Mestrado em Administração

Inscrições encerradas



Mensalidade

Apresentação

Objetivos

O Programa de Pós-Graduação em Administração da FMU, com foco em ORGANIZAÇÕES INOVADORAS, estabeleceu como objetivo central transferir para a sociedade e para as organizações em particular, novos e avançados conhecimentos sobre processos de inovação tecnológica (processos e produtos), organizacional e de marketing, por meio da capacitação avançada dos discentes para a docência, para a pesquisa e para a divulgação de produção intelectual e técnica, embasados em fundamentos científicos sólidos e metodologias pertinentes. Muito embora a preocupação com as “organizações que inovam” tenha tido força com a crescente complexidade das organizações em época de globalização e fortes investimentos no plano internacional, tanto de empresas estrangeiras como transnacionais brasileiras, o tema não se restringe absolutamente ao entendimento de como a inovação é criada, mas também como ela se difunde na sociedade.

Como tema contemporâneo de investigação elegeram-se as ORGANIZAÇÕES INOVADORAS, buscando aprofundar o entendimento sobre elas enquanto principal fonte de transformação do conhecimento em inovação em suas diferentes manifestações, com significativas repercussões socioeconômicas. Essas organizações criam, recriam, adquirem e utilizam não somente o conhecimento científico, tecnológico e prático, mas também são portadoras de capacidades dinâmicas, constituídas pelo conjunto de comportamentos, atitudes, culturas, práticas de trabalho, procedimentos organizacionais e de marketing, agregando novos valores que reconfiguram sua estrutura administrativa, estratégias de atuação e modelos de competição e cooperação.

Público Alvo

Destinados a profissionais de administração ou áreas afins.

Perfil do Egresso

Formar profissionais capacitados a partir da pesquisa aprofundada e aplicada, orientada ao mercado de trabalho e às instituições que promovem a inovação nas organizações, em ambiente propício ao aumento da capacidade crítica e analítica acerca das ações que interferem na sustentabilidade dos processos organizacionais. Capacitado também: a) de forma reflexiva, analítica e crítica sobre a realidade da sociedade e das estruturas organizacionais modernas. b) com potencial para a articulação, mobilização e aplicação de recursos e conhecimentos voltados à área de concentração e linhas de pesquisa nas organizações. c) com competência para a identificação de situações e apresentação de propostas realistas e sustentáveis para as organizações. d) por meio de aperfeiçoamento profissional contínuo e constante, com o reconhecimento de instrumentos e desenvolvimento de sólidas competências acadêmicas e profissionais. e) para a produção científica aplicada às necessidades das organizações, com conhecimento acerca das diversas técnicas que estão envolvidas no campo da administração e das organizações inovadoras.

f) para perceber, dentro de uma visão abrangente e culta, a organização e a sinergia entre as partes que a compõem, mantendo os interesses coletivos acima dos individuais. g) a construir, disseminar e compartilhar conhecimentos sobre o tema da área de concentração. h) a construir ambiência capaz de gerar novos conhecimentos aplicados à inovação por meio do debate de experiências profissionais, pesquisa e produção científica aplicada. i) a promover o estabelecimento de rede de pesquisadores e profissionais voltados ao tema, potencializando sua inserção no mercado de forma qualificada; j) a provocar o pensamento analítico e reflexivo, estimulando a pesquisa e o desenvolvimento de equacionamentos sustentáveis, com soluções criativas e novas técnicas de gestão. k) a promover a gestão aderente aos princípios da inovação, com pensamento científico sistemático e criativo, observando as exigências relacionadas às questões éticas das boas práticas profissionais.

Informações Gerais

Mestrado Acadêmico em Administração é um Programa de estudos Stricto Sensu recomendado pela CAPES. Anualmente, o MA oferece 20 vagas e o curso tem a duração de 2 anos. As aulas são ministradas predominantemente as quintas e sextas-feiras, das 19h às 23h e aos sábados das 8h às 12h.Algumas disciplinas podem ser ofertadas no período da tarde durante a semana. Após o cumprimento dos créditos de disciplinas, as atividades concentram-se, sobretudo em orientação e no desenvolvimento da dissertação. Atividades de orientação, estudos, pesquisas e eventos complementares à formação do mestrando poderão demandar a presença em algumas tardes.

As exigências para o candidato participar do processo seletivo para ingresso no mestrado são sempre descritas em edital próprio, disponibilizado nesse site. Fique atento!

Integração com a Graduação

Todos os Professores do Programa também atuam na Graduação e Professores e alunos mesmo da graduação integram os Grupos de Pesquisa cadastrados no CNPq e certificados pela Instituição. Participam igualmente dos Grupos os mestrandos e alunos da graduação que desenvolvem projetos de pesquisa em iniciação científica nas mesmas linhas do programa. Além disso, o Programa integra-se com a Graduação por diversos outros meios: 1 – pela atuação obrigatória dos Professores do Programa na Graduação; 2 – por meio do Programa de Iniciação Científica que oferece bolsa de iniciação científica aos alunos que desenvolvem suas pesquisas relacionadas à área de concentração do Programa e às suas linhas de pesquisa; 3 – por meio do incentivo ao desenvolvimento das pesquisas visando ao TCC na área de concentração do Programa; 4 – por meio da política institucional de acesso preferencial ao corpo docente da Graduação, de mestres formados pelo Programa; 5 – pela participação ativa dos docentes do Programa na revisão e atualização dos conteúdos programáticos e  no estabelecimento de eventos da Graduação, tais como palestras, conferências, entre outras atividades, relacionadas com a área de concentração do programa; 6 – pela participação de docentes da Graduação tanto na orientação de Iniciação Científica, Trabalhos de Conclusão de Curso sobre temas relativos à área de concentração do Programa quanto por sua integração nos Projetos de Pesquisa e no Grupo de Pesquisa, cadastrados no CNPq sobre temas relativos ao Programa; 7 – pela participação dos discentes da Graduação em atividades e pesquisas do programa, tais como palestras, seminários e demais eventos acadêmicos, inclusive pela possibilidade que têm de assistirem às defesas de dissertação de mestrado, com atribuição de horas para validação de atividades complementares a que estão sujeitos na graduação; 8- pela ocorrência de política institucional favorecendo a participação de professor do programa no NDE- Núcleo Docente Estruturante da Graduação; 9-pelo incentivo à produção científica em coautoria de professores do programa com professores da graduação. Assim, por meio desses procedimentos e estratégias tanto a Graduação quanto o Programa de Mestrado têm sido reciprocamente beneficiados com as atividades conjuntas, as interações e, sobretudo, com as pesquisas e produções comuns, resultantes em publicações, trabalhos de Iniciação Científica e Trabalho de Conclusão de Curso.

Fórum de Administração FMU

O Fórum Integrado de Pesquisas em Administração é uma iniciativa dos Programas de Pós-graduação Scrito Sensu em Administração (Mestrado em Administração e Mestrado Profissional em Administração em Governança Corporativa) do Centro Universitário das Faculdades Metropolitanas Unidas. Este fórum acadêmico e científico tem como objetivo promover o intercâmbio de conhecimento entre pesquisadores. Nesse espaço são facilitadas as discussões de tópicos contemporâneos pertinentes à administração e às áreas afins, com destaque às boas práticas de pesquisa. No Fórum os pesquisadores, alunos de Graduação, Especialização e MBA, Mestrado e Doutorado tanto da FMU como das Instituições externas estão convidados a apresentar seus projetos de pesquisas e artigos científicos. As sessões, em formato de Apresentação de Pôsteres, possibilitam a discussão de temas de interesse dos participantes com a comunidade científica. São realizadas também Mesas Redondas com pesquisadores de referência na área de Administração que promoverão debates sobre a qualidade da pesquisa científica.

Recursos de Informática

Estão disponíveis também laboratórios dedicados exclusivamente às atividades do stricto sensu, composto por 20 máquinas de última geração ligadas em rede à Internet, com sistema operacional Microsoft Windows XP, Microsoft Office 2007, Linguagens de Programação, @Risk, SPSS, entre outros softwares para uso dos alunos e docentes.

As salas de aula contam ainda com tecnologia wi-fi, com acesso à internet, que detém link dedicado às pesquisas necessárias.

O PPGA conta com acesso à ampla base de dados PROQUEST, EBSCO e CAPES, o que facilita sobremaneira a qualidade do referencial teórico nos artigos e dissertações. Os laboratórios de informática estão devidamente programados para o ensino de métodos quantitativos e qualitativos e buscas bibliográficas nas bases de dados digitais, além de promover um ambiente adequado para o estudo nas bibliotecas.

Infraestrutura

Os laboratórios utilizados pelo programa e disponíveis ao corpo docente e discente tratam-se de laboratórios de informática, conectados à internet com acesso rápido, sendo que os docentes dispõem de 15 gabinetes exclusivos de trabalho e os mestrandos dispõem de mais 10 estações para seu uso exclusivo. Todos os equipamentos são da marca Dell e configuração de última geração. O acesso à informação científica, técnica e artística, em função da área de atuação do programa, sobretudo no que se refere ao acervo próprio e ao acervo acessível por meio de sistemas de recuperação está especificado e descrito no item biblioteca. Além disso, o programa dispõe de equipamentos informatizados e conectados à rede nas seis salas de aula do programa, com os mais modernos recursos audiovisuais disponíveis.

Área de Concentração

A área de concentração que direciona os trabalhos de pesquisa e a estrutura de ensino da Pós-Graduação em Administração da FMU chama-se ORGANIZAÇÕES INOVADORAS. Esta área busca aprofundar o entendimento sobre organizações que se constituem na principal fonte de transformação do conhecimento em inovação, em suas diferentes manifestações, com significativas repercussões socioeconômicas.

Estas organizações têm perfil que cria, recria, adquire e utiliza não somente o conhecimento científico, tecnológico e prático, mas também são portadoras de capacidades dinâmicas, constituídas por um conjunto de comportamentos, atitudes, culturas, práticas de trabalho, procedimentos organizacionais e de marketing, agregando novos valores que reconfiguram sua estrutura administrativa, estratégias de atuação e modelos de competição e cooperação.

Linhas de Pesquisa

1. Organizações Competitivas

Esta linha investiga os fatores causais e as consequências de inovações organizacionais, que representam substanciais alterações internas nos métodos, locais e práticas de trabalho, no escopo de negócios ou nas suas relações externas, lidando fundamentalmente com pessoas, .organização do trabalho de qualquer tipo de empresa e de atividade. A pesquisa é realizada também na dimensão das relações entre organizações, com estudos sobre redes, formas de competição e cooperação.

2. Conhecimento e Inovação

Esta linha trata dos fatores sociais, materiais e das práticas que contribuem para as diferentes manifestações da inovação, incluindo a criação e comunicação de conhecimento e a gestão da informação. Os objetos de investigação englobam as práticas sociais, interativas e dialógicas de criação, comunicação e uso do conhecimento tácito com base em abordagens baseadas em prática, metodologias reflexivas.

3. Marketing e Sociedade

Esta linha trata da implantação de um novo método de marketing com mudanças significativas na oferta e na demanda social de produtos e serviços, envolvendo sua concepção, posicionamento, promoção, distribuição, fixação de preço e reciclagem ou disposição final.

Matriz Curricular

Bloco I – Metodologia Cientifica e Técnicas de Pesquisa

Área(s) de Concentração: Organizações Inovadoras

Ementa:
Pesquisa científica. Objetivo da ciência. Problema de pesquisa, hipóteses, variáveis, constructos. Definições operacionais. Fidedignidade, validade, escalas. Pesquisa experimental. Pesquisa quase-experimental. Pesquisa documental. Pesquisa expo-facto. Levantamentos quantitativos e qualitativas. Observação participante. Estudo de caso. Entrevistas em profundidade. Etnografia.

Bibliografia:

ACEVEDO, C. Monografia no Curso de Administração. 3 ed. São Paulo: Atlas, 2007.

BERELSON, Bernard. Content Analysis in communication research. New York: Hafner Press, 1952. BONI, V. & QUARESMA, S. J. Aprendendo a entrevistar: como fazer entrevistas em Ciências Sociais. Revista Eletrônica dos Pós-Graduandos em Sociologia Política da UFSC. Vol. 2, N. 1 (3), jan- jul 2005, p. 68 – 80.

BROWN, Stevenson R.; MELAMED, Lawrence E. Experimental design and analysis. California: SagePublications, 1990.

CAMPBELL, Donald T.; STANLEY, Julian C. Delineamentos experimentais e quase experimentais de pesquisa. São Paulo: E.P.U. /EDUSP, 1979.

DUARTE, J. & BARROS, A. Métodos e Técnicas de Pesquisa em Comunicação Cap. 3 (p. 51 – 61)

GOODE, W.J.; Hatt, P.K. Métodos em Pesquisa Social. São Paulo, Cia Editora Nacional, 1968.

GORDON, L. PATZER. Experiment-Research Methodology in Marketing. Westport: Quorum Books, 1996.

KASSARJIAN, H. Content analysis in consumer research. Journal of Consumer Research, v. 4, issue, 1, p. 8-18, Jun. 1977.

KERLINGER, F. Metodologia da pesquisa em ciências sociais: um tratamento conceitual. São Paulo: EPU/EDUSP, 1980.

KOLBE, R. H.; BURNETT, M. Content analysis research: an examination of applications with directives for improving research reliability and objectivity. Journal of Consumer Research, v. 18, n. 2, p. 243-248, Sept. 1991.

MARTINS, Gilberto de Andrade. Metodologia da investigação científica para ciências sociais aplicadas. São Paulo: Atlas, 2009.

McGUIGAN, F. J. Experimental Psychology Methods of research. New Jersey: Prentice-Hall, 1997.

MINAYO, Maria Cecília S. & SANCHES, Odécio. Quantitativo – qualitativo: oposição ou complementariedade? RJ: Cadernos de Saúde Púbica, 9 (3): 239 – 262, jul/set 1993.

NEVES, J. L. Pesquisa Qualitativa: características, usos e possibilidades. SP: Caderno de Pesquisas em Administração. V. 1, N. 3, 2o Sem. 1996.

SAMPAIO, C. H.; PERIN, M. G.; LUCE, F. B.; SANTOS, M. J.; SANTINI, F. O.; OLIVEIRA, M. O. R.; LENZ, G. S. Pesquisa científica da área de Marketing no Brasil: uma revisão da primeira década do século 21. RJ: RAC, v. 16, n. 3, mai-jun 2012, p. 459 – 478. Disponível em www.anpad.org.br/rac.

RUDIO, F. Introdução ao Projeto de Pesquisa Científica. 24. ed. Petrópolis: Vozes, 1999.

SILVA, C. R.; GOBBI, B. C.; SIMÃO, A. A. O uso da análise de conteúdo como uma ferramenta para a pesquisa qualitativa: descrição e aplicação do método. Lavras: Organ. Rurais Agroind., v. 7, n. 1, 2005, p. 70 – 81.
BARDIN, L. Análise de conteúdo. Lisboa: Edições 70, 1997.

SELLTIZ, C. et. al. Métodos de pesquisa nas relações sociais. 2.ed. São Paulo: E.P.U., v. 2, 3. 1987.

VERGARA, S. Projetos e Relatórios de Pesquisa em Administração. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2004.

VERGARA, S. MÉTODOS DE PESQUISA EM ADMINISTRAÇÃO. São Paulo: Atlas, 2005.

VIEIRA, S. Como escrever uma tese. 2.ed. São Paulo: Pioneira, 1994.

YIN, R. Estudo de Caso – Planejamento e Métodos. 3. ed. São Paulo: Bookman, 2005.

Área(s) de Concentração:
Organizações Inovadoras

Ementa:
Pesquisa científica. Objetivo da ciência. Problema de pesquisa, hipóteses, variáveis, constructos. Definições operacionais. Fidedignidade, validade, escalas. Pesquisa experimental. Pesquisa quase-experimental. Pesquisa documental. Pesquisa expo-facto. Levantamentos quantitativos e qualitativas. Observação participante. Estudo de caso. Entrevistas em profundidade. Etnografia.

Bibliografia:

ACEVEDO, C. Monografia no Curso de Administração. 3 ed. São Paulo: Atlas, 2007.

BERELSON, Bernard. Content Analysis in communication research. New York: Hafner Press, 1952. BONI, V. & QUARESMA, S. J. Aprendendo a entrevistar: como fazer entrevistas em Ciências Sociais. Revista Eletrônica dos Pós-Graduandos em Sociologia Política da UFSC. Vol. 2, N. 1 (3), jan- jul 2005, p. 68 – 80.

BROWN, Stevenson R.; MELAMED, Lawrence E. Experimental design and analysis. California: SagePublications, 1990.

CAMPBELL, Donald T.; STANLEY, Julian C. Delineamentos experimentais e quase experimentais de pesquisa. São Paulo: E.P.U. /EDUSP, 1979.

DUARTE, J. & BARROS, A. Métodos e Técnicas de Pesquisa em Comunicação Cap. 3 (p. 51 – 61)

GOODE, W.J.; Hatt, P.K. Métodos em Pesquisa Social. São Paulo, Cia Editora Nacional, 1968.

GORDON, L. PATZER. Experiment-Research Methodology in Marketing. Westport: Quorum Books, 1996.

KASSARJIAN, H. Content analysis in consumer research. Journal of Consumer Research, v. 4, issue, 1, p. 8-18, Jun. 1977.

KERLINGER, F. Metodologia da pesquisa em ciências sociais: um tratamento conceitual. São Paulo: EPU/EDUSP, 1980.

KOLBE, R. H.; BURNETT, M. Content analysis research: an examination of applications with directives for improving research reliability and objectivity. Journal of Consumer Research, v. 18, n. 2, p. 243-248, Sept. 1991.

MARTINS, Gilberto de Andrade. Metodologia da investigação científica para ciências sociais aplicadas. São Paulo: Atlas, 2009.

McGUIGAN, F. J. Experimental Psychology Methods of research. New Jersey: Prentice-Hall, 1997.

MINAYO, Maria Cecília S. & SANCHES, Odécio. Quantitativo – qualitativo: oposição ou complementariedade? RJ: Cadernos de Saúde Púbica, 9 (3): 239 – 262, jul/set 1993.

NEVES, J. L. Pesquisa Qualitativa: características, usos e possibilidades. SP: Caderno de Pesquisas em Administração. V. 1, N. 3, 2o Sem. 1996.

SAMPAIO, C. H.; PERIN, M. G.; LUCE, F. B.; SANTOS, M. J.; SANTINI, F. O.; OLIVEIRA, M. O. R.; LENZ, G. S. Pesquisa científica da área de Marketing no Brasil: uma revisão da primeira década do século 21. RJ: RAC, v. 16, n. 3, mai-jun 2012, p. 459 – 478. Disponível em www.anpad.org.br/rac.

RUDIO, F. Introdução ao Projeto de Pesquisa Científica. 24. ed. Petrópolis: Vozes, 1999.

SILVA, C. R.; GOBBI, B. C.; SIMÃO, A. A. O uso da análise de conteúdo como uma ferramenta para a pesquisa qualitativa: descrição e aplicação do método. Lavras: Organ. Rurais Agroind., v. 7, n. 1, 2005, p. 70 – 81.
BARDIN, L. Análise de conteúdo. Lisboa: Edições 70, 1997.

SELLTIZ, C. et. al. Métodos de pesquisa nas relações sociais. 2.ed. São Paulo: E.P.U., v. 2, 3. 1987.

VERGARA, S. Projetos e Relatórios de Pesquisa em Administração. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2004.

VERGARA, S. MÉTODOS DE PESQUISA EM ADMINISTRAÇÃO. São Paulo: Atlas, 2005.

VIEIRA, S. Como escrever uma tese. 2.ed. São Paulo: Pioneira, 1994.

YIN, R. Estudo de Caso – Planejamento e Métodos. 3. ed. São Paulo: Bookman, 2005.

Área(s) de Concentração:
Organizações Inovadoras

Ementa:
Pesquisa científica. Objetivo da ciência. Problema de pesquisa, hipóteses, variáveis, constructos. Definições operacionais. Fidedignidade, validade, escalas. Pesquisa experimental. Pesquisa quase-experimental. Pesquisa documental. Pesquisa expo-facto. Levantamentos quantitativos e qualitativas. Observação participante. Estudo de caso. Entrevistas em profundidade. Etnografia.

Bibliografia:

ACEVEDO, C. Monografia no Curso de Administração. 3 ed. São Paulo: Atlas, 2007.

BERELSON, Bernard. Content Analysis in communication research. New York: Hafner Press, 1952. BONI, V. & QUARESMA, S. J. Aprendendo a entrevistar: como fazer entrevistas em Ciências Sociais. Revista Eletrônica dos Pós-Graduandos em Sociologia Política da UFSC. Vol. 2, N. 1 (3), jan- jul 2005, p. 68 – 80.

BROWN, Stevenson R.; MELAMED, Lawrence E. Experimental design and analysis. California: SagePublications, 1990.

CAMPBELL, Donald T.; STANLEY, Julian C. Delineamentos experimentais e quase experimentais de pesquisa. São Paulo: E.P.U. /EDUSP, 1979.

DUARTE, J. & BARROS, A. Métodos e Técnicas de Pesquisa em Comunicação Cap. 3 (p. 51 – 61)

GOODE, W.J.; Hatt, P.K. Métodos em Pesquisa Social. São Paulo, Cia Editora Nacional, 1968.

GORDON, L. PATZER. Experiment-Research Methodology in Marketing. Westport: Quorum Books, 1996.

KASSARJIAN, H. Content analysis in consumer research. Journal of Consumer Research, v. 4, issue, 1, p. 8-18, Jun. 1977.

KERLINGER, F. Metodologia da pesquisa em ciências sociais: um tratamento conceitual. São Paulo: EPU/EDUSP, 1980.

KOLBE, R. H.; BURNETT, M. Content analysis research: an examination of applications with directives for improving research reliability and objectivity. Journal of Consumer Research, v. 18, n. 2, p. 243-248, Sept. 1991.

MARTINS, Gilberto de Andrade. Metodologia da investigação científica para ciências sociais aplicadas. São Paulo: Atlas, 2009.

McGUIGAN, F. J. Experimental Psychology Methods of research. New Jersey: Prentice-Hall, 1997.

MINAYO, Maria Cecília S. & SANCHES, Odécio. Quantitativo – qualitativo: oposição ou complementariedade? RJ: Cadernos de Saúde Púbica, 9 (3): 239 – 262, jul/set 1993.

NEVES, J. L. Pesquisa Qualitativa: características, usos e possibilidades. SP: Caderno de Pesquisas em Administração. V. 1, N. 3, 2o Sem. 1996.

SAMPAIO, C. H.; PERIN, M. G.; LUCE, F. B.; SANTOS, M. J.; SANTINI, F. O.; OLIVEIRA, M. O. R.; LENZ, G. S. Pesquisa científica da área de Marketing no Brasil: uma revisão da primeira década do século 21. RJ: RAC, v. 16, n. 3, mai-jun 2012, p. 459 – 478. Disponível em www.anpad.org.br/rac.

RUDIO, F. Introdução ao Projeto de Pesquisa Científica. 24. ed. Petrópolis: Vozes, 1999.

SILVA, C. R.; GOBBI, B. C.; SIMÃO, A. A. O uso da análise de conteúdo como uma ferramenta para a pesquisa qualitativa: descrição e aplicação do método. Lavras: Organ. Rurais Agroind., v. 7, n. 1, 2005, p. 70 – 81.
BARDIN, L. Análise de conteúdo. Lisboa: Edições 70, 1997.

SELLTIZ, C. et. al. Métodos de pesquisa nas relações sociais. 2.ed. São Paulo: E.P.U., v. 2, 3. 1987.

VERGARA, S. Projetos e Relatórios de Pesquisa em Administração. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2004.

VERGARA, S. MÉTODOS DE PESQUISA EM ADMINISTRAÇÃO. São Paulo: Atlas, 2005.

VIEIRA, S. Como escrever uma tese. 2.ed. São Paulo: Pioneira, 1994.

YIN, R. Estudo de Caso – Planejamento e Métodos. 3. ed. São Paulo: Bookman, 2005.

Área(s) de Concentração:
Organizações Inovadoras

Ementa:
Pesquisa científica. Objetivo da ciência. Problema de pesquisa, hipóteses, variáveis, constructos. Definições operacionais. Fidedignidade, validade, escalas. Pesquisa experimental. Pesquisa quase-experimental. Pesquisa documental. Pesquisa expo-facto. Levantamentos quantitativos e qualitativas. Observação participante. Estudo de caso. Entrevistas em profundidade. Etnografia.

Bibliografia:

ACEVEDO, C. Monografia no Curso de Administração. 3 ed. São Paulo: Atlas, 2007.

BERELSON, Bernard. Content Analysis in communication research. New York: Hafner Press, 1952. BONI, V. & QUARESMA, S. J. Aprendendo a entrevistar: como fazer entrevistas em Ciências Sociais. Revista Eletrônica dos Pós-Graduandos em Sociologia Política da UFSC. Vol. 2, N. 1 (3), jan- jul 2005, p. 68 – 80.

BROWN, Stevenson R.; MELAMED, Lawrence E. Experimental design and analysis. California: SagePublications, 1990.

CAMPBELL, Donald T.; STANLEY, Julian C. Delineamentos experimentais e quase experimentais de pesquisa. São Paulo: E.P.U. /EDUSP, 1979.

DUARTE, J. & BARROS, A. Métodos e Técnicas de Pesquisa em Comunicação Cap. 3 (p. 51 – 61)

GOODE, W.J.; Hatt, P.K. Métodos em Pesquisa Social. São Paulo, Cia Editora Nacional, 1968.

GORDON, L. PATZER. Experiment-Research Methodology in Marketing. Westport: Quorum Books, 1996.

KASSARJIAN, H. Content analysis in consumer research. Journal of Consumer Research, v. 4, issue, 1, p. 8-18, Jun. 1977.

KERLINGER, F. Metodologia da pesquisa em ciências sociais: um tratamento conceitual. São Paulo: EPU/EDUSP, 1980.

KOLBE, R. H.; BURNETT, M. Content analysis research: an examination of applications with directives for improving research reliability and objectivity. Journal of Consumer Research, v. 18, n. 2, p. 243-248, Sept. 1991.

MARTINS, Gilberto de Andrade. Metodologia da investigação científica para ciências sociais aplicadas. São Paulo: Atlas, 2009.

McGUIGAN, F. J. Experimental Psychology Methods of research. New Jersey: Prentice-Hall, 1997.

MINAYO, Maria Cecília S. & SANCHES, Odécio. Quantitativo – qualitativo: oposição ou complementariedade? RJ: Cadernos de Saúde Púbica, 9 (3): 239 – 262, jul/set 1993.

NEVES, J. L. Pesquisa Qualitativa: características, usos e possibilidades. SP: Caderno de Pesquisas em Administração. V. 1, N. 3, 2o Sem. 1996.

SAMPAIO, C. H.; PERIN, M. G.; LUCE, F. B.; SANTOS, M. J.; SANTINI, F. O.; OLIVEIRA, M. O. R.; LENZ, G. S. Pesquisa científica da área de Marketing no Brasil: uma revisão da primeira década do século 21. RJ: RAC, v. 16, n. 3, mai-jun 2012, p. 459 – 478. Disponível em www.anpad.org.br/rac.

RUDIO, F. Introdução ao Projeto de Pesquisa Científica. 24. ed. Petrópolis: Vozes, 1999.

SILVA, C. R.; GOBBI, B. C.; SIMÃO, A. A. O uso da análise de conteúdo como uma ferramenta para a pesquisa qualitativa: descrição e aplicação do método. Lavras: Organ. Rurais Agroind., v. 7, n. 1, 2005, p. 70 – 81.
BARDIN, L. Análise de conteúdo. Lisboa: Edições 70, 1997.

SELLTIZ, C. et. al. Métodos de pesquisa nas relações sociais. 2.ed. São Paulo: E.P.U., v. 2, 3. 1987.

VERGARA, S. Projetos e Relatórios de Pesquisa em Administração. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2004.

VERGARA, S. MÉTODOS DE PESQUISA EM ADMINISTRAÇÃO. São Paulo: Atlas, 2005.

VIEIRA, S. Como escrever uma tese. 2.ed. São Paulo: Pioneira, 1994.

YIN, R. Estudo de Caso – Planejamento e Métodos. 3. ed. São Paulo: Bookman, 2005.

Área(s) de Concentração:
Organizações Inovadoras

Ementa:
Pesquisa científica. Objetivo da ciência. Problema de pesquisa, hipóteses, variáveis, constructos. Definições operacionais. Fidedignidade, validade, escalas. Pesquisa experimental. Pesquisa quase-experimental. Pesquisa documental. Pesquisa expo-facto. Levantamentos quantitativos e qualitativas. Observação participante. Estudo de caso. Entrevistas em profundidade. Etnografia.

Bibliografia:

ACEVEDO, C. Monografia no Curso de Administração. 3 ed. São Paulo: Atlas, 2007.

BERELSON, Bernard. Content Analysis in communication research. New York: Hafner Press, 1952. BONI, V. & QUARESMA, S. J. Aprendendo a entrevistar: como fazer entrevistas em Ciências Sociais. Revista Eletrônica dos Pós-Graduandos em Sociologia Política da UFSC. Vol. 2, N. 1 (3), jan- jul 2005, p. 68 – 80.

BROWN, Stevenson R.; MELAMED, Lawrence E. Experimental design and analysis. California: SagePublications, 1990.

CAMPBELL, Donald T.; STANLEY, Julian C. Delineamentos experimentais e quase experimentais de pesquisa. São Paulo: E.P.U. /EDUSP, 1979.

DUARTE, J. & BARROS, A. Métodos e Técnicas de Pesquisa em Comunicação Cap. 3 (p. 51 – 61)

GOODE, W.J.; Hatt, P.K. Métodos em Pesquisa Social. São Paulo, Cia Editora Nacional, 1968.

GORDON, L. PATZER. Experiment-Research Methodology in Marketing. Westport: Quorum Books, 1996.

KASSARJIAN, H. Content analysis in consumer research. Journal of Consumer Research, v. 4, issue, 1, p. 8-18, Jun. 1977.

KERLINGER, F. Metodologia da pesquisa em ciências sociais: um tratamento conceitual. São Paulo: EPU/EDUSP, 1980.

KOLBE, R. H.; BURNETT, M. Content analysis research: an examination of applications with directives for improving research reliability and objectivity. Journal of Consumer Research, v. 18, n. 2, p. 243-248, Sept. 1991.

MARTINS, Gilberto de Andrade. Metodologia da investigação científica para ciências sociais aplicadas. São Paulo: Atlas, 2009.

McGUIGAN, F. J. Experimental Psychology Methods of research. New Jersey: Prentice-Hall, 1997.

MINAYO, Maria Cecília S. & SANCHES, Odécio. Quantitativo – qualitativo: oposição ou complementariedade? RJ: Cadernos de Saúde Púbica, 9 (3): 239 – 262, jul/set 1993.

NEVES, J. L. Pesquisa Qualitativa: características, usos e possibilidades. SP: Caderno de Pesquisas em Administração. V. 1, N. 3, 2o Sem. 1996.

SAMPAIO, C. H.; PERIN, M. G.; LUCE, F. B.; SANTOS, M. J.; SANTINI, F. O.; OLIVEIRA, M. O. R.; LENZ, G. S. Pesquisa científica da área de Marketing no Brasil: uma revisão da primeira década do século 21. RJ: RAC, v. 16, n. 3, mai-jun 2012, p. 459 – 478. Disponível em www.anpad.org.br/rac.

RUDIO, F. Introdução ao Projeto de Pesquisa Científica. 24. ed. Petrópolis: Vozes, 1999.

SILVA, C. R.; GOBBI, B. C.; SIMÃO, A. A. O uso da análise de conteúdo como uma ferramenta para a pesquisa qualitativa: descrição e aplicação do método. Lavras: Organ. Rurais Agroind., v. 7, n. 1, 2005, p. 70 – 81.
BARDIN, L. Análise de conteúdo. Lisboa: Edições 70, 1997.

SELLTIZ, C. et. al. Métodos de pesquisa nas relações sociais. 2.ed. São Paulo: E.P.U., v. 2, 3. 1987.

VERGARA, S. Projetos e Relatórios de Pesquisa em Administração. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2004.

VERGARA, S. MÉTODOS DE PESQUISA EM ADMINISTRAÇÃO. São Paulo: Atlas, 2005.

VIEIRA, S. Como escrever uma tese. 2.ed. São Paulo: Pioneira, 1994.

YIN, R. Estudo de Caso – Planejamento e Métodos. 3. ed. São Paulo: Bookman, 2005.

Total Bloco I 10 cred. 150h

Bloco II – Metodologia Cientifica e Técnicas de Pesquisa

Área(s) de Concentração:
Organizações Inovadoras

Ementa:
Pesquisa científica. Objetivo da ciência. Problema de pesquisa, hipóteses, variáveis, constructos. Definições operacionais. Fidedignidade, validade, escalas. Pesquisa experimental. Pesquisa quase-experimental. Pesquisa documental. Pesquisa expo-facto. Levantamentos quantitativos e qualitativas. Observação participante. Estudo de caso. Entrevistas em profundidade. Etnografia.

Bibliografia:

ACEVEDO, C. Monografia no Curso de Administração. 3 ed. São Paulo: Atlas, 2007.

BERELSON, Bernard. Content Analysis in communication research. New York: Hafner Press, 1952. BONI, V. & QUARESMA, S. J. Aprendendo a entrevistar: como fazer entrevistas em Ciências Sociais. Revista Eletrônica dos Pós-Graduandos em Sociologia Política da UFSC. Vol. 2, N. 1 (3), jan- jul 2005, p. 68 – 80.

BROWN, Stevenson R.; MELAMED, Lawrence E. Experimental design and analysis. California: SagePublications, 1990.

CAMPBELL, Donald T.; STANLEY, Julian C. Delineamentos experimentais e quase experimentais de pesquisa. São Paulo: E.P.U. /EDUSP, 1979.

DUARTE, J. & BARROS, A. Métodos e Técnicas de Pesquisa em Comunicação Cap. 3 (p. 51 – 61)

GOODE, W.J.; Hatt, P.K. Métodos em Pesquisa Social. São Paulo, Cia Editora Nacional, 1968.

GORDON, L. PATZER. Experiment-Research Methodology in Marketing. Westport: Quorum Books, 1996.

KASSARJIAN, H. Content analysis in consumer research. Journal of Consumer Research, v. 4, issue, 1, p. 8-18, Jun. 1977.

KERLINGER, F. Metodologia da pesquisa em ciências sociais: um tratamento conceitual. São Paulo: EPU/EDUSP, 1980.

KOLBE, R. H.; BURNETT, M. Content analysis research: an examination of applications with directives for improving research reliability and objectivity. Journal of Consumer Research, v. 18, n. 2, p. 243-248, Sept. 1991.

MARTINS, Gilberto de Andrade. Metodologia da investigação científica para ciências sociais aplicadas. São Paulo: Atlas, 2009.

McGUIGAN, F. J. Experimental Psychology Methods of research. New Jersey: Prentice-Hall, 1997.

MINAYO, Maria Cecília S. & SANCHES, Odécio. Quantitativo – qualitativo: oposição ou complementariedade? RJ: Cadernos de Saúde Púbica, 9 (3): 239 – 262, jul/set 1993.

NEVES, J. L. Pesquisa Qualitativa: características, usos e possibilidades. SP: Caderno de Pesquisas em Administração. V. 1, N. 3, 2o Sem. 1996.

SAMPAIO, C. H.; PERIN, M. G.; LUCE, F. B.; SANTOS, M. J.; SANTINI, F. O.; OLIVEIRA, M. O. R.; LENZ, G. S. Pesquisa científica da área de Marketing no Brasil: uma revisão da primeira década do século 21. RJ: RAC, v. 16, n. 3, mai-jun 2012, p. 459 – 478. Disponível em www.anpad.org.br/rac.

RUDIO, F. Introdução ao Projeto de Pesquisa Científica. 24. ed. Petrópolis: Vozes, 1999.

SILVA, C. R.; GOBBI, B. C.; SIMÃO, A. A. O uso da análise de conteúdo como uma ferramenta para a pesquisa qualitativa: descrição e aplicação do método. Lavras: Organ. Rurais Agroind., v. 7, n. 1, 2005, p. 70 – 81.
BARDIN, L. Análise de conteúdo. Lisboa: Edições 70, 1997.

SELLTIZ, C. et. al. Métodos de pesquisa nas relações sociais. 2.ed. São Paulo: E.P.U., v. 2, 3. 1987.

VERGARA, S. Projetos e Relatórios de Pesquisa em Administração. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2004.

VERGARA, S. MÉTODOS DE PESQUISA EM ADMINISTRAÇÃO. São Paulo: Atlas, 2005.

VIEIRA, S. Como escrever uma tese. 2.ed. São Paulo: Pioneira, 1994.

YIN, R. Estudo de Caso – Planejamento e Métodos. 3. ed. São Paulo: Bookman, 2005.

Total Bloco II 2 cred. 30h

Bloco III – Linhas de Pesquisa

Área(s) de Concentração:
Organizações Inovadoras

Ementa:
Pesquisa científica. Objetivo da ciência. Problema de pesquisa, hipóteses, variáveis, constructos. Definições operacionais. Fidedignidade, validade, escalas. Pesquisa experimental. Pesquisa quase-experimental. Pesquisa documental. Pesquisa expo-facto. Levantamentos quantitativos e qualitativas. Observação participante. Estudo de caso. Entrevistas em profundidade. Etnografia.

Bibliografia:

ACEVEDO, C. Monografia no Curso de Administração. 3 ed. São Paulo: Atlas, 2007.

BERELSON, Bernard. Content Analysis in communication research. New York: Hafner Press, 1952. BONI, V. & QUARESMA, S. J. Aprendendo a entrevistar: como fazer entrevistas em Ciências Sociais. Revista Eletrônica dos Pós-Graduandos em Sociologia Política da UFSC. Vol. 2, N. 1 (3), jan- jul 2005, p. 68 – 80.

BROWN, Stevenson R.; MELAMED, Lawrence E. Experimental design and analysis. California: SagePublications, 1990.

CAMPBELL, Donald T.; STANLEY, Julian C. Delineamentos experimentais e quase experimentais de pesquisa. São Paulo: E.P.U. /EDUSP, 1979.

DUARTE, J. & BARROS, A. Métodos e Técnicas de Pesquisa em Comunicação Cap. 3 (p. 51 – 61)

GOODE, W.J.; Hatt, P.K. Métodos em Pesquisa Social. São Paulo, Cia Editora Nacional, 1968.

GORDON, L. PATZER. Experiment-Research Methodology in Marketing. Westport: Quorum Books, 1996.

KASSARJIAN, H. Content analysis in consumer research. Journal of Consumer Research, v. 4, issue, 1, p. 8-18, Jun. 1977.

KERLINGER, F. Metodologia da pesquisa em ciências sociais: um tratamento conceitual. São Paulo: EPU/EDUSP, 1980.

KOLBE, R. H.; BURNETT, M. Content analysis research: an examination of applications with directives for improving research reliability and objectivity. Journal of Consumer Research, v. 18, n. 2, p. 243-248, Sept. 1991.

MARTINS, Gilberto de Andrade. Metodologia da investigação científica para ciências sociais aplicadas. São Paulo: Atlas, 2009.

McGUIGAN, F. J. Experimental Psychology Methods of research. New Jersey: Prentice-Hall, 1997.

MINAYO, Maria Cecília S. & SANCHES, Odécio. Quantitativo – qualitativo: oposição ou complementariedade? RJ: Cadernos de Saúde Púbica, 9 (3): 239 – 262, jul/set 1993.

NEVES, J. L. Pesquisa Qualitativa: características, usos e possibilidades. SP: Caderno de Pesquisas em Administração. V. 1, N. 3, 2o Sem. 1996.

SAMPAIO, C. H.; PERIN, M. G.; LUCE, F. B.; SANTOS, M. J.; SANTINI, F. O.; OLIVEIRA, M. O. R.; LENZ, G. S. Pesquisa científica da área de Marketing no Brasil: uma revisão da primeira década do século 21. RJ: RAC, v. 16, n. 3, mai-jun 2012, p. 459 – 478. Disponível em www.anpad.org.br/rac.

RUDIO, F. Introdução ao Projeto de Pesquisa Científica. 24. ed. Petrópolis: Vozes, 1999.

SILVA, C. R.; GOBBI, B. C.; SIMÃO, A. A. O uso da análise de conteúdo como uma ferramenta para a pesquisa qualitativa: descrição e aplicação do método. Lavras: Organ. Rurais Agroind., v. 7, n. 1, 2005, p. 70 – 81.
BARDIN, L. Análise de conteúdo. Lisboa: Edições 70, 1997.

SELLTIZ, C. et. al. Métodos de pesquisa nas relações sociais. 2.ed. São Paulo: E.P.U., v. 2, 3. 1987.

VERGARA, S. Projetos e Relatórios de Pesquisa em Administração. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2004.

VERGARA, S. MÉTODOS DE PESQUISA EM ADMINISTRAÇÃO. São Paulo: Atlas, 2005.

VIEIRA, S. Como escrever uma tese. 2.ed. São Paulo: Pioneira, 1994.

YIN, R. Estudo de Caso – Planejamento e Métodos. 3. ed. São Paulo: Bookman, 2005.

Total Bloco III 2 cred. 30h

Coordenação

Prof. Dr. Orlando Roque da Silva

Professor Titular de Inovação Tecnológica no Centro Universitário das Faculdades Metropolitanas Unidas e professor de Engenharia de Produção na Faccamp. Graduado em Administração pelo Centro Universitário SantAnna, mestre em Administração pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo e doutor em Engenharia de Produção pela Universidade Metodista de Piracicaba. Foi professor do programa de mestrado e doutorado em engenharia de produção da Unimep, atualmente é coordenador do Programa de Mestrado Acadêmico em Administração no Centro Universitário das Faculdades Metropolitanas Unidas. Tem experiência na área de Estratégia de Operações e Gestão de cadeias de suprimentos atuando principalmente nos seguintes temas: manufatura avançada, sistemas de inovação e dinâmica de sistemas.

Estrutura de pesquisa

Área de concentração Organizações Inovadoras

Linha de Pesquisa: 1

Organizações competitivas

Grupo (G) e Projetos de Pesquisa

GP. 1: Organizações Competitivas

Líder: Elza Veloso


P1. 1 – Mudanças e transformação estratégica


P1. 2 – Liderança, cultura e internacionalização de empresas

Líder: Elza Fátima Rosa Veloso


P1. 3 –Gestão de carreira no contexto das inovações organizacionais

Líder: Elza Fátima Rosa Veloso


P1. 4 –Gestão de pessoas a partir da alta administração

Líder: Elza Fátima Rosa Veloso


P1. 5 – Complexidade nas Organizações


P1. 6 –Marketing e Organizações

Líder: Daielly Melina Nassif Mantovani Ribeiro


Linha de Pesquisa: 2

Conhecimento e Inovação

Grupo (G) e Projetos de Pesquisa (P)

GP. 2: Conhecimento e Inovação

Líder: José Osvaldo de Sordi
Vice-líder: Orlando Roque da Silva


P2. 1 – Cooperação Universidade-Empresa e o modelo de Inovação Aberta

Líder: Orlando Roque da Silva


P2. 2 – Digitalização da Sociedade (pervasivecomputing) e Inovação Organizacional (e-services

Líder: José Osvaldo De Sordi


P2. 3 – Capacitações Dinâmicas e Gestão Tecnológica

Líder: Orlando Roque da Silva


Descrição dos Projetos

Endereço para acessar este espelho: dgp.cnpq.br/dgp/espelhogrupo/7725854252864108

Endereço para acessar este espelho: dgp.cnpq.br/dgp/espelholinha/7725854252864108290046
Objetivo: O objetivo deste projeto é o estudo do pensamento complexo, de Edgar Morin, que tece críticas ao pensamento redutor e fragmentado e, propõe outro modo de interpretar os fenômenos organizacionais, sociais, históricos, educacionais.

Endereço para acessar este espelho: dgp.cnpq.br/dgp/espelholinha/7725854252864108176207
Objetivo: O dinamismo do atual contexto social e econômico, ao mesmo tempo em que impulsiona inovações constantes nos diversos processos organizacionais, exige das pessoas que gerenciem sua vida pessoal e profissional de maneira inovadora. Com o objetivo de pesquisar a gestão de carreira de forma abrangente, este projeto é delineado buscando atender à necessidade contemporânea de compreensão da gestão de carreira em empresas que inovam.

Endereço para acessar este espelho: dgp.cnpq.br/dgp/espelholinha/7725854252864108176208
Objetivo: Este projeto analisa os aspectos estratégicos da gestão de pessoas (ou recursos humanos) com questões voltadas aos proprietários das empresas, seus representantes (conselho de administração e outros conselhos) e alta administração (presidente e diretores). Assim, os sistemas de gestão de pessoas são analisados sob a ótica destes atores, considerando-se as decisões relacionadas a pessoas que podem impactar na capacidade da organização em implementar suas estratégias.

Endereço para acessar este espelho: dgp.cnpq.br/dgp/espelholinha/7725854252864108176205
Objetivo: Este projeto investiga diferentes interfaces entre os temas liderança, cultura e internacionalização, envolvendo dois eixos. 1) Relações entre liderança e cultura (nacional/organizacional) em diferentes negócios, com vistas a identificar implicações para a performance e inovação organizacional. Nesta frente também serão examinadas relações entre formas de liderança e/ou cultura e a gestão e atuação das pessoas nas organizações. 2) Implicações para a internacionalização de empresas

Endereço para acessar este espelho: dgp.cnpq.br/dgp/espelholinha/7725854252864108176204
Objetivo: O projeto analisa as transformações estratégicas nas organizações no âmbito da entrada em novos negócios e ou retirada de negócios atuais, tendo em conta mudanças no ambiente competitivo trazido pelas novas tecnologias e inovações. O universo de pesquisa abrange vários contextos – ramos industriais, do comércio e dos serviços – contemplando as particularidades dos denominados tradicionais e dos dinâmicos.

Endereço para acessar este espelho: dgp.cnpq.br/dgp/espelhogrupo/4229043748465220
Trata dos fatores sociais, materiais e das práticas que contribuem para as diferentes manifestações da inovação, incluindo a criação e comunicação de conhecimento e a gestão da informação. As práticas sociais, interativas e dialógicas de criação, comunicação e uso do conhecimento tácito são exploradas como inspiração e sustentação de diferentes tipos de inovações e ações organizacionais. Adotam-se também as capacidades dinâmicas e as teorias de inovação aberta como enfoques privilegiados de análise, mas dentro de uma perspectiva interdisciplinar, pois as teorias de organizações, criação e comunicação de conhecimento, gestão da informação e gestão e economia da inovação tendem a cobrir um diálogo teórico, tendo como pressuposto que o fenômeno investigado é essencial para compreender a ciência administrativa.

Endereço para acessar este espelho: dgp.cnpq.br/dgp/espelholinha/4229043748465220137909
Objetivo: Este projeto de pesquisa surge da superposição de duas perspectivas teóricas complementares. A primeira delas é a visão baseada em recursos. A segunda perspectiva, mais recente, analisa a tendência de projetização das organizações. Desta forma, o propósito central desta linha é investigar o fenômeno da aprendizagem organizacional considerando o projeto como unidade principal de agregação.

Endereço para acessar este espelho: dgp.cnpq.br/dgp/espelholinha/4229043748465220137906
Objetivo: As relações entre universidades e empresas (U-E) em projetos de desenvolvimento tecnológico são um caminho especialmente adequado para promover a inovação em países emergentes. Mas, existem muitos problemas nesta relação, dadas as diferenças culturais e de objetivos entre as organizações acadêmicas e empresariais.

Endereço para acessar este espelho: dgp.cnpq.br/dgp/espelholinha/4229043748465220137907
Objetivo: Pesquisa-se a crescente disponibilidade de dados, gerada pela massiva introdução das tecnologias da informação e comunicação na sociedade (pervasive computing), e os desafios tecnológicos, legais e gerenciais para que tais recursos possam ser explorados para inovação de produtos, serviços e processos organizacionais (e-services).

Endereço para acessar este espelho: dgp.cnpq.br/dgp/espelholinha/4229043748465220137910
Objetivo: O objetivo é discutir o uso das tecnologias da informação e comunicação (TICs) nestas organizações e sua relação com a educação corporativa, a aprendizagem organizacional, sua aplicação nas redes sociais e tecnológicas, na geração do conhecimento e técnicas com amplo alcance sobre os atores destes processos, sejam docentes, discentes e dirigentes.

Endereço para acessar este espelho: dgp.cnpq.br/dgp/espelholinha/4229043748465220137905
Objetivo: Estudar a dinâmica de internacionalização das empresas brasileiras e seu comportamento quanto à adoção de padrões de inovação compatíveis com a competitividade em uma economia aberta. Este fenômeno é recente, pois os investimentos brasileiros no exterior ganharam força no final dos anos de 1990.

Parcerias

Caracterizam-se por estudos, pesquisas e produções conjuntas e em rede, participações em atividades de ensino, produções de eventos na área e em áreas afins, tais como conferências, colóquios, congressos, reuniões de trabalho, grupos de pesquisa interinstitucionais, realização de parecer em papers, comunicações, participações em comitês científicos nacionais e internacionais.

O colegiado do Programa tem também experiência em captação de recursos em agências de fomento nacionais e internacionais para desenvolvimento de pesquisas. Desenvolvem ainda troca de informações, cooperação e intercâmbio com instituições oficiais e privadas de ensino e pesquisa, além de estabelecer parcerias institucionais para pesquisas em empresas de diversos setores, nacionais e multinacionais.

Há que se destacar que todos os membros do colegiado são pareceristas de revistas científicas e vários professores têm experiência de editoria, o que também permite estabelecer novos contatos e produções conjuntas.
As parcerias são estabelecidas e expressas por meio de estudos, pesquisas em rede, missões acadêmicas, produções e publicações conjuntas, especificados na plataforma Sucupira e no Currículo Lattes de cada docente.

Onde Estudar

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