15/03/2020

Mantenha-se atualizado e protegido contra o novo coronavírus

No início de 2020, a notícia de uma nova doença gerou preocupação mundial. Tendo como epicentro a cidade de Wuhan, na China, um “vírus misterioso” começou a circular e infectar a população rapidamente. Foi dessa forma que a sociedade foi reapresentada ao coronavírus, família de vírus que, no passado, esteve associado a epidemias graves como a SARS (Síndrome Respiratória Aguda Grave) e MERS (Síndrome Respiratória do Oriente Médio).

A transmissão acelerada da doença, nomeada COVID-19, acendeu o alerta global e as autoridades mundiais da saúde seguem ampliando os esforços para conter o avanço da epidemia. Atualmente, o vírus já está presente em todos os continentes, exceto Antártida, e a quantidade de infectados segue aumentando a cada dia, já existindo casos confirmados no Brasil.

Para entender o que é a epidemia e se prevenir da COVID-19, a informação continua sendo a maior aliada. Confira abaixo dados essenciais para entender o que é e como se prevenir do novo coronavírus.

O que o Centro Universitário FMU | FIAM-FAAM está fazendo para combater o avanço da COVID-19?
O Centro Universitário FMU | FIAM-FAAM está trabalhando em iniciativas de conscientização e, diante do aumento de casos em São Paulo, estabeleceu um comitê multidisciplinar de gerenciamento das ações relacionadas ao tema, reunindo-se diariamente para discutir medidas e, ainda, monitorar detalhadamente a situação, tanto em nosso País como em nossa comunidade acadêmica. As condutas adotadas pela Instituição são orientadas e pautadas pelas diretrizes oficiais do Ministério da Saúde e ainda de acordo com a situação pontual em cada unidade, curso ou turma. Acompanhe seus canais de contato com a FMU | FIAM-FAAM para as atualizações sobre o tema. A Instituição segue monitorando de perto o assunto e agirá prontamente caso haja a necessidade de alteração das medidas.

Como posso me prevenir da COVID-19?
Cuidados básicos de higiene podem evitar a infecção pelo novo coronavírus e ainda outras doenças. Higienize as mãos com frequência com água e sabão ou álcool em gel; cobra o nariz e a boca ao espirrar com um lenço descartável ou com o antebraço, evite contato das mãos não higienizadas com os olhos, nariz e boca; não compartilhe objetos de uso pessoal, como talheres e copos e evitar ficar em aglomerações e multidões.
Além disso, é importante evitar o contato muito próximo com pessoas que apresentarem sintomas de doenças respiratórias e ainda evitar sair de casa se estiver doente. O Ministério da Saúde recomenda também evitar viagens aos países em monitoramento do novo coronavírus.

O que é coronavírus?
Esse é o nome de uma família de vírus, descoberta nos anos 1960, que é encontrada na natureza em reservatórios vegetais ou animais. Alguns deles podem causar infecções em humanos e é possível que a maioria da população já tenha tido contato com o vírus, sem agravantes para a saúde. No entanto, os vírus podem sofrer mutações, provocando quadros infecciosos mais graves.

E o novo coronavírus?
Ele é uma mutação de um vírus da família coronavírus que adquiriu a capacidade de infectar humanos e de ser transmitido entre pessoas. Isso já aconteceu outras vezes na história, como em 2002, quando uma nova cepa causou a epidemia de SARS (Síndrome Respiratória Aguda Grave). Em 2012, outra cepa do coronavírus foi associado a infecções graves na região da Arábia Saudita e, como ficou isolado na região, a epidemia ficou conhecida como MERS (Síndrome Respiratória do Oriente Médio). O surgimento do novo coronavírus, que recebeu o nome de SARS-CoV-2, parte do mesmo princípio.

Como surgiu a nova cepa que está causando a epidemia atual?
Em dezembro de 2019, surgiu na cidade de Wuhan, na China, uma doença até então misteriosa que estava se espalhando e causando pneumonia. Em janeiro, os primeiros registros de mortes associados a nova doença foram registrados e o número de infecções aumentou rapidamente na região. Com este avanço, os especialistas chineses iniciaram a busca para identificar o fator causador da infecção, chegando assim ao novo coronavírus. Estudos indicam que os vetores transmissores tenham sido cobras ou morcegos, mas ainda não se sabe exatamente como ocorreu a transmissão para humanos. A tese, no entanto, é fortalecida pelas condições da região, já que os primeiros casos registrados foram identificados em trabalhadores e frequentadores de um mercado de peixes na zona central da cidade, onde são comercializados pescados e frutos do mar, além de animais silvestres vivos. Agora, a doença causada pelo novo coronavírus, identificada como COVID-19, está avançando pelo mundo, apresentando casos confirmados no Brasil.

A nova doença é grave?
De acordo com especialistas da área da Saúde, ainda é cedo para dizer, pois as análises clínicas e os estudos sobre o comportamento da infecção ainda estão em andamento. No entanto, a Organização Mundial da Saúde (OMS) calcula que 3,4% dos casos confirmados até agora resultaram em morte. Homens com mais de 60 anos, fumantes e que apresentam outras doenças, como hipertensão e doenças respiratórias, têm maior risco de desenvolverem a forma grave da doença.

Quais os sintomas da infecção pelo novo coronavírus?
Os sintomas são similares aos de outras doenças respiratórias, sendo principalmente febre, tosse e falta de ar. Algumas pesquisas levantam ainda a suspeita de que a infecção pelo novo coronavírus pode ser assintomática. Por isso, a prevenção é a melhor forma de evitar que a doença continue avançando.

Se eu apresentar esses sintomas, quer dizer que estou infectado pelo novo coronavírus?
Não necessariamente, mas é importante procurar atendimento médico caso apresente dois dos sintomas da COVID-19, como febre, tosse e, em especial, falta de ar. A OMS e as autoridades nacionais das áreas da saúde estão adotando medidas importantes para a prevenção e contenção do avanço da doença. Se fizermos nossa parte e seguirmos as orientações de prevenção, também contribuímos para evitar a propagação da COVID-19.

Como devo agir diante do avanço da doença no Brasil?
Primeiramente, é preciso manter a calma diante das notícias. O assunto é sério, mas é importante ter em mente que as autoridades da área da saúde no País estão acompanhando a situação da COVID-19 e estão atuando para conter o avanço. A medida mais eficaz e que é essencial para todos é seguir o protocolo de prevenção, mudando nossos hábitos ao cumprimentar as pessoas e, principalmente, questões de higiene ao falar, tossir e espirrar. Dessa forma, conseguimos contribuir não somente com a contenção da COVID-19, mas também com a proliferação de outras doenças respiratórias.

Para mais informações, acesse https://www.saude.gov.br/saude-de-a-z/coronavirus.

 


Página atualizada em 15/03/2020 às 19h58