25/09/2009

Complexo Educacional FMU inscreve 135 trabalhos no CONIC

Complexo Educacional FMU inscreve 135 trabalhos no CONIC


Em 2009, além de sediar o 9º Congresso Nacional de Iniciação Científica (CONIC), nos dias 13 e 14 de novembro, o Complexo Educacional FMU apresentará um número recorde de projetos. São 135 trabalhos de iniciação inscritos por alunos da Instituição, nas mais diversas áreas de conhecimento.

O Congresso ocorre anualmente com o objetivo de identificar talentos e estimular a produção científica entre os estudantes do ensino superior. Por isso, o Complexo Educacional FMU há anos incentiva a produção entre seus alunos e investe na área. “A iniciação científica tem significado especial na formação dos estudantes, por desenvolver o pensamento voltado para a inovação”, explica o Prof. Dr. Arthur Roquete de Macedo, Presidente do Instituto Metropolitano da Saúde (IMS/FMU).

Entre os projetos que serão apresentados pelos alunos da FMU, muitos tratam de temas bastante atuais, como o da aluna de Direito Letícia Kelly Moraes de Oliveira, sobre “Educação na Sociedade da Informação”; o do aluno de Fisioterapia Felipe Castelano Alkmin, um “Estudo comparativo do equilíbrio em diversas faixas etárias entre sedentários e praticantes de atividade física regular”; e o da aluna Marília de Santana Silveira Neves, de Comunicação Social, sobre “A atuação dos jornalistas nos blogs frente aos princípios jornalísticos: objetividade, imparcialidade, ética e responsabilidade social”.
 
Neste ano, o tema do evento é a frase de Louis Braille, criador do Sistema Braille de leitura e escrita: “Se meus olhos não me deixam obter informações sobre homens e eventos, sobre idéias e doutrinas, terei de encontrar uma outra forma”.



Para conhecer os projetos inscritos acesse aqui.


Para saber mais sobre o CONIC acesse www.semesp.org.br.

Histórico campeão

O Complexo Educacional FMU há anos investe no desenvolvimento de projetos de iniciação científica, o que já rendeu inúmeros prêmios aos alunos, aos orientadores e à Instituição. Em 2003, por exemplo, a FMU recebeu o Prêmio Reinaldo Anderlini, por ter o maior número de projetos inscritos e, em 2004, foram obtidas premiações nas áreas de Ciências de Saúde, Ciências Humanas e Sociais e Engenharias e Tecnologias. O reconhecimento maior veio em 2007, com o Prêmio Especial – Primeiro Lugar, concedido à aluna Paola Cristina Branco, do curso de Medicina Veterinária. Seu projeto “Ouriço-do-mar Antártico: um modelo de bioindicador para a contaminação petrolífera”, orientado pelo Prof. João Carlos Borges, abordava de maneira inovadora a utilização do ouriço-do-mar como modelo de biomarcador para ambientes que apresentam poluição por petróleo – por ser um animal com pouca capacidade de movimentação (séssil), as alterações em seu organismo representam um reflexo do que ocorre neste tipo de ambiente.


Página atualizada em 25/09/2009 às 16h18