15/05/2007

Maomé e a montanha

Maomé e a montanha

No último dia 6 de março, a convite dos professores de editoração, alunas recém-formadas voltaram à FMU para apresentarem seu trabalho de conclusão de curso aos alunos do último semestre.

Como muitas vezes as bancas são apreciadas unicamente pelos professores e parentes dos formandos, resolvemos trazer a montanha a Maomé. E o resultado foi ótimo.

Para a montanha, ou seja, os alunos que preparam agora o projeto vivencial final, houve fertilidade, na medida em que as alunas recém-formadas dividiram as dificuldades de se encontrar material sobre as comunidades indígenas brasileiras, em especial, a aldeia Guarani Tenondé Porá, objeto de pesquisa do grupo.

O recorte do tema era grafismo indígena, muito bem revelado no produto final, o livro Guarani Abaré.

Para Maomé, ou as alunas recém-formadas, o empenho durante o curso foi transformado em novas experiências e maneiras de divulgação, uma vez que, com o título em mãos, podem compartilhar o aprendizado com mais segurança e alegria.

Para aqueles que semeiam a montanha, nós, os professores, uma muda foi regada em solo fértil. A única certeza que temos como educadores é que fazemos parte de uma sociedade que demanda mudanças muito profundas e sabemos: elas só podem vir da educação.


Integrantes do grupo que apresentaram o trabalho para os alunos da FMU: Márcia Bilardo,
Paloma Brunet, Raquel Poiano e Roberta Alves.


Página atualizada em 15/05/2007 às 8h46