26/02/2008

Cursar Direito exige Instituição de qualidade e credibilidade

Cursar Direito exige Instituição de qualidade e credibilidade

Dados publicados na edição nº. 29 da revista Diálogos & Debates, da Escola Paulista de Magistratura, assustam. Segundo a publicação, 25% dos bacharéis em Direito existentes no mundo foram formados no Brasil. Poderia ser uma ótima notícia, que apontasse para o aumento de parte da população que tem acesso ao curso superior no país. Mas não é bem isso que a revista mostra. Pelo contrário, os outros números apresentados revelam que 80% dos bacharéis são reprovados no exame da Ordem dos Advogados do Brasil. A razão, apontam os especialistas, é a péssima qualidade de ensino oferecida nos cursos de Direito.

Por essa razão, cada vez mais o futuro universitário precisa saber onde estudar, já que o aumento de cursos oferecidos não se deu na mesma proporção da qualidade desejada, como lembra o professor Paulo Hamilton Siqueira Júnior, diretor da Faculdade de Direito da FMU, na mesma reportagem. Não se trata de uma questão numérica, lembra o professor, mas do oferecimento de “padrões de qualidade estabelecidos para o ensino jurídico”, que possam proporcionar ao aluno a “competência e capacidade de resolver os conflitos sociais”.

 
O diferencial das boas escolas

Sob o título “A crise dos cursos de Direito”, a matéria da revista Diálogos & Debates, escrita pelo repórter Geoffrey Scarmelote, ouviu os diretores das Instituições “que ocupam posição de destaque na avaliação de seus cursos”, tanto pelo selo “OAB Recomenda” quanto pela avaliação do MEC. Entre as cinco relacionadas, destaca-se a FMU.

O professor Paulo Hamilton justificou que essa inclusão se dá pela “sólida formação acadêmica e humanística, bem como pelo estudo das disciplinas da modernidade” proporcionados pela Instituição. Segundo o diretor, a evolução da sociedade exigiu um aprimoramento das disciplinas jurídicas que acompanhasse a transformação social e a mudança de perfil do profissional de Direito.

O resultado dessa preocupação com a formação do aluno na FMU pode ser visto nos exames da OAB/SP, realizados em fevereiro e junho de 2007. Das 273 faculdades de São Paulo, públicas e privadas, totalizando 47.000 bacharéis, a FMU foi a Instituição de Ensino Superior que aprovou o maior número de candidatos.

Também em 2007, o jornal O Estado de S. Paulo publicou uma pesquisa inédita com o ranking das faculdades onde se formaram os advogados mais bem-sucedidos do país, traçando um perfil dos 1.987 sócios dos maiores escritórios de advocacia do Brasil. Entre as quatro primeiras do ranking está a FMU.

 


Página atualizada em 26/02/2008 às 13h16