláudio e SILVA, Orlando Roque da Silva (organizadores). Ética. Experiências Corporativas em Sustentabilidade e Responsabilidade Social. São Paulo: Baraúna, 2015.
SANTOS, José Luiz dos, FERNANDES, Luciane Alves e SCHMIDT, Paulo.Contabilidade Avançada: Aspectos Societários e Tributários. 3ª ed.. São Paulo: Atlas, 2013.
SILVA, Diego Henrique Lima de, RODRIGUES, Jomar Miranda SILVA, César Augusto Tibúrcio e SILVA, José Dionísio Gomes da. Impacto do Nível de Evidenciação de Informações Contábeis sobre a Precificação de Ações no Contexto de Seleção Adversa: Uma Pesquisa Experimental. RBGN – Revista Brasileira de Gestão de Negócios. vol.14. Nº.43, 2012. Disponível em: http://200.169.97.104/seer/index.php/RBGN/article/view/748/857
WANDERLEY. Cláudio de Araújo e CULLEN, John. Um caso de mudança na contabilidade gerencial: a dinâmica política e social. Revista Contabilidade & Finanças. vol.23. Nº.60. São Paulo, set./dez. 2012.Disponível em: http://dx.doi.org/10.1590/S1519-70772012000300002
WEITZNER, David ; PERIDIS, Theo. Corporate Governance as Part of the Strategic Process: Rethinking the Role of the Board. Journal of Business Ethics. Vol.102, pp.33-42, 2011. Disponível em: http://link.springer.com/content/pdf/10.1007/s10551-011-1195-0
YONEKURA, Akira ; GALLHOFER, Sonja ; HASLAM, Jim. Accounting disclosure, corporate governance and the battle for markets: The case of trade negotiations between Japan and the U.S.Critical Perspectives on Accounting, June. Vol.23, p.312, 2012. Disponível em:http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S1045235412000093

Ementa:

Apontamentos históricos sobre regulação. A evolução da governança corporativa nos Estados Unidos. A evolução da governança corporativa no Brasil. Arcabouço normativo da governança corporativa. As bases do direito societário. Divulgação de informações. Responsabilidade de sócios e administradores. A CVM e a Bolsa de valores. As Inovações da Lei Sarbanes-Oxley. Comparação entre diferentes modelos de regulação. Países de direito consuetudinário. Países de direito codificado com influência francesa, alemã e escandinava.

Bibliografia:

BERLE, A.A.; MEANS. G.C. The Modern Corporation and Private Property. New Brunswick: transaction Publishing, 1932/1991.

BLAIRBLAIR, M. W. Ownership and Control: Re-thinking Corporate Governance for the twenty-First Century. Washington: Brookings Inst, 1995.

BORGERTH, V. M. C. SOX: Entendendo a Lei Sarbanes-Oxley: um caminho para a informação transparente. São Paulo: Thomson, 2007.

FLIGSTEIN, N.; CHOO, J. Law and Corporate Governance. Annual REview of Law and Social Sciences, vol. 1, p. 61-84, 2005.

SILVEIRA, Alexandre Di Michelli. Governança Corporativa e Valor da Empresa no Brasil. Dissertação FEA-USP. São Paulo, 2002.

CVM. Cartilha de Recomendações sobre Governança Corporativa – Jun/2002.

LA PORTA, R.; LOPEZ-DE-SILANES, F.; SHLEIFER, A. Corporate Governance around the World. Journal of Finance, vol. 54, n. 2, p. 471-517, 1999.

LA PORTA, R.; LOPEZ-DE-SILANEZ, F.; SCHLEIFER, A.; VISHNY, R. Investor protection and corporate governance. Journal of Financial Economics, vol. 58, n 1 e 2,

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OKIMURA, Rodrigo T. Estrutura de Propriedade, Governança Corporativa, Valor e Desempenho das Empresas no Brasil. Dissertação. FEA-USP. São Paulo, 2003.

IBGC. Código Brasileiro das Melhores Práticas de Governança Corporativa. CVM

Ementa: Estruturação da governança corporativa: conselho de administração. Governança corporativa e diferentes níveis da estratégia. Formulação da estratégia e governança. Implementação da estratégia e governança. Avaliação da estratégia e governança. Envolvimento dos conselhos na estratégia da organização. Modelos de negócios e governança.

Bibliografia:
COHEN, S.S., BOYD, G. Corporate Governance and Globalization: Long Range Planning Issues. London: Edward Elgar Pub, 2000. CONGER, J. A., LAWLER III, E. Corporate Boards: New Strategies for Adding Value at the Top. Boston, MA.: Jossey-Bass, 2001.
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HENDRY, K.; KIEL, G. C. The Role of the Board in Firm Strategy: integrating agency and organisational control perspectives. Corporate Governance: An International Review, v. 12, n. 4, p. 500-520, 2004. John Wiley & Sons.
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PADIN, C.; FERRO, C.; WAGNER,B.; VALERA, J. C. S.; HOGEVOLD, Nils M.; SVENSSON, G. Validating a triple bottom line construct and reasons for implementing sustainable business practices in companies and their business networks, Corporate Governance: The International Journal of Business in Society, Vol. 16 Iss: 5, pp. 2016.
PARO, R. M.; BOECHAT, C. B. Strategic planning and millennium development goals in Brazilian companies, Corporate Governance: The international journal of business in society, Vol. 8 Iss: 4, pp.532 – 545, 2008.

Ementa:

Esta proposta de trabalho visa ao estudo e a reflexão da teoria da complexidade, de Edgar Morin, cada vez mais presente nas organizações. A disciplina objetiva o estudo da complexidade em relação à ética, à cultura, à política, às questões de gênero no trabalho, à formação do administrador e à identidade humana, nas sociedades contemporâneas. Para melhor compreensão da teoria, buscaremos exemplos nas artes, por meio de expressões, tais como: cinema, dramaturgia, literatura, música, dança, pintura, relacionando-as e articulando-as aos temas indicados. Esta disciplina ainda propõe pensar o processo de construção e reconstrução contínua das organizações como espaços sociais privilegiados de aprendizagem.

Bibliografia básica

BAUMAN, Zygmunt. A ética é possível num mundo de consumidores? Trad. Alexandre Werneck. Rio de Janeiro: Zahar, 2011.

FREUD, Sigmund. O mal-estar na civilização. Trad. Paulo César de Souza. São Paulo: Penguin Classics &Companhia das Letras, 2011.

GIDDENS, Anthony. Sociologia. Trad. Ronaldo Cataldo Costa. 6. ed. Porto Alegre: Penso, 2012.

HESSEL, Stéphane. Indignai-vos! Trad. Marli Peres. São Paulo: Leya, 2011.

HIRATA, Helena. “Globalização e divisão sexual do trabalho numa perspectiva comparada”. In. GUIMARÃES, N. A.; HIRATA, H.; SUGITA, K. (Orgs.). Trabalho flexível, empregos precários? Uma comparação Brasil, França, Japão. São Paulo: EDUSP, 2009. (145-167).

MARIOTTI, Humberto. Organizações de aprendizagem: educação continuada e a empresa do futuro. São Paulo: Atlas, 1995.

MORIN, Edgar. Os sete saberes necessários à educação do futuro. Trad. de Catarina Eleonora F. da Silva e Jeanne Sawaya; Revisão técnica de Edgard de Assis Carvalho, 2. ed. rev., São Paulo: Cortez; Brasília, DF: UNESCO, 2011.

MORIN, Edgar.  Ciência com consciência. Trad. de Maria D. Alexandre e Maria Alice Sampaio Dória. Ed. revista e modificada pelo autor, 8. ed., Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2005.

MORIN, Edgar. O Método 6: Ética. Porto Alegre: Sulina. Tradução Juremir Machado da Silva, 2005.

MORIN, Edgar.  Amor, poesia, sabedoria. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1998.

MORIN, Edgar; BAUDRILLARD, Jean e MAFFESOLI, Michel. A Decadência do Futuro e a Construção do Presente. Florianópolis, Editora da UFSC, 1993.

PENA-VEGA, A.; ALMEIDA, C. e PETRAGLIA, I. “Edgar Morin: Um pensador que testemunha o seu tempo” in PENA-VEGA, A.; ALMEIDA, C. e PETRAGLIA, I. (orgs.). Edgar Morin: Ética, Cultura e Educação. 4ª ed., São Paulo, Cortez, 2011.

PETRAGLIA, Izabel. Pensamento complexo e educação. São Paulo: Editora Livraria da Física, 2013.

PETRAGLIA, Izabel. Edgar Morin: Educação e a Complexidade do ser e do saber. 12ª ed., Petrópolis, Vozes, 2011.

PETRAGLIA, Izabel.  “Olhar sobre o olhar que olha”: Complexidade, Holística e Educação. Petrópolis, Vozes, 2001.

SERRES, Michel. Polegarzinha. Uma nova forma de viver em harmonia, de pensar as instituições, de ser e de saber. Trad. Jorge Bastos. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2013.

Ementa:

Disciplina voltada à discussão do conceito de desenvolvimento sustentável, englobando as suas principais dimensões: ambiental, econômica e social. A ênfase é para com os modelos de organização sustentável, indicadores de sustentabilidade empresarial, tais como: Índice de Sustentabilidade Empresarial da Bovespa, Global Reporting Initiative (GRI), Indicadores Ethos e Balanço Social.

Bibliografia:

BARBIERI, J. C.; VASCONCELOS, I. F. G. DE; ANDREASSI, T.; VASCONCELOS, F. CARVALHO DE. Inovação e sustentabilidade: novos modelos e proposições. Revista de Administração de Empresas, v. 50, n. 2, p. 146-154, 2010.

BEATO, R.; SOUZA, M. T. S.; PARISOTTO, I. S. Rentabilidade de Índices de Sustentabilidade em Bolsa de Valores: um estudo do ISE Bovespa. Revista de Administração e Inovação – RAI, v. 6, n. 3, p. 108-127, set./dez., 2009.

BENITES, L. L. L.; POLO, E. F. A sustentabilidade como ferramenta estratégica empresarial: governança corporativa e aplicação do Triple Bottom Line na Masisa. Revista Administração – UFSM, Santa Maria, v. 6, Edição Especial, p. 827-841, 2013.

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Total Bloco IV 10 cred. 150h

Bloco IV – (Disciplinas Eletivas)

Linha de Pesquisa 2 – Governança Corporativa e Dinâmica Organizacional

Ementa: Disciplina voltada à discussão do conceito de desenvolvimento sustentável, englobando as suas principais dimensões: ambiental, econômica e social. A ênfase é para com os modelos de organização sustentável, indicadores de sustentabilidade empresarial, tais como: Índice de Sustentabilidade Empresarial da Bovespa, Global Reporting Initiative (GRI), Indicadores Ethos e Balanço Social.

Bibliografia:

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Ementa:

Foco na gestão da informação, da inovação, nos indicadores de gestão, no conhecimento e a observância das melhores práticas de gestão da governança corporativa no âmbito e cenários da tecnologia da informação. Diminuição na Gestão de Riscos corporativos de TI e a Sustentabilidade da TI corporativa. As tecnologias de informação e a sua função estratégica em cenários competitivos. A importância do cumprimento dos processos de TI a fim de garantir a efetividade dos negócios institucionais e legais das organizações. Estudo da relação e discussão do conhecimento e aprendizagem organizacional, do uso das tecnologias da informação nas organizações, os aspectos da educação corporativa, da inovação da aprendizagem organizacional.

Bibliografia:
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Ementa:

O campo teórico da estratégia de gestão de pessoas. Estratégia e gestão por competências no contexto da alta administração. Influências da alta administração sobre os funcionários: motivação, comprometimento. Justiça, OCB e confiança na alta administração. Cultura organizacional. Gestão internacional de pessoas. Alta administração, sucessão e dilemas de gestão de pessoas.

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Ementa: Técnicas de pesquisa e métodos para produção de conhecimento. Organização e desenvolvimento de artigos para congressos e periódicos.

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Total Bloco IV 16 cred. 240h

Coordenação e Corpo Docente

Prof. Dr. Orlando Roque da Silva

Professor Titular de Inovação Tecnológica no Centro Universitário das Faculdades Metropolitanas Unidas e professor de Engenharia de Produção na Faccamp. Graduado em Administração pelo Centro Universitário SantAnna, mestre em Administração pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo e doutor em Engenharia de Produção pela Universidade Metodista de Piracicaba. Foi professor do programa de mestrado e doutorado em engenharia de produção da Unimep, atualmente é coordenador do Programa de Mestrado Acadêmico em Administração no Centro Universitário das Faculdades Metropolitanas Unidas. Tem experiência na área de Estratégia de Operações e Gestão de cadeias de suprimentos atuando principalmente nos seguintes temas: manufatura avançada, sistemas de inovação e dinâmica de sistemas.

Área de Concentração e Linhas de Pesquisa

Área de concentração: Governança Corporativas

Linha de Pesquisa 1: Estruturação da Governança Corporativa


Analisa os aspectos essenciais da GC como tema central, que trata da concepção de gestão, bem como os mecanismos de operação e controle das organizações, visando harmonizar a busca de lucratividade e os objetivos sociais e de sustentabilidade nas economias de mercado. Engloba estudos e pesquisas da estrutura de governança da empresa, as relações entre proprietários, conselho consultivo, conselho de administração, alta administração e auditoria independente e a estratégia das organizações. Seu escopo também incorpora os códigos e manuais de boas práticas de governança, as leis de proteção aos investidores, a transparência contábil, financeira e fiscal, as normas contábeis e de auditoria e os acordos nacionais e internacionais que tratam do tema


Linha de Pesquisa 2: Governança Corporativa e Dinâmica Organizacional


Esta Linha está focada na organização e definição das estratégias funcionais considerando os objetivos de governança corporativa das organizações e as práticas adotadas. Assim, as estratégias funcionais das empresas sofrem influências da governança corporativa praticadas pela mesma e também as influenciam. Além disso, tais estratégias funcionais assumem um contorno diferente ao serem discutidas no âmbito da alta administração da empresa. A linha engloba as relações da governança corporativa com funções diversas, dentre as quais alguns exemplos merecem destaque: gestão de pessoas, sustentabilidade, gestão da informação e práticas de contabilidade.

Descrição dos Projetos

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Estruturação da Governança Corporativa analisa os aspectos essenciais da governança corporativa como tema central, que trata da concepção de gestão, bem como os mecanismos de operação e controle das organizações, visando harmonizar a busca de lucratividade e os objetivos sociais e de sustentabilidade nas economias de mercado. O grupo engloba estudos e pesquisas da estrutura de governança da empresa, as relações entre proprietários, conselho consultivo, conselho de administração, alta administração e auditoria independente e a estratégia das organizações. Seu escopo também incorpora os códigos e manuais de boas práticas de governança, as leis de proteção aos investidores, a transparência contábil, financeira e fiscal, as normas contábeis e de auditoria e os acordos nacionais e internacionais que tratam do tema.

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Objetivo: Este projeto avalia, mensura e monitora a eficiência, eficácia e impacto dos mais diversos tipos de politicas publicas e sua relação com a governança corporativa: introdução de tributos e impostos, implantação de programas de habitação, segurança publica, saúde e educação, implementação de politicas de transferência de renda, elevação dos gastos públicos, tipos de financiamentos de divida publica, introdução de créditos para pequenos e médios produtores ou empreendedores.

Endereço para acessar este espelho: dgp.cnpq.br/dgp/espelholinha/065872241645831237008
Objetivo: O Objetivo é identificar quais as práticas corporativas de finanças, contabilidade e auditoria que estão sendo adotadas, a fim de verificar a aplicação das Normas Brasileiras de Contábeis, com destaque à primazia da essência sobre a forma, à convergência das ações empresariais, à harmonização contábil internacional e as formas de implantar as Normas, pois há aspectos subjetivos e divergentes formas de execução. O projeto busca identificar se tais práticas estão sendo adotadas, com destaque à primazia da essência sobre a forma, à convergência das ações empresariais, à harmonização contábil internacional e as formas de implantar estas políticas globais, pois há aspectos subjetivos e divergentes formas de execução.

Endereço para acessar este espelho: dgp.cnpq.br/dgp/espelholinha/065872241645831237010
Objetivo: O projeto consiste em descrever e analisar as ações empresariais voltadas à transparência, sustentabilidade, responsabilidade social e ética. Entre essas experiências serão verificados os relatórios de sustentabilidade, construção e divulgação de indicadores, balanço social e informações de natureza social e ambiental. Como resultado deste trabalho se objetiva analisar, identificar tendências e propor melhorias, auxiliar na construção de indicadores e de políticas sobre os temas tratados.

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Objetivo: O objetivo deste projeto é o estudo do pensamento complexo, de Edgar Morin, que tece críticas ao pensamento redutor e fragmentado e, propõe outro modo de interpretar os fenômenos organizacionais, sociais, históricos, educacionais.

Endereço para acessar este espelho: dgp.cnpq.br/dgp/espelhogrupo/5307583702593612
Este grupo está focado na dinâmica organizacional envolvendo a governança corporativa da empresa. Implica em organizar e definir as estratégias funcionais considerando os objetivos de governança corporativa das organizações e as práticas adotadas. Assim, as estratégias funcionais das empresas sofrem influências da governança corporativa praticadas pela mesma e também as influenciam. Além disso, tais estratégias funcionais assumem um contorno diferente ao serem discutidas no âmbito da alta administração da empresa, proprietários, conselho e diretoria. A linha engloba, então, as relações da governança corporativa com funções diversas, dentre as quais alguns exemplos merecem destaque: gestão de pessoas, sustentabilidade, gestão da informação e práticas de contabilidade.

Endereço para acessar este espelho: dgp.cnpq.br/dgp/espelholinha/5307583702593612174782
Objetivo: O objetivo é investigar a relação entre a Governança Corporativa – GC e a implantação de estratégias organizacionais. Questões sobre como obter vantagem competitiva ou quais recursos impactam o desempenho da organização e atraem a atenção dos pesquisadores e executivos.

Endereço para acessar este espelho: dgp.cnpq.br/dgp/espelholinha/5307583702593612174783
Objetivo: Este projeto analisa os aspectos estratégicos da gestão de pessoas (ou recursos humanos) com questões voltadas aos proprietários das empresas, seus representantes (conselho de administração e outros conselhos) e alta administração (presidente e diretores). Assim, os sistemas de gestão de pessoas são analisados sob a ótica destes atores, considerando-se as decisões relacionadas a pessoas que podem impactar na capacidade da organização em implementar suas estratégias.

Endereço para acessar este espelho: dgp.cnpq.br/dgp/espelholinha/5307583702593612174781
Objetivo: Este projeto de pesquisa estabelece como foco de investigação as variáveis envolvidas na sustentabilidade ambiental e as respectivas inter-relações existentes com o conjunto de fatores que estruturam a organização, em um contexto favorável a Governança Corporativa.

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Objetivo: Esse estudo tem como objetivo a análise da utilização das tecnologias de informação nas organizações, sob o olhar da governança corporativa, envolvendo questões sistêmicas e complexas, voltadas às questões não só das ferramentas de TIC, mas sim a consecução de objetivos estratégicos de governança nas organizações.

Periódicos e produção

Periódicos

REVISTA METROPOLITANA DE SUSTENTABILIDADE – RMS

A RMS é fruto de um trabalho coletivo de pesquisadores atuantes em diversas áreas acadêmicas, notadamente em temas voltados para o Desenvolvimento Sustentável, baseado nas três dimensões ou esferas da sustentabilidade: ambiental, social e econômica. Em 2011, o projeto foi concebido por um núcleo de professores de Administração, Direito, Economia, Engenharias e Ciências Ambientais das Faculdades Metropolitanas Unidas – FMU, com o intuito de ofertar a comunidade científica um veículo de comunicação digital, de estudos e pesquisas referenciados ao Desenvolvimento Sustentável. A revista RMS se apoia em seu Comitê Científico e em seu Conselho Editorial para a condução da proposta editorial.
Acesse o site: revistaseletronicas.fmu.br/index.php/rms

 

REVISTA METROPOLITANA DE GOVERNANÇA CORPORATIVA – RMGC
A revista RMGC teve sua concepção iniciada em março de 2014. O maior objetivo dessa revista é o de gerar produção intelectual e acadêmica nas áreas de administração e afins que discutam a governança corporativa.
A RMGC se destina a publicação de contribuições científicas e práticas na temática Governança corporativa, tais como sucessão dos proprietários e do CEO; governança familiar; estabelecimento de conselhos de administração; aspectos legais da governança; códigos de ética; modelos de gestão, recursos tecnológicos, sustentabilidade; treinamento de pessoal; liderança; empreendedorismo; gestão de pessoas, entre outras.
Acesse o site: revistaseletronicas.fmu.br/index.php/RMGC

 

Produção

A produção técnica e científica desenvolvida pelos docentes do programa estão disponíveis no blog do mestrado.
Acesse em: mestradoadministracaofmu.wordpress.com

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Página atualizada em 13/11/2018 às 17h51